Escola Poema de Rubem Alves
"É tão triste ver o quanto as pessoas se vendem!
A saber que tem coisas que não tem preço, a dignidade é uma delas..."
"Status: cansada!!!
Cansada de viver num mundo cheio de injustiça... Onde as pessoas são oprimidas por aqueles que se julgam melhores, onde ter mais estudos e ter mais dinheiro, vale mais que ter educação, respeito e empatia com o próximo!"
Se ficarmos esperando a chuva passar, os ventos se acalmarem e o sol ficar mais frio, nunca faremos nada na vida!
Que o Ano Novo seja repleto de paz, saúde, prosperidade, amor, preservação do meio ambiente, com as bênçãos de Deus!
A igreja de Cristo Jesus não deve querer endireitar o mundo. Enquanto existir 'Pilatos'... Barrabás será solto.
Para não passar fome, a galinha cisca. Para atingir seu objetivo, o sapo pula. Para fazer o mel, a abelha recolhe néctar. O que estamos fazendo com nossas oportunidades? Vamos agir! Vamos lá!
No último dia do ano, procure um local calmo, feche os olhos, relaxe, mentalize um Ano Novo Feliz, repleto de Paz, Saúde, Amor e Prosperidade. Faça uma Oração e, ao final, inspire e expire dizendo: Graças a Deus.
Conselho de cada dia!
Faça o seu trabalho! Mas não se preocupe com crítica, inveja ou imitação. Realize e pronto!
"Pior que o cego que não quer ver, é aquele que não admite o seu erro por orgulho ou egoísmo, sem se importar que com isso, continua prejudicando outras pessoas...
Há uma certa grandiosidade trágica em declarar que se morreria por alguém. É uma afirmação que soa a sacrifício final, a coragem absoluta. No entanto, a verdadeira prova do amor talvez não esteja no gesto extremo da morte, mas nos atos modestos e repetidos da vida: Você viveria por mim? Cuidaria de si por mim? Faria as pazes com a existência por minha causa? Destruir é fácil. Qualquer um pode arruinar, abandonar, ferir. A verdadeira arte está na reparação, na paciência, na insistência em permanecer quando tudo em nós pede fuga. O amor, em sua essência, é um convite à vulnerabilidade. Ele nos tira do centro de nosso próprio universo e nos coloca diante de um paradoxo: só encontramos a nós mesmos quando nos esquecemos de nós. As visões narcisistas do amor, aquelas que buscam no outro apenas um espelho, um confirmador de nossas fantasias, são, no fundo, formas sofisticadas de solidão. Quem ama de verdade não está à procura de um admirador, mas de um ser humano completo, com suas falhas e suas dores. Amar é aceitar o risco de ser transformado, de sair do controle. E talvez sejam os solitários os que melhor compreendam isso. Eles passaram tanto tempo observando o amor à distância, estudando seus movimentos como um astrônomo estuda as estrelas, que, quando finalmente amam, o fazem com uma intensidade que os mais sociáveis mal compreendem. Eles sabem que amar é um ato de coragem, não a coragem do heroísmo vazio, mas a coragem de acordar todos os dias e escolher, outra vez, permanecer. No fim, a pergunta que define o amor não é "Você morreria por mim?", mas sim "Você viveria, pacientemente, imperfeitamente, ao meu lado?". E essa é uma pergunta muito mais difícil de responder.
Há uma ternura triste, quase imperceptível, que habita os corações dos apaixonados. É a crença silenciosa de que, para merecer o amor, é preciso ser menos. Menos ruidoso, menos estranho, menos intenso. Como se amar fosse passear por um salão de porcelanas impecáveis, e não andar descalço num jardim onde brotam flores selvagens. Quantas vezes você já se olhou no espelho e, em silêncio, declarou guerra a si mesmo? Quantas vezes domou sua risada por achá-la alta demais, podou suas ideias por parecerem estranhas demais, engoliu sua verdade por medo de que fosse demais para o outro? Ah, meu caro... o amor de verdade não é um molde no qual devemos caber. É um lugar onde cabemos inteiros. Há quem se apaixone justamente pelo que você esconde. Pelo seu jeito estabanado de contar histórias, pelas paixões excêntricas que ninguém mais compreende, por aquele detalhe que você julga imperdoável. O amor é distraído das lógicas, surdo às conveniências. Ele gosta de vozes desafinadas, de risos fora de hora, de olhares tortos. Ele gosta do que é seu, e só seu. Não se torture tentando caber em formas que não foram feitas para você. Não há vitória alguma em ser amado pelo que você finge ser. Seja quem é, com todas as suas delicadezas e desatinos, e espere. Porque o amor que vale a pena não exige máscaras nem reformas. Ele reconhece a alma pelo avesso, e ali se aconchega. Ele não chega exigindo silêncio: chega com ouvidos abertos para a música que é só sua. E quando ele vier, não pedirá que você se esconda. Vai sentar ao seu lado, sorrir, e dizer com simplicidade comovente: Gosto de ti assim, exatamente assim, com tudo que o mundo não soube entender. Seja raro. Seja inteiro. Seja você. Porque o mundo está cansado de cópias bem-comportadas. Mas há uma beleza revolucionária em ser verdade.
