Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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Posso refrescar sua memória só um pouquinho? Me dá só dois minutos do seu tempo, por favor? Eu fui a única pessoa que ouviu os seus problemas todos, mesmo quando eu tinha os meus próprios pra cuidar, e te apoiou sem reclamar. Lembra quando você se sentia um lixo, se colocava pra baixo, machucava a si mesma e se sentia mal? Eu estive lá por você. Lembrou? Todo mundo te deixou, eu fiquei. Todo mundo te encheu de promessas, e eu de atos. Eu gastei todas as minhas palavras, meus gestos mais bonitos e minha energia tentando te confortar. Eu fiquei perto de você quando todo mundo me aconselhou a ir embora. Eu te dei valor, quando os outros faziam piada de você. Eu te botei pra cima, mesmo quando meu próprio mundo desmoronava. Quando você chorava por outra pessoa, eu fiquei lá e te fiz rir. Eu te dei todo o espaço do mundo pra que você pudesse se sentir confortável o suficiente pra ser você mesma comigo, e sempre, sempre te aceitei, mesmo quando algumas coisas em você não me agradaram. Tudo que você diz não significa nada, são só palavras e palavras que você gasta, que no fundo não tem valor algum Mas tudo bem, eu não sinto sua falta. A pessoa que eu amava foi embora há muito tempo, e foi substituída por… Você. E desse novo-você, eu não gosto nem um pouco.

A cada dia eu aprendo um pouquinho mais... e cada vez mais eu descubro que o AMOR é o que vai transformar tudo em nossas vidas.

O meu tempo é tão importante e valioso,
Que eu dou todo o meu tempo,
Pra quem dá só um pouquinho do seu tempo,
Para o meu tempo...

Eu tenho um costume estranho, ou talvez só um pouquinho diferente, de destacar partes de livros que leio e conectá-las a outros enredos. Ainda que não seja sobre a minha vida, a ideia de deslocar o drama de outra pessoa ou personagem faz com que eu me sinta capaz de fantasiar histórias que eu gostaria de ter vivido ou que eu gostaria de ter sentido. Numa dessas, enquanto lia e movia o celular com maestria num café vazio no meio da cidade, me deparei com a dramática sentença que mudou minha semana:
“Existe uma linha sútil entre adaptação e apego.”
Fui atingido por um trem em altíssima velocidade no exato momento em que terminei a leitura do ponto final. Será que eu sou uma dessas pessoas que se deixa levar por um comodismo barato que se apodera de algumas relações afetivas? Nah, eu sempre estive acima disso, pensei com ingenuidade. Mas a volta de ônibus pra casa foi turbulenta. Enquanto o motorista derrapava pela décima vez por uma via molhada, eu derrapava pra dentro de mim pensando em como seria possível distinguir apego de outra coisa.
A adaptação é o período correspondente à calmaria dos relacionamentos. Você sabe do que eu falo, é quando o namoro dá uma estacionada de leve e as coisas parecem todas iguais. Não que isso seja ruim, pelo contrário, parece que finalmente a gente achou aquele amor com sabor de fruta mordida, calminho, bom pra passar os domingos juntos e construir alguma coisa edificante e sólida e, pera, será que isso não é só uma desculpa pra não admitir pra mim mesmo que as coisas têm sido todas iguais e que aquela chama toda, aquele amor-combustível que movia a gente, pode ter chegado ao fim? Não, não é a rotina em si, é quando o sentimento estaciona. Imagina que o sentimento não evoluiu durante a coisa toda e que o desgaste vai batendo, arranhando, sujando a lataria.
Não é nem um pouco fácil, pelo menos pra mim, perceber e admitir isso. Paixão e apego podem ser sentimentos parecidos quando não se tem certeza do que se sente e de como funciona o nosso fluxo emocional. Pra mim calmaria significa morte decretada de um casal. Quando a gente passa a semana sem se falar, coisa e tal, e isso não incomoda nem um pouco. Quando a gente começa a se questionar se sentiria falta ou não, e acaba não sentindo mesmo. Tá, eu sou confuso, mas talvez você também seja e esteja nessa. Talvez seja uma tendência natural dos librianos (ou do zodíaco inteiro).
Descobrir se o namoro se tornou puro apego é complicado. Ainda mais quando bate aquela vontade de ir embora, porque, do contrário, a gente ficaria à beira de uma estrada pedindo carona, já que o carro não tem mais rota, nem combustível, nem motoristas aptos a conduzir o veículo. Pior do que descobrir, é o ato de admitir pra si mesmo. Sério, quem em sã consciência jogaria um balde de água gelada num castelo de areia que foi construído com tanto carinho? Talvez alguém que conseguisse fazer metáforas melhores que as minhas e alguém que quisesse ser realmente feliz. Sabe, tenho a impressão de que o apego faz a gente ficar mais pelo outro do que por nós mesmos, como bons samaritanos. Mas a verdade é que bate um medo danado de perder tudo aquilo, perder o outro, perder o companheirismo. Bate um medo danado de ficar sozinho, de ter feito burrada e errado, de sentir falta (você vai sentir, com certeza) e coisas do tipo. Admitir que é apego congela a gente, e é preciso coragem pra sair dessa inércia e resolver correr atrás de outra chance de ser feliz (ou quebrar a cara).
Digo, olha pra esse motorista do ônibus no qual estou, ele claramente não sabe o caminho, mas tá tentando chegar lá. Pode demorar, a gente pode reclamar, ele pode se sentir confuso, mas vai que ele chega. Na pior das hipóteses, ele liga o GPS ou pede ajuda pra alguém. E não é tão diferente assim na vida real. A gente não precisa ser vilão, eu acho. Basta explicar tudo direitinho, agradecer pela estadia, explicar que não existe culpa, que você quis se dar mais uma chance de ser feliz e sentir tudo aquilo que as pessoas merecem sentir: um arrepio na barriga enjoado que nem parece aquele bonito que é descrito nos livros de romance. Explica isso, fecha a porta do carro com carinho e assume a responsabilidade de pegar o seu futuro nas mãos e fazer o que bem entender com ele. Vamos acabar descobrindo sozinhos se foi bom ou ruim, se foi a decisão certa ou não, se era amor ou se era apego. Se era apego, bom, bem-vindo de volta à trilha. Se era amor, mantenha a calma: você só vai precisar achar um jeito diferente de achar a estrada de volta pra casa.

E você me olha com essa carinha banal de “me espera só mais um pouquinho”. Querendo me congelar enquanto você confere pela centésima vez se não tem mesmo nenhuma mulher melhor do que eu. E sempre volta. Volta porque pode até ter uma coxa mais dura. Pode até ter uma conta bancária mais recheada. Pode até ter alguma descolada que te deixe instigado. Mas não tem nenhuma melhor do que eu. Não tem. Porque, quando você está com medo da vida, é na minha mania de rir de tudo que você encontra forças. E, quando você está rindo de tudo, é na minha neurose que encontra um pouco de chão. E, quando precisa se sentir especial e amado, é pra mim que você liga. E, quando está longe de casa gosta de ouvir minha voz pra se sentir perto de você. E, quando pensa em alguém em algum momento de solidão, seja para chorar ou para ter algum pensamento mais safado, é em mim que você pensa. Eu sei de tudo. E eu passei os últimos anos escrevendo sobre como você era especial e como eu te amava e isso e aquilo. Mas chega disso.

Vou te da um tempo para lembrar de mim um pouquinho, para sentir saudades minhas...vou indo aqui e volto já.

Com um pouquinho de entusiasmo e incentivo, qualquer um chega a qualquer lugar...

Aguenta mais um pouquinho, tudo vai passar, e o mundo voltará a sorrir! Bom dia!

⁠Sentei aqui
De novo
Queria falar
Contar um pouquinho do que está acontecendo
Mas está difícil falar
Quando se vive com pessoas perfeitas
A imperfeição não é aceita
Quando se vive com pessoas que não erra
O erro não é admitido
Num mundo de coragem
Covardes não tem vez
Queria conversar um pouquinho
Chorar no ombro de alguém
Como muitas vezes choraram
Só queria ser
Ter
Só vim aqui pois queria falar um pouquinho
Falar é bom
Me ajuda

Em que momento exato você se desviou só um pouquinho da vida relativamente normal que vinha levando até então, em que momento ela se desalinhou de maneira infinitesimal para a esquerda ou para a direita, embarcando assim na trajetória que acabaria por levá-lo para onde se encontra agora?

Para gerar uma linda flor é necessário...
Uma semente,
Um pouquinho de terra,
E água diariamente.

É assim também com a nossa vida,
Crescemos, erramos, aprendemos e ensinamos.

Cada dia uma possibilidade de crescer, de aprender e de motivar aqueles que nos cercam.

Não devemos ter medo de cair, de se machucar, de enfrentar qualquer que seja o medo, não devemos fraquejar.
Feridas, um dia cicatriza.
Erros, um dia será acertos.
Inseguranças, um dia será confiança.

Se liberte do que te prende,
Permita-se ir além do seu estado atual.

Mude, aceite mudanças, aceite novas oportunidades.

Somos inconstantes, mudamos o tempo todo. Mude, não tenha medo de mudar.

⁠Trair você era lhe matar um pouquinho dentro do meu coração. Eu tenho tanto medo de lhe perder de vez que eu ia tentando lhe perder aos pouquinhos.

Fique mais um pouquinho, amor
Está chovendo muito
E eu tô sem guarda-chuva

Palavras bonitas não são o suficiente para demonstrar todo meu amor, más só um pouquinho de amor é o suficiente para encher-te de palavras bonitas.

SE VC ESTIVESSE CHEGADO ANTES,
UM POUQUINHO ANTES;
TERIA VISTO A ÚLTIMA LABAREDA
CONSUMIR MEU CORAÇÃO.
TEM NADA NÃO;
RECOLHA AS CINZAS COMIGO.

Pensa

Quando estiveres só
pensa um pouquinho em mim.

Recorda o olhar ansioso
te buscando
o pranto tanta vez
oculto em riso,
a minha voz repetindo
o nome teu
e a boca a tomar forma de um beijo
que tanto anseia
mas não pode dar.

Quando estiveres só,
pensa um pouquinho em mim!...

Hoje, falamos a noite, um pouquinho, no fone falando baixinho, e teclando também, de qualquer maneira, você me faz bem, até no silêncio, minha alma fala contigo e você comigo, meu Deus, como te amo.

Não somos melhores amigos acho que sempre fomos um pouquinho mais evoluídos que isso

Tem hora que o amor precisa um pouquinho mais de dedicação para ganhar um fôlego e aguentar a saudade... -Escreveu ela num pedacinho de papel.

Pare um Pouquinho...

Finalmente eu estanco...
E olho atentamente o meu redor.
A vida sem pressa é maior...