Epígrafe Monografia

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"ACREDITAR é algo que pode estar relacionado ao NUNCA e ao AINDA. Exemplo: meu vizinho NUNCA acreditou em Papai Noel, mas AINDA acredita no Comunismo. E então?"
Texto Meu No.1017, Criado em 2021

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"Ele não acredita em Papai Noel. Mas acredita em 'previsões para o próximo ano'! Como pode? HeHeHe!"
Texto Meu No.1026, Criado em 2021


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thudocomh.blogspot.com

"Sim, eu acredito em extraterrestres. Acredito também que é jogo sujo eles não aparecerem de vez e por inteiro! Isso não vai ficar assim. Vou denunciá-los a algum organismo internacional."
Texto Meu No.1023, Criado em 2021


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"Mas é claro que acredito no Bom Velhinho! Ele existe há muitos anos e eu já estive com ele dezenas de vezes!"
"Ele é o mensageiro da esperança e da alegria, tanto para ricos quanto para pobres. Ele sempre aprece em lares, em igrejas, em escolas, em orfanatos, em hospitais, em palacios e em comunidades carentes."
"Com tudo isso ainda há quem queira me fazer não acreditar no Bom Velhinho? Ora... Deixem de coisa!"
Texto Meu No.1080, Criado em 2022


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thudocomh.blogspot.com

A humanidade é uma criatura curiosa: acredita estar reinventando o mundo quando, na verdade, apenas troca o figurino da própria repetição. Volte a 1930, sente-se num bar com uma mulher daquela época e escute suas queixas, vaidades, dramas amorosos e certezas sobre a vida. Provavelmente, você ouvirá as mesmas bobagens das jovens de hoje, embaladas pelas mesmas ilusões e contradições, apenas com outro vocabulário e uma nova maquiagem histórica. A natureza humana não acompanha a velocidade das invenções; muda o cenário, atualiza os acessórios, mas conserva o velho roteiro. A diferença é que, em 1930, ela não teria um iPhone na mão para transformar a própria banalidade em conteúdo.

Antes da dor, depois da luz


O amor me amou
quando eu já não acreditava
que fosse possível amar de novo.


Quando a luz virou sombra,
a felicidade virou mágoa,
e o dia que era sol
fez noite dentro do meu peito.


Mas você chegou…
viu quem eu era antes da dor
e quem sou depois da escuridão.
Viu-me num quartinho,
feito um garotinho chorando, quebrado,
enquanto ao meu redor
era breu, tempestade e trovão.


Você não teve medo,
lutou contra meus próprios sentimentos,
gritou meu nome no meio do caos.
Olhei pra trás
e vi a tempestade
e a solidão daquele quarto.
Não saí do lugar.


Mas você se aproximou.
Me abraçou.
E tudo o que em mim estava morto
floresceu de novo.
Ficaram apenas as cicatrizes —
pois o seu abraço me curou,
me conectou de um jeito que palavras não alcançam.

⁠E quando ninguém acreditou,
Eu acreditei em nós,
porque amor também é fé em movimento.
Mesmo sem aplausos,
seguimos sendo milagre,
dois corações sob o comando de algo maior.
Enquanto houver Deus no centro
e amor no passo,
vencer será apenas continuar de mãos dadas

Missão impossível é te conquistar,
com esse fogo no peito que não sabe esperar


Te vejo de longe e o mundo desacelera, como se o tempo respeitasse o que eu sinto por você, mas teu silêncio me ensina a sofrer quieto, guardando no olhar
tudo que eu não consigo dizer.


E mesmo sem saber se um dia vou te ter, eu continuo,te querendo em cada detalhe do meu dia, porque tem amores que não pedem permissão pra nascer…
só chegam,
queimam,
e viram poesia.

Quando temos um problema, acreditamos piamente que podemos consertá-lo.
Quando algo se quebra, tentamos de toda formar reparar, quando na verdade, deveríamos nos livrar.

A inveja mata. Pena que não justifica.
Mata a alma, mata capacidade de conquistar.
Se todos pararem pra pensar vão ver que não vale apena cobiçar.

Eu acredito ainda que as pessoas especiais, assim como eu sou especial ainda conseguem ver seus avós que estiveram presentes na vida deles ou delas, assim como eu tenho contato com meus avós por parte de pai e mãe, a Leny e a Claudina com meu avô Odilon também falecido nisso até hoje me dizendo coisas positivas na mente, parecendo a novela Quem Ama Cuida da Globo, mas para um foco diferente para meu caso: fazer a vida andar nos momentos mais pesados dela.

⁠Seja feliz, acredite que eu sou mais amado, seja bondoso com as pessoas e não fale mal dos outros.

Entendi que não tenho que entender, apenas faço acreditar que entendo.

A falta de análise crítica dos fatos faz com que os ignorantes vivam e acreditem em mentiras como se fossem verdades.

Mapa que se energiza com minerais, mas subsolos de incertezas vigentes. Acreditam no refúgio espiritual, mas doutrinam tempos não formais. Mentalidades de um coletivo pessoal, e as energias espirituais apresentam um casal. Ruínas nas Eras Antigas, mas a Grécia explica vossas rotinas. Funcionalidade perdida na escassez, mas lembrada na falsa abundância de um profeta da vez.

Acreditam nos falsos relatos, mas os verdadeiros não são diferenciados. Viés de confirmação na eterna calúniação. Mas consideram uma literatura, cujo o artigo gera uma igualdade. Sociedade de erros contextuais, na esperança das espertezas normais. Mas o que seria normalidade, se a demência gera deficiências igualitárias.

Passeios pelo tempo perdido, mas o passado não se mostra com o próprio tempo relativo. Acreditam nos relatos, mas os contextos são caluniados. Histórias que distorcem uma realidade, cuja as ilusões são monetárias. Cobram as atitudes, mas os pagãs perdem as capacidades. Solos de incertezas produtivas, mas esperanças significativas nas mudanças de climas.

Ilicitude na literatura, mas analisam as estruturas linguísticas. Acreditam na formação cultural, mas o tempo se torna primordial. Matéria-prima na natureza, mas esquecem dos parentes na árvore genealógica. Primos(as) que se relacionam, onde os sobrenomes não justificam as faltas. Acreditam na literatura, mas as páginas são sujas. Poeira acumulada com o tempo incerto, mas reverenciada em um mistério. Segredos de uma época, mas a cinematografia revela tais épocas.

Conversas que ditam um tema, mas os cadernos estão em outro poema. Acreditam nas canetas coloridas, mas o estojo não gera briga. Papéis de carta que provocam invejas, mas os ensinamentos religiosos provocam misérias. Quão interessante se torna o caderno de perguntas, na deficiência intelectual de uma aventura?