Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
Cordel minha terra.
Eu sou filho do mato
Da terra da cultura
E quem não a entende
Sem ter desenvoltura
E fala do nordeste
Nem sabe da fartura
Lembra de pouca chuva
Poeira, chão rachado,
Mandacaru e palma
(Coroa de frade) espinhado
Caatinga, capoeira
(Unha de gato) estirado
Se chove o ano todo
Estrada é agonia
Buraco em buraco
E todo carro chia
Vamos falar do tempo
Tudo logo esfria
Mas assim é que é bom
Neblina no distrito
Nem dá pra ver escola
Fica logo aflito
As crianças na chuva
De bota faz bonito
Já vi frio de quatorze
Sensação térmica 8
Tem quem acha, é quente
Vigi, povo afoito
Tem aquele que treme
Só levanta no açoito.
De touca na cabeça
Cachecol no pescoço
Doze meses tem o ano
E vale o esforço
Um quarto é de sol
Chuva no resto moço
Já consegue decifrar
Com quê foi revelado
Nada é melindroso
Não está disfarçado
Pra não ficar nervoso
Já volto arretado.
"Eu sinto você na brisa do mar,
no vento que sopra sem parar.
Eu sinto você no instante parado,
pensando,
como é bom te amar."
"...com girassóis em meu jardim,
meu coração bate feliz,
simplesmente porque sinto você,
dentro de mim!"
"A molinha pulou feliz.
A molinha amou o bis.
A molinha gosta de um par,
A molinha sozinha,
Não quer ficar.
A molinha pula, pulou,
A molinha só quer amar."
Metáfora:
"O homem se afastou da Natureza, quando vestiu um calçado.
Uma borracha que o isolou da Mãe terra?"
“Indo ao trabalho. Indo ao lazer. De bicicleta você transforma, teu deslocamento em um ato de prazer.”
Se todo adulto trabalhasse/agisse com a verdade que uma criança brinca, o mundo não teria os problemas que vivenciamos!
Seja qual for o caminho, meu objetivo e te fazer sorrir. Pois teu sorriso faz meu olho refletir o brilho do teu!
