Epigrafe para Monografia sobre Agronomia
Já vai o tempo decorando o céu com as suas cores reluzentes sobre o espetacular cair do sol e, numa alegria inexplicável, dou a minha alma ao vento para me deixar embalar numa paixão sem igual.
Já reinamos sobre o castelo nobre de corações apaixonados, numa única forma de viver, dei por mim sublime, sentado no trono do amor oferecido pela vida.
O tempo passa sobre os nossos sonhos, sobre os nossos desejos e anseios, mas, nunca nos torna capazes de desvender o mistério que existe entre o nosso eu espiritual e o nosso eu humano-material.
Definimos a nossa vida sobre a qualificação dos olhos de outras pessoas e, não nos damos a oportunidade de nos aceitarmos tal como somos e vivemos.
🗣O povo grita sobre o pejo do seu sofrimento e, muitos politizam sobre a miséria do povo em busca de voto.
A esperança que move um povo que vive sobre a indeterminação da miséria, consubstancia-se na crença de que o amanhã chegará e trará consigo um prato de comida nobre para alimentar a sua prole.
Extraímos de dentro de nós a bondade que nem sequer conhecemos e, sobre a nossa consciência de humanos falhos, admitimos a possibilidade de nos desculparmos pelos erros cometidos com o nosso próprio eu.
Em momento de pandemia, não se consegue reinventar à economia de uma País com o discurso sobre a democracia, pois, a vontade do povo acaba subsumir-se a vontade sublime do Governo.
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
Se cantarmos sobre o palco do confinamento, nossa mente nos criticará com certeza, pois, muitas famílias cujas barrigas vazias fazem o coro da tristeza, nos lembrarão que o mundo continua sobre tensão da pandemia feroz que arrasa a humanidade todos os dias.
Sobre os traços nobres de personalidade dos filhos de uma Nação, estão escondidos os princípios mais valorosos dos seus ancestrais.
A Pátria que conserva os seus filhos sobre as suas asas, ainda que fragilizada pelas circunstâncias impostas pela onda da pandemia que flagela o bem-estar do seu povo, deve ser respeita e honrada como se fosse uma mãe de primeira viagem em plena maternidade a parir o seu primeiro filho.
Sobre o nosso sucesso, está escondido o medo do que não queremos perder, mas, na ânsia de buscarmos a prosperidade deixamos o tempo levar a brisa que um amenizou a intensidade do calor que aqueceu o nosso coração.
Sobre a cientificidade da nossa existência, está forjada o mistério da nossa inexistência, pois, somos seres concretos, motivados apenas pela nossa própria convicção.
Sempre que colocamos os nossos olhos em alerta, em busca de compreensão sobre o meio em que nos envolvemos enquanto humanos, nos apercebemos que somos úteis apenas, quando depositamos a nossa felicidade no banco do nosso eu espiritual.
A única certeza que temos sobre o nosso alento, é o sentimento voltado ao facto, de que todos os seres vivos são mortais.
Já rasguei páginas inteiras de varios livros escritos sobre o meu coração, mas, nenhuma das páginas reescritas de muitos livros da vida, traduziram o sentido real do amor.
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Em pequenas coisas, encontramos a esperança de um futuro risonho, sobre um presente mal concebido, estão talhadas vivências de um passado jamais construído.
Cravamos os mistérios sobre a nossa passagem pelo mundo, como se de um teatro se tratasse, onde a certeza sobre o final previsto no guião da vida, encontra-se secretamente escondido na mente do seu director de produção, que no teatro real da nossa vida chama-se DEUS.
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