Escola Poema de Rubem Alves
Quem partiu para o plano espiritual não pode retornar para viver entre nós, mas um dia nós também iremos para lá e nos encontraremos.
Quando somos genuínos, mesmo nas dores estamos com a alma leve, pois não nos corrompemos aos valores do mundo. Quando contrariamos nossa alma, mesmo no êxito nos tornamos sombrios diante de nós mesmos.
Não te permitas ser julgado, senão pela figura que encontras em teu espelho. Mas cuide para que esta não te condene.
Eu morrerei nos meus delitos e pecados, a não ser que eu ouça a palavra de Deus, me arrependa de mim mesmo crendo no seu Filho através da ação do Espírito Santo!
Que toda aflição ou enfermidade, possam ser oportunidades para testemunharmos a obra graciosa do Senhor.
Fortes não são aqueles que não caem, mas os que conseguem se por de joelhos após a queda, tomar fôlego e se reerguerem.
Depois que me decepcionei com o meio termo. Eu passei a viver com a intensidade. Agora somos um só!
Não somos o que falamos, o que fazemos, nem o que dizemos ser. Somos na verdade aquela pessoinha; aquela lá escondidinha no nosso íntimo, que guardamos em secreto dentro de nós. Essa sim assusta e dá vergonha de apresentar!
A girafa é modesta sem ter de abaixar a cabeça. As aparências recebem muitos julgamentos precipitados.
A intimidade excessiva tem um curioso efeito colateral: o da desvalorização. Quando alguém nos conhece desde a infância, tende a nos congelar na imagem do que fomos, e não consegue enxergar o que nos tornamos; ou, pior, o que poderíamos ser. Esse fenômeno é antigo e profundo, tão antigo que nem mesmo Jesus escapou dele. Segundo os Evangelhos, Jesus realizou milagres por onde passou, exceto na sua própria terra: Belém (local de nascimento), onde não realizou nenhum, e Nazaré (local de crescimento), onde, conforme as Escrituras, “não pôde fazer milagres”. Não que lhe faltasse poder, mas lhe faltava fé; fé dos que o cercavam, porque ali o enxergavam apenas como o filho do carpinteiro, aquele que aprendia ofícios com José. Eles o conheciam demais para crer que algo divino pudesse emergir dele. A familiaridade rouba o mistério. O costume abafa o potencial. Nem sempre prosperaremos no meio daqueles que nos viram começar. Muitas vezes, os olhos acostumados ao nosso “antes” são cegos para o nosso “agora”. As pessoas que te viram tropeçar terão dificuldade de ver você correr. Elas não enxergarão seus milagres, porque estão presas à sua origem. E isso não é culpa sua, é uma limitação da perspectiva delas. Profeta de casa tem menos valor, disse Jesus. Essa máxima ecoa nas vidas de todos que tentam crescer no mesmo solo em que germinaram. Por isso, não se espante se o reconhecimento vier de estranhos, se o apoio surgir de quem te conheceu há pouco. Muitas vezes, a validação mais sincera virá de quem não carrega contigo o peso do passado. Saber disso é libertador. Significa que você não precisa provar seu valor para todos, principalmente para aqueles que se recusam a vê-lo. Significa que talvez seja preciso sair de Nazaré para que seus milagres sejam reconhecidos. A semente que você é não foi feita para caber no mesmo vaso para sempre.
Se o coração se apaixonar por uma coisa, tal coisa o dominará. Jesus disse: "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração."
Mateus 6.21
Jesus não tinha glamour, tinha essência. Ele não possuía beleza, possuía vitalidade. Não detinha posses, o mundo o pertence.
A firmeza de teus passos pode determinar o quanto teu corpo caminhará, porém é o alcance de teu olhar que determinará quão longe teu espírito irá.
Pedindo, com fé, Jesus lhe oferecerá a mão para você segurar e apoiar quando estiver passando pelos obstáculos da vida.
Com tantos fatos ruins ocorrendo, parece que o mal está tentando mostrar seu poder.
Combata o mal com as armas do bem: justiça, amor, caridade, fraternidade, perdão, fé, trabalho, retidão de caráter, louvor a Deus...
