Escolha
Não é muito a sua cara deixar as coisas acontecerem. Mas, seja qual for a sua escolha, saiba que sempre pode contar comigo.
Todos os dias, cada um de nós causa um impacto no planeta. Só os mais pobres não têm escolha, eles fazem o que precisam para sobreviver. Vou deixar o mundo um pouco melhor ou não? Depende de nós.
É muito mais fácil fazer escolhas quando você só tem que prestar contas para si mesmo.
A felicidade não é um destino fixo—ela está nas escolhas diárias, nos pequenos momentos que nos permitimos viver e sentir. Às vezes, nos prendemos ao medo, à dúvida, ao receio de errar. Mas dar-se uma chance é um ato de coragem, um presente que oferecemos a nós mesmos.
Ser feliz não significa ter tudo resolvido, mas sim aceitar que podemos recomeçar, mudar de ideia, respirar fundo e seguir em frente. O primeiro passo pode ser pequeno, mas é poderoso. E, mesmo que o caminho não seja perfeito, a tentativa já é uma forma de vitória.
Seja gentil consigo. Permita-se experimentar a leveza de novas possibilidades. Quem sabe, ao se dar essa chance, a vida surpreenda de uma maneira que você nunca imaginou.
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Valdecir Val Neves - Vila Velha - ES
Vivemos numa era de escolhas infinitas, onde o que mais sobra são opções vazias e encontros superficiais. Mas no meio desse caos, encontrar quem realmente te escolhe com alma é como encontrar um tesouro perdido raro, precioso, indispensável. Porque conexão verdadeira não é questão de acaso, é um milagre silencioso que rompe distrações, toca o coração e transforma tudo ao redor. Quem tem, sabe: não é sobre ter muitos, é sobre ter o certo, aquele que faz cada momento valer ouro.Falo o que o coração não se cala, porque a verdade, quando dita, liberta. Quem sente, entende. Quem vive, sabe. Seguimos juntos nessa busca pelo real. “Em tempos de excesso, quem te escolhe com alma vale ouro. Opção tem demais, mas conexão… conexão é milagre.”
Todos os dias Deus nos coloca diante de uma escolha: vida ou morte, bênção ou maldição. Que você escolha obedecer, confiar e andar com Ele.
As nossas escolhas e decisões do hoje - o semear - tem a força determinante para impor as consequências que definem a realidade do amanhã - a colheita
A Neuroplasticidade e a Escolha das Companhias: o Poder Cientificamente Comprovado de Transformar Sua Vida em Apenas 24 Meses
As pesquisas mais recentes em neurociência e psicologia comprovam: em apenas 24 meses — dois anos — o cérebro humano é capaz de uma transformação profunda, estrutural e definitiva.
A neuroplasticidade, esse mecanismo silencioso e infalível, responde a tudo aquilo que você escolhe viver, aprender e, principalmente, compartilhar. As pessoas com quem você convive, os ambientes que frequenta, os saberes que troca e os vínculos afetivos que cultiva moldam, de forma contínua, o seu padrão cerebral, emocional e comportamental.
A urgência dos tempos modernos alimenta o desejo pelo “imediato”, mas é preciso compreender: dois anos, embora pareçam pouco, são suficientes para mudar completamente a maneira como o seu cérebro processa emoções, pensamentos e decisões.
Se, por 24 meses, você permanecer nos mesmos ambientes, ao lado das mesmas pessoas, praticando os mesmos hábitos, colherá exatamente os mesmos resultados. Mas, se escolher mudar — se cercar de quem eleva, inspira e desafia —, as conexões neurais se reorganizarão com uma força que nenhuma vontade isolada seria capaz de produzir.
Dois anos. Esse é o tempo necessário para que o seu cérebro desenhe novos mapas, substitua antigos padrões e crie novas respostas automáticas.
Conferências científicas ao redor do mundo confirmam: a plasticidade cerebral não é teoria — é um fenômeno real, potente e acessível a todos.
Portanto, não se iluda: o destino não é sorte, é escolha. E a sua transformação depende, em grande parte, das pessoas que você escolhe ter ao seu lado e dos conhecimentos que decide compartilhar.
Em 24 meses, você pode ser alguém completamente diferente — mais lúcido, mais forte, mais consciente, mais feliz.
Escolha com coragem. Viva com intenção. Compartilhe com sabedoria. Seu cérebro e sua vida se transformarão.
— Diane Leite
Solidão não é escolha, é reflexo.
A solidão não foi uma escolha.
Ela veio.
Veio depois de várias quedas,
decepções que calejam mais do que a gente mostra.
Não foi uma decisão consciente,
foi defesa.
Foi instinto de quem cansou de se machucar tentando pertencer.
Parece escolha, eu sei.
Mas por trás dela tem medo.
Medo de ser rejeitado.
Medo de entregar tudo e receber o vazio.
Medo de nunca ser feliz de verdade.
Solidão não é estar só.
É estar com muitos e, mesmo assim, se sentir ausente.
É rir no grupo e, por dentro,implorar por silêncio.
É desejar companhia,
e no segundo seguinte,
querer sumir.
Você entende?
Já sentiu isso?
Sentir tudo… e ninguém notar.
Querer fugir, mas torcer pra alguém vir atrás.
Tive amigos.
Perdi amigos.
Fiz tudo,juro.
E mesmo assim, fui deixada de lado.
Me joguei no amor porque o “meio-termo” nunca existiu pra mim.
Amei como quem não sabe amar pouco.
E ainda assim… fui partida de novo.
A vida é esse ciclo estranho:
cair, levantar, tentar outra vez.
E cada vez dói. Dói diferente, mas dói.
A gente espera, né?
Espera sentir de novo.
Espera ser vista, ser ouvida, ser acolhida.
Espera que, dessa vez, o final seja outro.
Talvez…
Talvez agora seja a minha vez.
De me amar primeiro.
De ser por mim.
De entender que o agora é tudo o que tenho.
Sonhar é bonito, sim.
Mas me olhar no espelho e saber que mereço mais,isso muda tudo.
By Priscilla Reis
"A pior ratoeira não é a que nos colocam, é a que armamos com nossos próprios medos, escolhas e silêncios."
