Escolha

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Cada escolha
Uma renúncia
Essa é a vida.
Estou lutando
Pra me recompor...

Independente da escolha, vc tem que perde pra ganhar.

O tanto faz as vezes não é uma escolha ele é inevitável.

O amor não é frustante, nos frustamos com as pessoas.
O amor é um recomeço, é uma escolha .
O amor encontra quem merece esse sentimento.

Meus erros estiveram expostos, nunca fingi ser perfeita, fiz escolhas erradas e sofri as consequências. Caí, aprendi, me levantei e hoje ando de cabeça erguida, coração leve e a consciência tranquila, pois me machuquei, mas nunca usei a maldade para prejudicar a vida de ninguém.

Não se deixe influenciar, pois ninguém irá sentir as consequências de suas escolhas.

As nossas escolhas significam criar uma possibilidade para nossa vida, abrir uma porta para novas consequências que determinarão novas escolhas, no entanto, nosso coração só tem uma escolha: o amor.
E sofremos quando fazemos escolhas que nos afastarão daquilo que verdadeiramente deseja nosso coração.
Fica uma dor contida dentro de nós.
Sentimos o pulsar do nosso coração como se sinalizasse em qual direção deveríamos ter seguido.
E então vivemos fugindo de nós mesmos, porque em nós está o sofrimento por não ter vivido aquilo que nos tornaria uma pessoa feliz, que nos tornaria amantes da vida, das nossas escolhas.

Fui achando meus espaços, descartando meus pecados, acreditando nas escolhas. Hoje tenho o andar mais solto, não pela facilidade do caminho, mas por ter total domínio dos meus pés."

Quem te quer bem, um dia entenderá suas escolhas, mesmo que para os outros não faça sentido na hora, mas não desista de lutar pelo que mais se quer... Pelo que mais se ama.

Amar pessoas é também aceitar suas vidas, seus sonhos e suas escolhas, por mais destruidoras que possam ser.

A cada nova escolha, uma renúncia a ser feita.

Se fosse simples anular todas as escolhas de independência, o mundo que você conhece deixaria de existir e o amor não teria significado.

Há momentos na vida que nos deparamos com encruzilhadas. As escolhas que fazemos nesses momentos podem definir o resto dos nossos dias. Claro que quando nos deparamos com o desconhecido, muitos preferem fazer a volta e retornar.

Precisamos entender que a vida é feita de escolhas. Quando escolhemos algo, precisamos estar preparados para arcar com as consequências, que nem sempre são fáceis de lidar.

Ser feliz é uma escolha, que não escolhe os tristes...

São águas passadas. Escolha outra estrada e não olhe pra trás.

Não é porque eu te amo, que eu vou ficar com você. Te amar não foi uma escolha minha, mais sofrer por você é!

As pessoas farão coisas cruéis com você, ainda assim, escolha ser uma boa pessoa.
Não permita que a maldade dos outros te impeça de ser alguém incrível.

O modo como observamos o mundo que nos cerca é a escolha da realidade na qual desejamos estar inseridos, mesmo que isso por vezes seja de difícil compreensão.
De acordo com a física quântica, todas as nossas possibilidades estão acontecendo simultaneamente, porém quando focamos a nossa atenção para a realidade, apenas uma possibilidade é concebida como real para que possamos experimentá-la como experiência de vida.

O problema é que, devido às nossas dependências emocionais, acabamos repetindo padrões indesejados, achando que, apesar das infinitas possibilidades de escolhas que temos, não possuímos a capacidade de rumar para o diferente. E - como consequência - passamos a nos repetir indefinidamente.

A questão é que as nossas identidades estão insistentemente engajadas neste circuito. As respostas bioquímicas em nosso corpo que têm a ver com a alegria, o prazer ou a dor, seguem sempre o mesmo caminho emocional e acabamos por não conceber, por mais que possamos desejar, a ideia de que podemos ter outros coloridos com relação à alegria ou a situações totalmente novas. Na grande maioria das vezes sequer concebemos a hipótese de que atuamos em meio aos nossos vícios e padrões emocionais repetitivos. E mesmo se já estivermos aceitando estas percepções, talvez devido às nossas crenças (e dependências emocionais?), ainda custamos a conceber que temos o poder para criar algo de efetivamente novo em nossas vidas.

Se desejarmos algo intensamente, a ponto de perdermos a referência de quem somos - da nossa identidade conhecida - e nos tornarmos o desejo em si, o novo pode emergir em situações totalmente inusitadas. A fixidez da vida repetitiva poderá se transformar naquilo que a consciência é em essência: Mutante.
Mutante porque cria constantemente. (Atente que você pode criar permanentemente a mesma coisa, mudando apenas o cenário de vida e pior, às vezes nem isso).
A consciência de si mesmo se fortalece com a assimilação e com a elaboração das experiências vividas, podendo deste modo partir sempre para o novo.
No caso de sua incessante e prejudicial repetição, a consciência, ou seja, o observador, tenderá a entrar em tédio profundo, aos poucos retirando a sua atenção do foco da realidade que criou. Gera então o desespero e a desolação... que por sua vez podem criar uma outra tipologia de deformação emocional. E por aí vai...

Encontre um espaço dentro de si mesmo e questione sobre a sua vida. Observe atentamente o que deseja mudar e faça um movimento.
Abra espaço dentro de si e visualize a situação ideal para você. Conceba que essa criação de realidade é totalmente passível de ocorrer. Pesquise seus ambientes emocionais e deflagre os impedidores para você ser feliz. Pesquise as suas crenças e veja - de mente aberta - tudo o que é infundado e limitante.

A vida é feita de duas escolhas: sim ou não, em todas as decisões temos que escolher seguir em frente ou parar por aqui, e duas delas não se têm controle nenhum, o dia de nascer e morrer.