Especie
Eu sou o bem e o mal, o doce e o amargo, a luz e as trevas, o amor e o ódio,eu sou uma espécie de yin yan. Eu sou de peixes.
Seria muita presunção e nada modesto de nossa parte, acharmos que somos a única espécie de vida inteligente neste vasto e pouco conhecido Universo.
Quando meu coração te encontrou
Minha alma explodio em goso intenso
Uma espécie de Êxtase inconsciente com consentimento da libertinagem ,soltando gemidos de dor não existente, me excitando a alma,acendendo o fogo,acordando os bichos trancados em mim.
Não importa a espécie, o Amor é algo que não se mede ou se classifica, ele apenas é em sua totalidade.
Um ser vivo é majestoso e sagrado em cada fração de segundo onde a vida se faz presente ❤
Algumas pessoas têm luz na alma e no olhar... Tem no sorriso uma espécie de ternura que cativa. Tem na simplicidade de ser (apenas ser), o encanto da beleza que nasce antes do lado de dentro... Porque aqui fora, já é flor de formosura.
Há, por exemplo, entre as mariposas, certa espécie noturna da qual as fêmeas são em número muito mais reduzido do que os machos. As mariposas se reproduzem da mesma maneira que todos os outros insetos: o macho fecunda a fêmea, e esta põe ovos. Quando se captura uma dessas fêmeas (e numerosos naturalistas já comprovaram o fato), os machos vão dar ao lugar onde ela se encontra prisioneira, depois de voarem vários quilômetros de distância, viajando horas e horas através da noite. Presta atenção! A vários quilômetros de distância os machos sentem a presença da única fêmea existente nas imediações. Tentou-se buscar uma explicação para o fato, mas é muito difícil de explicar. Talvez os machos tenham o sentido do olfato extraordinariamente desenvolvido, como os bons cães de caça, que conseguem achar e seguir um rastro imperceptível. Compreendes? A Natureza está cheia de fatos como este, que ninguém consegue explicar. Mas imagino que se, entre essas mariposas, as fêmeas fossem tão freqüentes quanto os machos, estes talvez não tivessem um olfato tão fino. Se o têm é porque se viram na necessidade de exercitá-lo a tal ponto e a intensificar sua sensibilidade. Quando um animal ou um homem orienta toda a sua atenção e toda a sua força de vontade para determinado fim, acaba por consegui-lo. O mesmo acontece com o que antes dizíamos. Se observarmos uma pessoa com suficiente atenção, acabaremos por saber mais a seu respeito do que a própria pessoa.
(...) É necessário perguntar-se sempre, duvidar sempre. Mas a coisa é muito simples. Se uma dessas mariposas noturnas de que falamos pretendesse orientar toda a sua vontade em direção a uma estrela ou a outro fim semelhante, é claro que nada conseguiria. Mas nem sequer pretende isso. Busca apenas o que tem para ela um sentido e um valor, algo que lhe é necessário e de que não pode prescindir. E é então precisamente quando consegue também o inacreditável: desenvolver um sexto sentido, que só ela possui entre todos os animais. Nós, os homens, temos um campo de ação muito mais vasto e interesses mais amplos do que os animais. Mas também nós nos achamos inscritos num círculo relativamente pequeno e não conseguimos ultrapassá-lo. Posso imaginar muitas coisas, imaginar, por exemplo, que meu maior desejo seria chegar ao Pólo Norte ou algo semelhante; mas só poderei querer isso com suficiente intensidade e realizar esse desejo quando ele realmente existir em mim e todo o meu ser se achar penetrado por ele. Quando isso acontece, quando intentas algo que te é ordenado de dentro do teu próprio ser, acabas por consegui-lo e podes atrelar tua vontade como se fosse um animal de tiro. Se eu me esforçasse agora no sentido de que, por exemplo, o nosso pároco não usasse óculos, não haveria de conseguir nada. Seria apenas um jogo. Mas, quando no outono passado, surgiu em mim o firme propósito de mudar de lugar na classe, tudo aconteceu maravilhosamente. Logo apareceu um aluno, que até então estivera doente e cujo nome começava por uma letra anterior à inicial do meu, e como alguém devesse dar-lhe o lugar nos primeiros bancos, fui eu, desde logo, quem lhe cedeu o lugar, precisamente porque minha vontade já se encontrava preparada para aproveitar a primeira ocasião.
(Demian)
Reproduzimos a nossa espécie estabelecendo contato entre os genes do pai com os genes da mãe. Estes fatores hereditários podem ser dispostos num número quase infinito. Física e mentalmente, cada um de nós é exclusivo. Qualquer cultura, que no interesse da eficácia, ou em nome de qualquer dogma político ou religioso, procura padronizar o indivíduo humano, comete um ultraje contra a natureza biológica do homem.
(Admirável Mundo Novo)
Todos os homens são aptos a perpetuar a espécie;
mas a natureza forma e escolhe
aqueles que são dignos de perpetuar uma idéia.
Quando enfim eu nasci minha mãe embrulhou-me num manto
Me vestiu como se fosse assim uma espécie de santo
Mas por não se lembrar de acalantos, a pobre mulher
Me ninava cantando cantigas de cabaré
Estou com fome de alguma coisa que nem sei o nome, uma espécie de mistura mágica que possa anestesiar o estômago e alimentar a alma.
"Racistas só podem ser alguma espécie inferior aos Homo sapiens, que aflora, infelizmente em dias
atuais como um vírus incrustado na demência pior: a burrice! Herança Maldita!
Até hoje não sabem o que é adaptação ao meio, o por que da porcentagem e a existência da melanina na nossa pele, dentre outras características fenotípicas, piorou entender o momento genótipo. Coitados! É o unico prazer/orgarmo, que tem na vida... Triste vida... Eu não posso ter pena!!"
Os animais quando atacam os seres humanos ou outros animais da sua espécie, se baseiam na auto defesa ou na cadeia alimentar. Relativo ao instinto!
Mas e os seres humanos, atacam baseados em quê?
Na ganância?!
Pensem o que quiserem a meu respeito, eu não ligo. Sou uma espécie rara, sou liberto, sou desapegado, sou pleno e aceito a minha vida como ela é. Enquanto muitos buscam um amor sincero, amigos verdadeiros e uma consciência tranqüila, eu estou aqui, à sombra do sossego e desfrutando há tempos de todas essas conquistas. E nem venham me dizer que é apenas sorte. Na verdade, pra ter o que se quer, a gente tem que merecer. Quer também? Então faça por onde.
Eu pensara até então que, de certa forma, toda minha evolução conduzira lentamente a uma espécie de não-precisar-de-ninguém.
A sátira é uma espécie de espelho onde aqueles que o fitam descobrem a cara de toda a gente, menos a sua.
