Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
Palácio de Queluz: Um Encontro de Descolonização
No quadro "Palácio de Queluz", proponho uma inversão simbólica da história: e se os povos indígenas brasileiros atravessassem o Atlântico, invadissem Portugal e reivindicassem o que lhes foi tirado?
Recrie o Palácio de Queluz como palco de uma devolução imaginária. Não se trata apenas de revanche, mas de justiça histórica, em que as riquezas extraídas das terras indígenas voltam às suas origens. A recente repatriação do manto tupinambá da Dinamarca, após mais de 300 anos, inspira essa reflexão. Esse símbolo sagrado ecoa a luta dos povos indígenas por memória e pertencimento.
Vocês podem considerar esse pensamento utópico, mas, se o trouxermos para os dias atuais, veremos que a colonização persiste em novas formas. À medida que as big techs continuam a colonizar nossos territórios, explorando dados e lucros sem retribuir de forma justa às comunidades afetadas, temos uma nova versão da exploração que repete as dinâmicas coloniais do passado.
Minha busca aqui não é apenas despertar a imaginação, mas também provocar uma inquietação política. Essa inversão desafia as narrativas de poder, expõe as feridas da incursão portuguesa e provoca a pergunta: o que significa devolver o que foi tomado?
Assino esta obra como um gesto artístico e político, para repensarmos os lugares que ocupamos no passado e os que podemos recriar no futuro.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Você me fez suspirar
É dona de um beijo singular
Reascendeu em mim o desejo de escrever cartas
Ao reler algumas dessas frases sinto um imenso orgulho por tal sentimento
Quando lhe vejo é como um corpo ressequido que se deleita num banho quente e gostoso
Experiencio um acréscimo de vida quando estou contigo!
Faz-me sentir uma pessoa superior, pois você é beleza das flores
Ao seu lado as horas passam rapidamente
Cada noite ao seu lado é um êxtase
Minha alma se veste de um luxo esplendoroso de emoções
@R_Drigos
Quando a gente está preparado para viver um amor de almas, entendemos o que é liberdade... quando você não precisa agradar o outro, mas sim fazer um mimo para o seu próprio coração. A lei do amor é exatamente assim: te liberta das prisões ilusórias das paixões carnais,a experiência de um encontro de almas é verdadeiramente uma ligação com o todo. é uma magia vivendo dentro do universo!
Um dia a gente aprende, aprende a olhar para nossos erros, aprendemos a olhar para nossas sombras; assim, ganhamos luz na consciência. aceitando uma parte de nós mesmos como imperfeição aliamos com ela e expandindo nossa sabedoria interna!
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
Depois de machucar, o corpo cicatriza, constrói um tecido mais grosso, e você não sente mais dor onde machucou. Assim também é a vida.
Se um indivíduo pegar várias frases existentes e cortá-las, e reunir outras frases com elas, ele não é honesto consigo mesmo.
Fenômenos naturais tornam-se uma meta para os homens em prol do estudo, tornando-se um projeto para a futura construção de várias coisas. Um deles, por exemplo, a matéria-prima do papel é a árvore.
Quando um filósofo como Nietzsche obtém, assim, a hiperconsciência, tudo isso não funcionará a menos que se obtenha primeiro a autoconsciência, para que se saiba como ela funciona.
Um estudante que está lendo seriamente um livro por interesse em seus estudos, e destemidamente saberá que um professor está realmente ensinando corretamente.
Deus inventou, o ser humano, e desde a infância de um indivíduo, com a inteligência embutida, para se desenvolver, ao longo da vida, como um livre arbítrio, para acreditar no que quiser.
Não se trata apenas de ler um livro, em questão, ficar, apenas nos conceitos das palavras e não perceber a base conjugal da realidade expressiva que se integra entre a sua consciência e os contextos.
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