Espetáculo
"Tem gente que admira tanto a minha vida que compra até pipoca para assistir o espetáculo."
-Aline Lopes
Nesse Imenso Espetáculo Chamado Vida
Quando a Cortina Se Fecha Podemos
Perceber o Verdadeiro Sentido Pelo
Qual Atuamos a Felicidade.
A noite estrelada, um espetáculo celestial,
Com estrelas brilhantes, e um céu tão belo.
Mas você passou, como uma estrela cadente,
Deixou um rastro, de sonhos desfeitos.
A lua cheia, um sorriso irônico,
Ilumina a noite, e os meus erros.
As estrelas cintilam, mas não me guiam,
Pois segui o meu coração, e me perdi.
A noite estrelada, que antes era mágica,
Agora é um lembrete, de uma lição aprendida.
Que às vezes é preciso, perder para crescer,
E as estrelas continuam a brilhar, para quem sabe aprender.
NO FIM DO ESPETÁCULO
No fim do dia -Quando as luzes se apagam
Quando as cortinas se fecham,
Quando os atores saem do palco,
Quando os aplausos não ecoam mais,
Quando as máscaras são guardadas...
Bem,
quando chega ao fim do espetáculo eu não valho a pena.
No momento em que a tinta seca,
No momento em que o quadro está pronto,
No momento em que os pincéis e a tinta são guardados,
No momento em que a obra já não é mais contemplada...
Então, no momento final, vejo que eu não valho a pena.
Logo a música chega às notas finais,
Logo os cantores já não cantam mais,
Logo a sinfonia está acabando,
Logo a realidade recai, logo o silêncio ecoa..
Logo eu escuto:
eu não valho a pena.
Assim que a escrita termina,
Assim que as ideias param de fluir,
Assim que são escritas as últimas palavras,
Assim que são expressos os últimos sentimentos,
Assim que chega à última estrofe do poema,
Assim que eu percebo que estamos chegando ao ponto final...
Assim que eu percebo que, no fim do dia e no fim do poema-
eu não valho a pena.
Enquanto eles não descerem do espetáculo palanquial e o povo aprender a votar, continuarão a discutir quem é o responsável pela “segurança do mosquito”!
Brasil, terra de homens acovardados,
amordaçados pela própria natureza,
um espetáculo vergonhoso de espíritos quebrados,
que deixaram a coragem morrer no silêncio. Homens sem voz, sem luta, sem alma,
reféns do medo e da resignação,
que em suas próprias correntes se prendem,
e deixam o país afundar na inércia. Um homem com o espírito quebrado
é nada que sombra de sua essência,
e não há liberdade possível onde há medo,
não há futuro sem coragem para enfrentá-lo. Brasil, levanta essa voz que não pode calar,
ressurge desses escombros de fraqueza,
pois homens verdadeiros não se dobram,
eles lutam, persistem e renascem quando tudo parece injusto impossível, acorda Brasil.
Um belo espetáculo de cores quentes bem diante dos olhos, durante uma tarde agradável que se despede com um encanto celeste que mais parece um sonho, apresentando detalhes fascinantes que enriquecem, iluminando o semblante, desafiando o lado monótono da realidade, proporcionando um simples momento emocionante num tom de felicidade.
A amizade sincera não pede espetáculo nem jura eternidade; ela se revela no gesto discreto de permanecer quando o brilho cessa e a alma se mostra sem ornamentos. É rara porque não deseja salvar, corrigir ou competir — apenas testemunhar. E, num mundo viciado em plateia, ter alguém que veja sem invadir e fique sem possuir é uma das formas mais silenciosas de amor.
A verdadeira compaixão não busca plateia, nem transforma a dor alheia em espetáculo; ajuda em silêncio, porque sabe que a dignidade vale mais do que a exibição de um ato.
Nem todo espetáculo merece plateia.
Há quem precise de atenção para sustentar o próprio vazio.
A essas pessoas, o silêncio, a distância
e a ausência do nosso olhar
são a resposta mais poderosa.
Espetáculo final
Qual é o público que espia pela gaiola
enquanto atuamos no palco?
Quem são aqueles que puxam nossas cordas e
fazem o espetáculo?
O show acabou, nos aplaudiram, a cortina se
fechou, as luzes se apagaram, saímos do
palco, e agora?
SINGULARIDADE MARÍTIMA
"Quando o Sol reina, um espetáculo. Quando as estrelas reinam, um reflexo da glória dos céus."
