Erasmo de Rotterdam Elogio a Loucura
Tudo pode acontecer na passagem do Ano Novo. O universo mostrará novas aberturas rumando nos limites do Ocidente e Oriente, onde os seus povos atravessarão oceanos de insatisfações e intolerância.
Se o teu sorriso brama no Ano Novo, verás que a alma glorifica todos os ânimos, cintilando transformações formidáveis.
No Ano Novo todas as boas palavras repercutem com espírito de luz, discernindo em cada homem o seu modo de vida.
Tudo muda e se transforma no cósmico, e o homem planetário edifica sabedoria na plenitude de seus desejos.
JOSÉ SARAMAGO - Não se vá! O céu deixará de brilhar
Que as luzes encobrem as tristezas da vida,
Nos lençóis que adormecem a alma partida,
Do serralheiro mecânico feito letras imortais,
Não se vá Saramago! Não. O céu deixará de brilhar,
A mais nobre constelação sideral portuguesa,
Abrilhantada neste universo do além-mar.
Tu não vês que toda a tua pátria querida chora,
E a abóbada lusitana relampeja nesta hora,
Não vejas tu que mãe língua portuguesa pranteia,
Na despedida que agita as ondas do mar,
Elevando o teu nome nas gigantescas alturas,
Ó Saramago! Não se vá ao brilho das estrelas!
Ó Saramago! Tu não partiste sem dá adeus,
Dos prantos que solavanca agora os continentes,
Marcado na cultura de toda a nossa humanidade,
Das gotas que caem de cada olhar do céu turvo,
Não se vá Saramago! Não. O céu deixará de brilhar,
Nesta aprazada lâmpada que se acende com tormentos.
E faz do silencio, magoada a falta da brisa e lamentos,
Ó Portugal! Ó Lusitana! Reis dos mares do grande Atlântico!
Não deixeis tu, que leve aos céus agora o nobre filho lusitano,
Suplico que arrebentas com tuas colossais ondas de mar aberto,
E que tu tragas nosso irmão poeta e escritor ao chão português,
A mais altiva constelação sideral portuguesa do nosso além-mar.
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Não importa em que situação se encontra o filho, o amor materno é tão imenso que desafia o próprio tempo e espaço.
O trabalho escravo infantil é o elemento imperativo das culturas onde as desigualdades econômicas e sociais são parâmetros das fragilidades jurídicas.
UMA ESTRELA QUE BRILHA
Se a rosa viVe no jardim,
É uma florzinha amável,
Afetiva na Vida é assim,
Alegre menina: é afável,
Com riso maleável é tlim,
Saudável nina doce mel,
É deusa do Venus jasmim,
O balé energia formidável,
Suplanta a Vivian sem fim,
E dança na esperança fiel,
Dos sonhos na cor cetim,
É guerreira com um laudel,
Tão bonita cristaliza enfim,
O amor cintilante imutável.
Sempre que observo esses dois momentos; o nascer e o por do sol; me transporto no tempo e me recordo de meu pai.
A mulher bonita sempre se acha a única, entristecendo quando ver outra, pondo-lhes diversos defeitos.
CORDÃO DO BOLA PRETA - O VERDADEIRO CARNAVAL CARIOCA
Às nove horas de terça-feira no Rio de Janeiro,
Na Capital da Cidade Maravilhosa, toda airosa,
O calendário marcava o dia vinte e dois de janeiro,
Lágrimas transformadas em chuvas são dolorosas.
Espinhos traiçoeiros que exterminam a alegria,
O Cordão do Bola Preta é ceifado com despejo,
Oficiais de Justiça cumprem ordem judicial,
Emanado da trigésima oitava vara cívil.
Entregam a posse mansa e pacífica ao Condomínio,
O guardião mais antigo bloco carnavalesco do Rio,
Derramam nos semblantes noventa anos de glórias,
Recolhem seus pertences olhando as belezas do Rio.
Dívida se paga com o dinheiro e a cultura com a educação,
Nem mesmo o Estado e tão pouco a Prefeitura de César Maia,
Detentores de todos e quaisquer galardões, silenciaram,
A morte súbita do Patrimônio da Cidade do Rio de Janeiro.
Não importa o mérito da questão e tão pouco a malsinada decisão,
Que aflorou em pleno mês de carnaval todos os foliões,
Desencadearam no Terceiro andar da Rua 13 de maio, frustrações,
No Quartel General do Carnaval Carioca, é puríssima traição.
Oh Cordão do Bola Preta nem mesmo a dinheirama valeu,
Lastreado pelo entusiasta Francisco Brício, não tivera valor,
Com dignidade e bravura no ano cinqüenta, ele comprou,
E o Condomínio do Edifício Municipal com invídia arrematou.
Detentores de todos e quaisquer galardões, silenciaram,
É por isso que vamos cantar neste carnaval a marchinha,
Em homenagens aos Imperadores Tibério e Calígula,
“Se você fosse sincera, ôôô – Aurora”
Mais o sonho não acabou o Bola Preta vai às Ruas,
Os deuses do Olimpo abre-alas no Rio de Janeiro,
Nos clubes, botecos, bairros, avenidas e shoppings,
Porque Nelson Barbosa e Vicente Paiva ordena a marcha.
Então vamos cantar, pular e agitar,
O Hino glorioso do Cordão do Bola Preta
Quem não chora não mama
Segura, meu bem, a chupeta
Lugar quente é na cama
Ou, então, no Bola Preta
(bis)
Vem pro Bola, meu bem, com alegria infernal
Todos são de coração, todos são de coração
Foliões do carnaval, foliões do carnaval sensacional!
Se o leitor quiser cantar e pular,
Aqui está a minha marchinha: uma tentação.
VEM, MOÇA BONITA (marcha de carnaval)
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Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
Na hora que você chegar
Eu vou logo lhe chamar
Vem, pro Bola Preta
Vem, pro meu carnaval
Do Rio de Janeiro
O ano inteiro é tradicional.
Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
Vem, moça bonita
Vem, pular o carnaval
Tô te esperando no Bola Preta
E não demora que vai ser muito legal.
Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
Vem, moça bonita
Vem, pular o carnaval
Tô te esperando no Bola Preta
E não demora que vai ser muito legal
Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
Blaf, blef, blif, blof, bluf
É você que vou amar
A minha alma beija os teus lábios e recolhe para dentro de mim as carícias de tê-la encontrada num jardim.
