Erasmo de Rotterdam Elogio da Loucura
No crepúsculo dos tempos, em um mundo mergulhado no vício dos smartphones, o anticristo urde sua trama para manipular a humanidade, eclipsando até mesmo a advertência da avó sábia sobre a televisão. Contudo, não são os aparelhos eletrônicos em si, mas sim o domínio sobre eles que se revela como o verdadeiro poder.
Em meio a essa era digital, surge o falso profeta nas redes sociais, um ser de nome insondável, cujas palavras venenosas se espalham gradualmente, contaminando seguidores sedentos por seus posts, privando-os do sono e alimentando sua ansiedade. Diariamente, seus discursos ressoam, desafiando as práticas cristãs e iludindo fiéis.
Nesse cenário sombrio, abominações emergem, como a geometria de moscas que aterroriza quando a noite se instala. A perseguição aos verdadeiros cristãos se desenrola sob a falsa égide da paz, tecida habilmente pelo falso profeta. Entretanto, à medida que as trevas avançam, a narrativa toma um rumo inesperado.
No ápice dessa batalha espiritual, a chegada de Cristo é anunciada, não por meio de redes sociais, mas com uma majestade transcendental. Sua presença resplandece como a luz mais pura, revelando a verdadeira natureza daquele que ousou desafiar os princípios cristãos.
Simultaneamente, o Deus soberano, em toda Sua glória, manifesta-se para reivindicar Seu lugar no universo. A intensidade da luta espiritual atinge o clímax com o surgimento do anticristo, do falso profeta e da besta, criaturas das trevas que se erguem em desafio.
No entanto, a vitória já está escrita nas estrelas, pois Deus, o Filho e o Espírito Santo lideram um exército celestial composto por anjos, arcanjos e querubins. A batalha culmina em triunfo divino sobre as forças malignas, deixando o anticristo derrotado, o falso profeta desmascarado e a besta subjugada.
Para aqueles que permaneceram fiéis a Deus, o destino é glorioso. Suas almas são acolhidas nos braços da eternidade, enquanto a falsa paz que envolvia a perseguição se desfaz. Assim, a narrativa dos tempos finais se desenrola, revelando não apenas a astúcia das trevas, mas a inextinguível luz da divindade que triunfa sobre todo mal.
Quando estou só, aproveito meu próprio silêncio para dialogar comigo mesmo, saber um pouco mais de mim, o que tenho feito
e em que posso melhorar.
Até certa fase de minha vida, pedia a Deus o perdão dos meus pecados e me sentia reabilitado como se Deus fosse uma espécie de SPC ou SERASA. Hoje, já não peço perdão porque sei que meu Criador não se ofende com meus erros e me dará todas as chances necessárias para que eu possa recuperar a minha dignidade.
Nunca esquecer...
Devo ser a pessoa que sempre vai querer me ver bem.
Não espere isso dos outros. Eles vão achar, ou que você não merece ou que não é a hora.
Da pedra ao digital, do fogo ao espaço, cada passo moldou a jornada evolutiva da humanidade, persistindo e redefinindo nosso destino coletivo.
Conversa com nosso Pai - Me sinto impotente, Pai. Me sinto como um cachorro que caiu do caminhão de mudança e não sabe o que fazer. Não sei o que fazer diante tanta miséria; miséria material, miséria moral, miséria intelectual. Me sinto miseravelmente impotente diante de tanta miséria, Pai.
A água que mata a sede do chão também o inunda. O fogo que aquece a casa também a extermina. O que separa a solução do problema é a medida.
Procure nunca entregar para alguém uma vida editada.
Assim como não existe crime perfeito, a pessoa deixará pedaços dela em algum lugar.
Sempre existirá sinal.
Basta não se cegar para a beleza que te apresentam.
Quanto mais vivo mais entendo o impacto das nossas atitudes na vida das pessoas à nossa volta, seja com quem convivemos no dia a dia, seja com quem eventualmente cruza o nosso caminho.
O multiculturalismo é o uniculturalismo. Qualquer esforço de criação de um cidadão global nada mais é que a sedição de um povo, não contra um sistema opressor, mas contra si próprio. Na ânsia da integração entre culturas, não se cria um mosaico cultural, mas uma massa amorfa e monolítica imposta de fora para dentro, que não é senão a anticultura, a desumanização.
A criatividade é a chama que aquece a forja da mente e os desafios são as marteladas que moldam o futuro.
💭 Ela é um mergulho profundo no infinito oceano de emoções ,
Se você não estiver disposto a conhecer as profundezas desse mar, é melhor não se arriscar .
Quanto mais fundo se vai , maior é a mágica do seu universo, um mundo distante e raro que só entra quem for convidado.
O ciumento não tem paz, passa o tempo todo à procura de um motivo que possa justificar seu sentimento mórbido.
Não existo para minha glória ou para um fim social. Existo para promover um Reino que, mesmo sendo eu indigno de integrá-lo pela minhas falhas e limitações, me foi concedido por Jesus Cristo mediante Sua graça incondicional; um Reino em que verdadeiramente a paz impera, o amor é unânime, pois Deus está presente em toda Sua plenitude.
