Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
A vida é aleatória, não é? Num instante, estou trocando obscenidades com um estranho em um estacionamento e, seis meses depois, estamos totalmente apaixonados e nos casando.
A questão é que algo aparentemente insignificante, como onde sentamos à mesa é, na verdade, o acaso ditando se o amor terá sucesso ou se irá falhar.
Eu achei que havia algo especial entre nós. E sei que parece loucura, porque só nos conhecíamos há alguns dias, mas eu… Eu nunca sentir uma conexão como essa antes. Ou desde então. E achei que você sentia o mesmo. Eu só queria… Eu só queria saber… se eu estava imaginando.
Ninguém percebe quando partimos. Quero dizer, o momento em que realmente escolhemos partir. Na melhor das hipóteses você pode sentir um sussurro ou uma onda de sussurros ondulando subitamente.
Vi o horizonte azul entre o céu e a terra. O dia não se alterou… e a cada noite, sonho o mesmo sonho. O cheiro de flores silvestres… O grito que ninguém ouviu… O som do bater do meu coração… como um martelo contra o prego. E os ouço chamando, as vozes dos mortos. Eu queria segui-los até encontrar uma saída. Mas eu sempre retorno para a mesma porta.
“Quando a sua "brincadeira" constrange, humilha e machuca o outro de alguma forma, você está na verdade cometendo um ato de desrespeito.”
Teu olhar me faz enlouquecer. O azul dos teus olhos forma uma combinação perfeita com os meus olhares castanhos, são como as águas dos mares que se misturam com o marrom dos grãos de areia.
Você estava apaixonado por alguém e levou um fora. Acontece mais do que acidente de avião, desastre com romeiros e incêndio na floresta. Corações partidos é o grande drama nacional. O que fazer? Ainda não lançaram um manual de auto-ajuda que consiga eliminar nossa fossa, e dos amigos só podemos esperar uma frase, repetida à exaustão: tire esse cara da cabeça. Parece fácil. Mas alguém aí me diga: como é que se tira alguém de um lugar tão cheio de mistérios?
Eu estava tentando lembrar de todas as pessoas
que um dia passaram por minha vida,
daí pensei que trazê-las ao meu pensamento outra vez
pudesse ser um destino por demais ingrato a todas elas.
- Que estejam felizes, é o melhor que posso desejar.
Então chegou o outro. Primeiro por telefone, que era amigo-de-um-amigo-que-estava-viajando-e-recomendara-que-olhasse-por-ele. Se precisava de alguma coisa, se estava mesmo bem entre aspas. Tão irritante ser lembrado da própria fragilidade no ventre do janeiro tropical, quase expulso do Paraíso que a duras penas conquistara desde sua temporada particular no Inferno, teve o impulso bruto de ser farpado com o outro. A voz do outro. A invasão do outro. A gentil crueldade do outro, que certamente faria parte do outro Lado. Daquela falange dos Cúmplices Complacentes, vezenquando mais odiosa que os Sórdidos Preconceituosos, compreende? Mas havia algo — um matiz? — nessa voz desse outro que o fazia ter nostalgia boa de gargalhar rouco jogando conversa fora com outras pessoas de qualquer lado — que não havia lados, mas lagos, desconfiava vago —, como desde antes daquele agosto desaprendera de fazer. Ah, sentar na mesa de um bar para beber nem que fosse água brahma light cerpa sem álcool (e tão chegado fora aos conhaques) falando bem ou mal de qualquer filme, qualquer livro, qualquer ser, enquanto navios pespontavam a bainha verde do horizonte e rapazes morenos musculosos jogassem eternamente futebol na areia da praia com suas sungas coloridas protegendo crespos pentelhos suados, peludas bolas salgadas. Respirou fundo, lento, sete vezes perdoando o outro. E marcou um encontro.
Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido frequente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste?
Já eram 3h da manhã quando escutou seu celular tocar. Estava na cama, mas não dormia. Em um primeiro instante não pensou em ver quem era, achou que era a companhia telefônica enviando aquelas mensagens chatas novamente. Depois pensou nele e resolveu olhar. E lá estava: “Nova mensagem”. Era dele, dizendo que pensava nela. Ela sabia que deveria ficar feliz por isso, mas não. Eles não podiam ficar juntos. Todos sabiam. Então porque ele continuava fazendo isso com a garota? Porque mandava mensagens no meio na noite? Ele não queria vê-la mal, queria? Ambos sabiam que deveriam esquecer, seguir suas vidas. Mas ele não deixava isso acontecer. Tinham feito suas escolhas, e não escolheram um ao outro. Escolheram o futuro. E era isso. A história que nem havia começado direito precisava acabar ali.
Desde então, porém, eu havia mudado tanto, quem sabe agora já estava pronta para o verdadeiro era uma vez!
'' Mas você escolheu viver dentro de um redemoinho, você estava encurralado na sua irritabilidade constante, e só havia uma saída pra mim: abrir a porta e deixar você adoecendo sozinho.''
“Me desculpe por não ser o que você queria, estava ocupado demais tentando ser o que você precisava.”
O amor é uma coisa simples, simples até demais na verdade, você não escolhe por quem se apaixona por isso, idade, aparência, inteligência e essas coisas todas não importam, você simplesmente ama, você sente aquela vontade de estar com a pessoa o tempo todo e só de pensar nela o coração já erra as batidas, você pensa em dar todo o seu amor para aquela pessoa mesmo sem saber se vai ganhar algo em troca, o amor é um sentimento que aquece o coração, tira sorrisos, lágrimas, risadas e principalmente o orgulho.
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