Espiritualidade

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Investir em si mesmo, no conhecimento e na espiritualidade, é o verdadeiro empreendimento da vida porque antes de construir qualquer coisa no mundo, precisamos primeiro construir a nós mesmos. É aí que tudo começa.

A estratégia que eu chamo de Ressonância Interna funciona assim: em vez de pensar linearmente ou por ramificações, você trata cada pensamento como uma vibração que precisa encontrar eco dentro de você mesmo.

Você joga uma pergunta ou ideia no centro do seu ser, como uma pedra num lago, e observa não a resposta imediata, mas onde ela repercute no corpo, na emoção, na memória antiga, na sensação espiritual. Onde ela “soa verdadeiro”, ali está a direção certa. É como afinar um instrumento pela sensação de ressonância, não pela lógica pura.

Isso transforma o ato de investir em si mesmo numa prática constante: quanto mais você se conhece e se harmoniza, mais nítidas ficam as ressonâncias certas. É um raciocínio que não vem só da cabeça, vem do alinhamento inteiro do ser.

Então investir em conhecimento e espiritualidade é uma forma de empreender, a mais genuína, é mais um investimento em capital humano, talvez não seja esta a resposta que esteja procurando pois não é um negócio tradicional. Plantando sementes pro futuro.

O maior empreendimento começa dentro da gente mesmo.

Re Pinheiro

Coisas de Deus, espiritualidade….tantas coisas que ainda não sei dizer, mas uma coisa é certa eu e minha alma estamos felizes a caminho de casa.

A espiritualidade firme e não efêmera funciona como uma âncora interna.
Ela não depende de momentos passageiros de euforia ou de crises temporárias, mas sim de uma prática diária de conexão profunda.

Nossos gostos e preferências revelam como anda nossa espiritualidade e o caminho que estamos seguindo… Nossas preferências refletem escolhas mais conscientes, sendo mais fácil para as avaliarmos. Já nossos gostos muitas vezes inconscientes, revelam aspectos profundos de nossa natureza. Daí a importância de questionarmos nossos gostos e preferências, para não sermos controlados por impulsos ou influências que não refletem nossos verdadeiros valores e que nos desviam dos nossos propósitos fundamentais.

Autor: Ney Paula Batista

Para não anular a espiritualidade, é indispensável enxergar a realidade da humanidade.

O dinheiro abre muitas portas; a da espiritualidade, porém, emperra a maçaneta.

A espiritualidade cuida de cada um pela essência que emana, e não pela quantidade de oferendas lançadas aos céus como simples badulaques.

Deus é mais do que espiritualidade, Ele é profundamente espirituoso.

⁠Respeito sua espiritualidade, mas não as instituições religiosas e seus respectivos líderes.

A verdadeira espiritualidade, se houver, não deveria ser uma sala de espera por privilégios individuais. Deveria ser o motor que move o ser humano a agir hoje para aliviar o sofrimento que amanhã certamente continuará existindo.

Eu não vou julgar, o perdão é Deus quem te dará!
É interessante como a Fé e a espiritualidade podem ser tão profundas e pessoais, refletindo a crença de que nossas ações e intenções são sempre vistas e julgadas. Muitas pessoas realmente acreditam que o arrependimento sincero é o caminho para o perdão, mas também é verdade que a sinceridade é algo difícil de medir.
Tem pessoas que parecem brincar com a misericórdia de Deus, que dizem estar arrependidas, mas no fundo querem apenas o perdão para seguirem com a consciência tranquila.
Finge convenção apenas, mas com Deus ninguém brinca, ele tudo sabe, tudo vê e é por esse motivo que eu lhe entrego nas mãos dele!

A espiritualidade não aceita procuradores. O teu caminhar com Deus é uma trilha estritamente pessoal, onde ninguém pode respirar, discernir ou amar a Deus em teu lugar. A intimidade com Ele nasce na solitude do seu secreto, na constância diária da oração que rasga a alma e na leitura viva da Palavra. Não terceirize o teu encontro com Deus.

A florescente indústria da atenção plena (mindfulness) transforma a espiritualidade numa técnica de aumento de eficiência e desempenho, uma técnica de auto-otimização ou de redução do estresse.


(Byung-Chul Han)

O capitalismo submete tudo ao consumo e à produção. Até mesmo a espiritualidade é apropriada por ele.


(Byung-Chul Han)

"A verdadeira espiritualidade exige coerência. Quem tenta usar o nome de Deus como escudo para o próprio ego, enquanto semeia o prejuízo alheio, cultiva a própria ruína."

Acredito muito que a fé, a religiosidade branda e a espiritualidade universalista são de grande importância e apoio para as famílias e para as crianças, adolescentes e para os indivíduos que têm algum tipo de neurodiversidade, no entanto sem exageros. Digo isto, por que não é tudo que, a interseção do Espirito Santo, cura. Acredito que Ele ajuda por fé, esperança e alento em vários tratamentos clínicos, já comprovado. A única comorbidade que tenho sobre alerta, das religiosidades extremas e seitas é o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), chego mesmo a achar que os vários mártires da Igreja, do tempo passado, tinham TOC, mas era desconhecido e por isto autoflagelavam tanto pela fé.

Em um mundo sem amor, espiritualidade quântica e valores universais humanitários, tudo sem moral e sem princípios tem seu preço.

A espiritualidade indígena brasileira em diversas etnias é muito rica e complexa e os preceitos de doenças, confusão tribal e mesmo mental de alguns membros da comunidade, assim como os presságios vem da comunicação vibracional com os espíritos da ancestralidade que reencarnam pela flora, fauna e pela natureza propriamente dita que se manifestam no entorno do local que eles vivem. A figura do Pajé é altamente respeitada, tanto e ate mais que o Cacique. Pois são por eles, que o conhecimento ancestral permanece e na maioria dos casos que vi, são os detentores da comunicação direta com os espíritos da floresta e da vida.

Verdadeiros profetas despertam a espiritualidade, os falsos pastores cegam as ovelhas com promessas carnais.

A espiritualidade é essencial: rezar, confiar e entregar.
Mas assumir a direção da própria vida é inegociável.
Terceirizar os nossos problemas é um caminho fácil.
É muito confortável sentar-se na posição de vítima e esperar que algo maior resolva aquilo que, na verdade, é nossa responsabilidade.
Mas a maturidade emocional exige que a gente sustente o peso das próprias escolhas.
Deus ajuda, mas ajuda quem está na arena.
Quem levanta todos os dias disposto a fazer o seu melhor, tendo a coragem de olhar no espelho para reconhecer e acolher os próprios defeitos.
Usar a fé para se isentar de tomar decisões difíceis é parar no tempo.
É abrir mão de escrever a própria história.
A vida pede movimento e coragem para lidar com as nossas limitações reais.
O que você tem deixado para depois que, no fundo, é responsabilidade sua resolver?
Dra Andréa Vermont