Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura

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⁠O corpo precisa de comida, a alma precisa de humildade e caridade.

⁠Só a falsa modéstia é pior que a vaidade.

⁠O tempo que você usa para procurar um responsável pela sua queda é o mesmo que você poderia usar para levantar e continuar competindo na maratona da vida.

⁠Tem acontecimento tão marcante em nossas vidas que nem a borracha do tempo nas mãos da memória é capaz de apagar.

⁠Somos uma pedra bruta e o tempo é o escultor que tenta nos polir usando as intempéries como ferramentas.

⁠Na estrada da vida, se perde nas curvas quem fixa os olhos numa única direção.

⁠A pessoa melindrosa está sempre se sentindo vítima, acredita que não ofende ninguém, interpreta tudo do seu jeito para se sentir ofendida.

⁠Minha agenda está lotada não há espaço para assumir compromisso com a morte.

⁠O tempo segue seu curso indiferente às nossas alegrias e às nossas dores.

⁠Antes não conhecer o melhor caminho do que conhecer e seguir pelo desvio.

⁠Com passos lentos e vacilantes, inércia e ação, errando e aprendendo, praticando e sofrendo violência, nascendo e renascendo, sigo a minha caminhada de espírito eterno em busca da perfeição.

⁠A multidão é um perigoso monstro de muitas cabeças e bocas enormes que ataca sob o comando daquela que gritar mais alto.

⁠É comum afirmarmos que ninguém é insubstituível, quando na verdade ninguém é substituível. Como dizia Carlos Drummond de Andrade: " Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."

⁠Tudo é intervalo! o intervalo do café da manhã, o intervalo do almoço, o intervalo do jantar, intervalo do dia, intervalo da noite, intervalo em que escrevo esta frase. Resumindo: A nossa vida é um INTERVALO entre o nascimento e a morte.

⁠Não permita que a maldade externa perturbe sua paz interior. Lembre-se que para saborear uma fruta terá que remover a casca.

Sou um ponto de interrogação na vida das pessoas, alguns dizem que me conhece, eu sinceramente duvido.

Não se abandona um companheiro, mesmo que esteja em meio ao fogo.

O tamanho do meu mundo é medido com a fita métrica dos meus conhecimentos.

A dignidade humana
O mundo fala de amor, mas isso não basta. Amor sem dignidade é palavra vazia. O que falta ao nosso tempo não é afeto — é caráter.

Vivemos cercados por homens que desejam poder, mas não responsabilidade. Homens que preferem a aparência à verdade, o aplauso à consciência, o privilégio à justiça. Homens que se alimentam da boa-fé alheia e constroem sua força sobre a ignorância que eles mesmos cultivam.

Devemos destruir essa lógica. Recusar a normalização da mentira. Rejeitar amanipulação que transforma cidadãos em massa de manobra.

A dignidade não é luxo: é fundamento. A honra não é ornamento: é dever. A honestidade não é virtude rara: é obrigação mínima.

Defender ideais que não excluem, não dividem, não exploram. Ideais que eduquem, que libertem, que ampliem horizontes. Ideais que tratem a informação como direito, não como moeda de controle.

Porque a ignorância não é acidente — é estratégia. E quem deseja dominar alimenta pouco, para manter dependência. Quem teme a liberdade alheia oferece migalhas, para que a fome nunca acabe.

Não podemos aceitar migalhas e a manipulação como destino e o poder sem moral, como regra.

Vamos conclamar a quem ainda acredita na força da verdade. A quem sabe que igualdade não é utopia, mas projeto. A quem entende que informação é libertação. A quem não se curva ao cinismo dos que lucram com a miséria intelectual e moral.

O mundo precisa de amor, sim. Mas precisa, sobretudo, de homens e mulheres dignos, que escolham a honra antes do benefício, a justiça antes da conveniência, a verdade antes do conforto.

Que seja nosso compromisso. E que ele se cumpra até que a dignidade deixe de ser exceção e volte a ser regra.

Exerça a profissão de forma ética, com honestidade e competência que o sucesso será consequência.