Estrofe de Amor

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⁠Quem faz com amor e carinho as coisas fáceis, além de adquirir a arte de fazer com facilidade as coisas difíceis, acaba descobrindo que as suas mãos são instrumentos para a Glória de Deus.

Inserida por ateodoro72

⁠Que a sua fantasia seja construída pelo brilho do sorriso nos olhos, amor no coração e caráter na alma.

Inserida por ateodoro72

⁠⁠Somente quem faz com amor e carinho as coisas fáceis da vida, adquire a arte de fazer com facilidade as coisas difíceis.

Inserida por ateodoro72

⁠Ainda que chores litros e mais litros por amor, por ódio, não terás nem flashes de sorrisos.

Inserida por ateodoro72

⁠Se alguém que você ama, vier a te machucar, cale-se. Pois, aonde o amor não for suficiente, não há palavras que o seja.

Inserida por ateodoro72

⁠Se continuarmos alimentando os excessos de marketing do “morango do amor”, muito em breve, teremos que nos contentar com o produto de luxo embrulhado em papel de bala.

Inserida por ateodoro72

⁠Existe fé existe amor
Existe também a dor
Existe cicatrizes existe esperança
Existe também as lembranças

Eu era apenas uma criança
Se lembra quando me encontrou
Era somente dor e, me amou
Sem eu merecer sem eu ti conhecer
Me amou como filho, mergulhei no teu amor como em um rio

Ainda se me dessem todo o ouro do mundo pra nada serviria se não tivesse o teu amor.
Tudo que eu procurava tudo que eu precisava encontrei, no teu abrigo

Mas do que um Pai, um amigo
Meu amigo, Deus, meu Deus, meu Pai
Meu amigo Deus, meu Pai

*Meu amigo Deus*

Inserida por FranciscoPensador

⁠Do que é o amor
feito da dor que me rasga sem pudor

o que é a morte que a vida traz sem sorte
partiremos com a morte

Inserida por FranciscoPensador

⁠⁠Nunca me ensinaram o que é o amor e foi por meio da dor, que esse sentimento me enganou.

Nunca me ensinaram o que era aparência e fui enganado pela carência.

Nunca me ensinaram o que era a liberdade, com isso perdi anos de felicidade.

Nunca me ensinaram sobre o perdão, por isso por anos estive preso a solidão.

Nunca me ensinaram a vencer o desprezo
e por décadas estive preso.

Inserida por FranciscoPensador

⁠O amor o perdão e a verdade, nunca serão aceitos, no coração daqueles que se julgam perfeitos!

Inserida por FranciscoPensador

⁠Me diga o que aconteceu
Me fale que o seu amor ainda sou eu
Que não desapareceu tudo que a gente viveu
Me diga que não morreu

Me diga por favor, não aumente ainda mais a minha dor, fale tudo o que passou, estou ouvindo meu amor

Me fale que todos esses anos não foram em vão, não destrua o meu coração, não me deixe sem direção

Nosso amor vai viver, até a gente morrer, eu e você,vamos ser, até envelhecer, eu e você temos tudo pra ser
um casal feliz.

Inserida por FranciscoPensador

⁠Um sonho de liberdade...

O que dizer dos humanos que tem tanto amor pelos animais em especial pelos cachorros, tanto amor que é preciso manter eles presos em seus apartamentos...

O que dizer dos pássaros que ainda no ninho, são tirados para viver em cativeiro, em uma gaiola, presos com asas que nunca voaram...

O que dizer desse animal tão mal chamado ser humano
Que sequestra e tira dos pais a alegria que é seus filhos...

O que dizer de um animal que diz cuidar do meio ambiente matando gente, sabemos que animais como gado, aves entre outros já é costume e se tornou normal e aceito, mas do que mesmo esse humano é feito?
De amor que não é, prove-me se puder

Inserida por FranciscoPensador

AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

" toda fé que teme o amor absoluto já perdeu o direito de se chamar sagrada. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

Que Seja para sempre em quanto dure esse amor que viver dentro do meu coracao que bater por único motivo de voce existir em minha vida,em simples rima tento explicar o que da minha boca nao sair, que eu ti amo, e quero fazer voce feliz ,pois teu amor é meu desejo de consumo,que meu verdadeiro rumo,nao teria sentido sem alguem para amar todos os dias da minha vida

Inserida por maicongilsilva

⁠Já entreguei meu afeto, já me doei… Hoje, sou frio, um escudo erguido para sobreviver. Doar amor a quem não valoriza é soprar feridas abertas, não deixá-las cicatrizar. Esse gelo me protege, mas deixa uma saudade aguda
do calor humano que um dia foi natural… e hoje me trai em julgamentos e abandono.

Inserida por TiagoScheimann

⁠O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.

Inserida por TiagoScheimann

⁠Como posso amar alguém verdadeiramente, sendo que nem amor próprio eu tenho?

Talvez o amor ao outro comece quando eu aprender a olhar para dentro, com a mesma paciência e cuidado.

O amor-próprio não é um ponto de partida, mas uma construção que cresce, a cada gesto de cuidado e compaixão comigo mesmo.

Inserida por TiagoScheimann

⁠O amor é um cavalo xucro, selvagem, ferido, em fuga. Não teme o outro, teme ser preso. Mas o amor verdadeiro chega sem rédeas, espera em silêncio, acolhe sem moldar. E o cavalo, enfim, permanece. Não porque foi domado, mas porque, livre, escolheu confiar, escolheu ficar.

Inserida por TiagoScheimann