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Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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A chuva passou.
A noite um instante volta
A ser fim-de-tarde.

Ter amigos é um segundo ser.

Desconfia que a ambição não seja a cobertura do orgulho e que a modéstia não seja senão um pretexto para a preguiça.

O avarento, por um mau cálculo, sofre de presente os males que receia no futuro.

Não se pode imaginar uma cor, fora das cores do espectro solar. Não se pode ouvir um som, fora da nossa escala auditiva. Não se pode pensar, fora das possibilidades da língua em que se pensa.

Aquele que não tem um objetivo, raramente sente prazer em qualquer empreendimento.

Hábito e rotina têm um inacreditável poder para desperdiçar e destruir.

Um rei muito bom

Conta-se que um fanático rei mandou construir uma cama de ouro,
muitíssimo valiosa, adornada com milhares de diamantes e mandou
que a colocassem no quarto de hóspedes do palácio. Sempre que
havia convidados o rei elogiava a cama e dizia do prazer que
sentia por receber pessoas tão ilustres. Porém, existia uma
condição: o convidado teria que se encaixar na cama que fora
fabricada sob medida. Se fosse gordo, o hóspede deveria ser
cortado para caber na cama, com a desculpa do preço e do valor da
cama.

Era impossível encontrar alguém que se ajustasse ao tamanho do
leito real, porque o homem médio não existe e o móvel do
político-rei era de tamanho único, mas as pessoas são diferentes.
Sendo o rei matemático, mandou medir a altura de todos os cidadãos
e dividiu o resultado entre os cidadãos de sua cidade, assim
obteve o tamanho do homem médio.

Na cidade havia pequenos, gente jovem, gente idosa, pigmeus,
gigantes, porém o homem mediano não havia. E a cama do rei
continuava matando o gordo, o magro, o baixo, o alto... O rei não
tinha culpa nenhuma, ele tinha o maior prazer de receber as
pessoas, elas eram culpadas, porque não cabiam na cama preciosa do
rei. Tão hospitaleiro e tão bom! Ele tinha uma equipe de
funcionários aptos para esticar o baixinho até caber na cama.
Chegava morto, claro! Eram muito esforçados aqueles funcionários
públicos, mas o homem era baixinho, a culpa era dele!

Que lição pode-se aprender! As políticas públicas existem, lindas,
perfeitas, humanas, caríssimas, preciosas! Só que o cidadão não se
ajusta a elas; eles não se encaixam nos hospitais abarrotados e
com filas de espera, não se encaixam nas escolas sem professores,
não se encaixam nas ruas infestadas de bandidos soltos, atirando
pra todo lado, mas o rei tem o maior prazer de fazer o enterro do
hóspede de graça - de graça não - toma o dinheiro do baixo, do
gordo, do magro, do alto e o investe num cemitério pobre, cheio de
mato, abandonado e triste, sem flores. O defunto foi culpado,
porque não teve dinheiro para fazer um plano de saúde e um plano
pós-vida. Que culpa tem o rei?

A educação, esta sim, é a verdadeira culpada! Por que não se educa
para a competência de enxergar e distinguir políticas públicas de
políticas privadas, mas, principalmente, aquelas que deveriam ir
diretamente para as privadas públicas?

Se a publicidade tivesse um pouco mais de respeito pelo público, o público teria muito mais respeito pela publicidade.

A democracia é um instrumento com o qual uma minoria bem organizada governa uma maioria organizada.

Na ação, sê primitivo; na antevisão, um estratego.

É agradável quando seres iguais se unem, mas é divino quando um grande homem eleva para si quem é inferior a ele.

Não existem fracassos, existem apenas aprendizados.

⁠⁠"Eu estava na escuridão,
Perdida na contra mão.
Sempre procurando uma direção
A quão deviria ter minha atenção.

Mas ao que adiantava,
Se o que eu precisava era de uma luz.
Até que então vejo algo a me esperar,
Algo que parece poder prosperar.

Era você,
Procurando também por algo a compensar.

Oh my darling,
Você foi minha luz na escuridão,
Você foi todas as cores em um pleno brilho
E nem todas as luzes da cidade
Conseguiram brilhar como seus olhos naquela noite

Inserida por m_cecilia_

Ouvi dizer que toda tragédia na vida é uma comédia se vista de longe. Isso significa que temos que viver como se estivéssemos nos vendo de longe.

Às vezes, dizer que podemos fazer algo pode ser mais desanimador. Não aprendemos sobre um mundo em que você não precisa se sair bem e pode falhar. Mesmo assim, vamos fazer o máximo que pudermos. Vamos dar nosso melhor. Mas ainda espero que, mesmo que fracassemos, sejamos fortes o suficiente para levantar outra vez.

Sigo o meu caminho como se não pudesse mudar de rota

Não fico desapontada quando meus sonhos não se realizam. Estou acostumada a perder e falhar. Isso se chama ter força mental.

Os adultos nunca aceitam se dissermos que não temos um sonho. Nós precisamos ter um? As pessoas só falam sobre conseguir um emprego.

É preciso habilidade para persuadir alguém.