Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me

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quando se vai caçar e sempre bom procurar um terreno onde a caça seja abundante

Inserida por Kebay1

⁠as vezes não queremos levantar da cama pela dificuldade que está na nossa frente mas um bom guerreiro vai e enfrenta.

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cada um é responsável pela suas próprias decisões.

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⁠a felicidade não está em um lugar está em ti.

Inserida por Kebay1

Estou fechando mais um ciclo. Não está sendo fácil, mas é necessário.

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estar vivo já é um gasto.

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⁠é um saco a gente nem pede para vim a esse mundo e tem que se adaptar a várias regras.

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Às vezes só queremos um dia tranquilo.

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Não saber o que se quer da vida as vezes é um fardo e tédio. ⁠

Inserida por Kebay1

Não olhe para a vida de ninguém. Cada um vive como quer e pode.

Inserida por Kebay1

Ah, se todos soubessem que um lugar em silêncio é a melhor coisa.

Inserida por Kebay1

⁠o dinheiro é Apenas um meio de troca

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Por mais difícil que seja, um dia sempre haverá outro dia.

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Propósito não é um destino fixo, ele se revela no movimento.

Inserida por Kebay1

Se você não tem um foco, tudo vira distração.

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Seja você em um mundo que quer transformar você em outra pessoa todos os dias.

Inserida por Kebay1

Se você não tem um destino para seu dinheiro, ele mesmo se encarrega de ir para outro lugar.

Inserida por Kebay1

O Filho Pródigo é talvez a mais conhecida das parábolas de Jesus, apesar de aparecer apenas em um dos evangelhos canônicos. De acordo com Lucas 15:11–32, a um filho mais novo é dada a sua herança. Depois de perder sua fortuna (a palavra "pródigo" significa "desperdiçador", "extravagante"), o filho volta para casa e se arrepende. Esta parábola é a terceira e a última de uma trilogia sobre a redenção, vindo após a Parábola da Ovelha Perdida e a Parábola da Moeda Perdida.

Esta é a última das três parábolas sobre perda e redenção, na sequência da Parábola da Ovelha Perdida e da Parábola da Moeda Perdida, que Jesus conta após os fariseus e líderes religiosos o terem acusado de receber e compartilhar as suas refeições com "pecadores".[1] A alegria do pai descrita na parábola reflete o amor divino,[1] a "misericórdia infinita de Deus"[2] e "recusa de Deus em limitar a sua graça".[1]

O pedido do filho mais novo de sua parte da herança é "ousado e insolente"[3] e "equivale a querer que o pai estivesse morto".[3] Suas ações não levam ao sucesso e ele finalmente se torna um trabalhador por contrato, com a degradante tarefa (para um judeu) de cuidar de porcos, chegando ao ponto de invejá-los por comerem vagens de alfarroba.[3] Em seu retorno, o pai trata-o com uma generosidade muito maior do que ele teria o direito de esperar.[3]

O filho mais velho, ao contrário, parece pensar em termos de "direito, mérito e recompensa"[3] ao invés de "amor e benevolência".[3] Ele pode representar os fariseus que estavam criticando Jesus.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"A sordidez não é um desvio ocasional do ser, mas uma possibilidade inscrita em sua própria estrutura, ao ponto de ultrapassar as fronteiras do agir e fixar morada no modo como o homem pensa e se compreende."

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O vazio tornou-se quase um comportamento essencial, precisamente porque agrada àqueles que já não sustentam essência alguma.”

Inserida por marcelo_monteiro_4