Erasmo de Rotterdam Elogio da Loucura
"Reflexão de vida:
"Mantenha sua serenidade e não entre na loucura de ninguém.Se alguém deseja palco, não seja plateia."
@Suédnaa_santos
"Comportamento"
"Não dê palco pra louco.
Não entre na loucura de ninguém.
Se alguém deseja palco,
não seja você plateia pra ninguém."
@Suédnaa_Santos
"A alegria e a felicidade parecem ser tipos de loucura, algo como insanidades salutares,no jardim das almas insanas, a Terra"
Beija minha boca com loucura,
faz desse instante o mundo calar,
teu toque acende a minha pele,
como chama que insiste em ficar.
Helaine Machado
Esse amor é pra nós
A loucura que traz
Esse sonho de paz
E é bonito demais
Quando a gente se beija
Se ama e se esquece
Da vida lá fora
Cada parte de nós
Tem a forma ideal
Quando juntas estão
Coincidência total
Do côncavo e convexo
Se a loucura prosperasse, haveria um surto de liberdade e criação e, daí outra sociedade, com outras virtudes e doenças, diferente da que conhecemos, surgiria.
A normalidade
As pessoas normais estão presas à normalidade e a normalidade à loucura. As pessoas normais matam. Matam por ódio, ciúme, amor cobiça e nas guerras. E nas guerras matam por amor, cobiça, ciúme, ódio e por vontade de matar. As pessoas normais não estão satisfeitas com o mundo e querem reformá-lo e, assim, destruí-lo. O mundo reformado é repleto de plástico, gases, ácidos, radiação e tanto lixo que mesmo as pessoas normais percebem a enrascada em que se meteram. Quando estão deixando de serem normais, essas pessoas logo procuram um médico que as normalize. Isso não tem efeito e elas procuram uma saída normal, como beber álcool, cheirar cocaína, injetar heroína, respirar a fumaça de cigarros ou começar a frequentar um culto religioso. Isso não dá certo e elas procuram o mais normal: trabalhar desesperadamente e viver dos sonhos que o cansaço produz. Cansados do cansaço, os normais adoecem e morrem, sendo enquadrados num túmulo onde não podem mais reclamar dos elogios e outros delírios que os outros dizem sobre eles.
A "loucura" — no sentido planetário de ignorar valores humanos — talvez seja a única resposta lúcida para um sistema que exige que você sorria enquanto se decompõe.
A verdadeira loucura não é perder a razão; é perder tudo, menos a razão, e tornar-se um autômato de valores que nunca foram seus.
Rei Salomão dizia:
que a loucura é para o louco
uma fonte de alegria.
E, sem a loucura,
não haveriam
os bens na Terra.
