Erasmo de Rotterdam Elogio da Loucura

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Ter liberdade de espírito, para ter a paz, leveza na alma, é o que eu e boa parte quer. E primeiramente cheguei a conclusão que a cada dia preciso compreender o mundo a minha volta, respeitar as diferenças e amar para isso permanecer na minha vida. Não é tão difícil ser feliz, isso pode acontecer em qualquer lugar e momento, basta eu permitir e ser otimista. Muitas vezes acontece, estou cansada, abatida, os pensamentos ruins recordando momentos ruins que vem na mente, nos levam muitas vezes a desacreditar e perguntar a nos mesmo se o Bem existe. Alimentar a si mesmo desses sentimentos é o mesmo que seguir por um caminho perdido que traz cada vez mais dúvidas e incredulidade e infelicidade ao coração. Mas assim como existe o mal que provoca toda essa dor, a tristeza, os problemas... Existe uma força maior e benevolente para acompanhar a nossa jornada.
Pense: Os momentos difíceis são necessário para eu ser fortes, saber lutar, orientar o que é bom e melhor para quem eu amo e a mim.
Só o amor pode mudar a si mesmo e o mundo.

Não há nada melhor no mundo que amar intensamente profundo e dizer meu amor eu amo você.

Ser santo é fazer as pequenas coisas com um grande amor.

Nunca vi alguém realmente feliz humilhando ou querendo colocar outra pessoa pra baixo.

Todo aquele cuja sanidade depende da confiança na ordem social ficará irremediavelmente louco. Ou você pendura a sua alma em Deus, ou ela cai.

⁠Olhe ao seu redor. Olhe o que o homem não consumiu. Olhe o que o homem não destruiu. E pense o que ninguém parou para pensar, que Deus nos deu riquezas brotando em todo lugar.

Teoria da conspiração não é um conceito científico defensável, é uma metáfora, uma figura de linguagem destinada a depreciar certas idéias que você não gosta.

Forçado a chamar um homem de mulher, você sempre pode responder:
-- Mas eu também me sinto mulher e fico ofendida de que um macho usurpe o meu gênero.

Para provar uma hipótese você não precisa de muitos fatos: precisa de apenas um que não admita outra explicação.

Eu gosto tanto de você no derramar das coisas simples,
nas flores espargidas nos lençóis de algodão-doce,
jogando os travesseiros de nuvens-fora-cama,
fazendo do meu quarto-templo de quem ama.

Eu gosto tanto de você tocando o meu corpo
(quase sem seus dedos)
olhando nos meus olhos
(como quem captura um segredo)
Poeta procurando apelidos pro desejo.

Eu gosto tanto de você
com todos os seus dramas, vírgulas, quebras de páginas,
reiniciado em seus capítulos, revisitado em suas mágoas,
redescoberto no que há de tão melhor num SIM!

(Eu gosto tanto de você... quando você gosta de mim!)

A dor é a companheira silenciosa do amor.

Não adianta fingir ser quem não é, um dia a máscara cai e toda sua mentira vira pó!

Tem dias que você dorme "normal" e acorda hippie ou nômade...! às vezes isso passa, às vezes, você tem que ir!

Voce chegou desse jeito
Me deixou sem jeito de revidar
Seu sorriso perfeito,seu olhar daquele jeito depois daquele dia mudou o meu jeito de te olhar
Me encantei pelo seu jeito

Só quem sabe o que são lá­grimas, só esse sabe o que é amor.

Antero de Quental
Primaveras Românticas

Amores Virtuais

Não brinque com amores virtuais
Eles são como todos os amores,
Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores
Daqueles que chamamos de normais.

Estes porém machucam ainda mais,
Pois nunca se dividem os cobertores,
Dos beijos não se provam os sabores,
Nem vão-se pelos ímpetos carnais.

Mesmo assim, quando este amor se acaba
Os dias perdem o brilho, a alegria,
Parece que ao redor tudo desaba.

E a solidão ao cúmulo se revela;
Chorar-se um frágil amor que só se havia,
Na fina transparência de uma tela.

Um verdadeiro sábio não é aquele que sabe como ganhar a guerra e sim aquele que sabe como evita-la!

"Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu cuidado".

( "Formosa Lindomar" in: "Rachel de Queiroz". Agir Editora.)

Na boa eu só queria ser feliz, mais parece que minha felicidade incomoda muita gente!

Hoje roubei todas as rosas dos jardins
e cheguei ao pé de ti de mãos vazias.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., As Mãos e os Frutos, 1948