Estava um Pouquinho Ocupado Desculpe me
É alegria contagiante
O bom menino sonhador
O curumim de pé no chão
Com um futuro promissor
É felicidade esbravejante
De uma infância verdadeira
É um sonho de toda criança
Brincar nas brincadeiras
áh um reflexo no sorriso
Puro e encantador
Um brilho forte no olhar
A felicidade contagia
Espalhando essa magia
Que infância boa de lembrar
Sou curumim anticorpus
Sem limites parar sorrir
As curvas da alegria em meu rosto
Brincar na terra, era de divertir
O sonho de cada criança
Um dia crescer vira gente e progredir
Realizar o realizado
Ter um futuro bom e abençoado
E um caminho para seguir
O sonho de toda gente
Um dia voltar a ser criança
Ser feliz é ficar contente
De ter uma grande infância
Mínimo inocente
Eu já fui um curumim.
Quanta inocência nos olhos do mundo
Vejo a alegria em cada olhar
Um sorriso liberto no rosto de uma criança
A felicidade espalhada no ar
Cada criança imaginando
Seus sonhos realizar
A leveza do amor de um coração puro
Em uma brincadeira de infância
Toca profundamente a alma
Pra um futuro á esperança
O som das águas me acalma
Poucos podem comparar
É curumim e cuiantã
Brincando de mergulhar...
Abraços
Sensação inexplicável
Um momento único
Gostoso e incontrolável
Aperto forte que sufoca o coração
O melhor remédio
Para tristeza, as dores e solidão
Um minuto agarrado, abraçado
Um respirar profundo
Um gosto a mais sensação de outro mundo
Abraços de verdade só se encaixa
se for tudo igual
Terem as mesmas sensações
O toque nos corações
Desejo sentimental...
Essa distância entre eu e você
É da terra até a lua
Longe de mais sem poder tiver
É um mundo sem noção
Sem batidas no coração
Sem ar pra respirar
Sem forças para andar
É uma tremenda solidão
Que habita em mim
Sem te ter aqui me sinto só
As baixinhas
São perfeitas e delicadas
Como flores abençoadas
Lindas e engraçadinhas
São um amor as baixinhas
Elas merecem um bom cuidado
Todo carinho é cobrado
Fácil de abraçar olhando para o chão
São tão fofinhas de bom coração
Baixinhas muito loucas
Estrovetidas até aos pés
Sensíveis, chatinhas delicadas são
um anjo enforma de gente
Fico todo contente....
Ver um docinho desse tamanho
Um amor...
Eu era um filhotinho todo pelado
Eu tinha meu ninho e você do meu lado
Me esquentava no frio, me protegia do calor
Sua asas me cobria da chuva, meu escudo protetor
Você dava sua vida para cuidar sempre de mim.
As vezes ficava abatida, por ficar sem dormir
Nas noites mais assustada, você ficava acordada
Avançava encima do mal, que aparecia nas madrugadas
Demanhã eu estava sozinho
É a senhora voava no além, para pegar meu alimento
Sem ter medo de ninguém
Voltava satisfeita com tamanha refeição
Alimentava-me com insetos e grãos
Assim eu fui crescendo
Entimidando o mundo, minhas plumas aparecendo, para mim era tudo
Passei ajudar minha mãe, sem saber ainda voar...
Ficava junto dela, vendo a noite passar
Confiando um ao outro, com a coragem de um leão...
Enfrentado todos os medos, que apareciam pelo chão
O tempo se passou, em várias estações
Um pássaro se transformou, com grandes dimensões
O vento balançava, meu ninho sem parar
Foi diante desses ventos, que abre as asas para voar
Um ciclo se passou, aprendi a viver sozinho
Foi deixando minha mãe, e abandonando meu ninho!
Aprendendo ser alguém como um grande passarinho
Com uma grande felicidade, mais que tristeza causou
Lágrimas nos olhos de sua mãe
em saber que o filho de baixo das suas asas voou...
Minha vida é um filme
E Deus é meu diretor
Ele me dá as cenas mais difíceis
Para mim contracenar
Cada cena no seu tempo
Cada flash na memória
São gravadas pela vida
É um filme de história
Eu sou o protagonista
Mais as vezes sou vilão
Não posso dizer o final
Desse filme de superação.
Eu e você, numa noite tão linda
Um céu estrelado e um luar maravilhoso
Um momento único
E você nos meus braços
Olhando pro céu e vejo você nas estrelas
O vento nos toca a pureza nos encanta
Seus olhos me fascinam
E enche meu coração de desejos
Seu beijo é afortunado de mel em minha boca
E em teu burgo minhas mãos acariciam suas curvas
Na pele macia e o sumptuoso orvalho caindo sobre nós.
O amor e o ódio
Eles andam lado a lado
Ambos não são iguais
Um nasce amando
E o outro machucando
Ambos são apaixonados
O amor nasci de dentro pra fora
Espalhando alegria
O ódio nasce de fora pra dentro
Causando agonia
Sinto uma tristeza grande no peito
Um silêncio paira no ar
Lágrimas escorrem dos meu olhos
No coração sinto um aperto
Junto comigo o mundo está a chorar
A maior burrice de um político no processo educacional é enaltecer os professores concursados
e manter os contratados como servos inúteis.
Um pintor contrito, precisa do silêncio para meditar, se inspirar e contemplar a magnitude da beleza divina.
O homem contemporâneo, vive à procura de um sinal, e caminha em várias direções, mas
uma verdadeira resposta está no interior do seu próprio silêncio.
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