Epígrafe Monografia

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Entre a religião e a ciência, eu acredito no ÓBVIO.

A cura está no que você acredita, não no que você tenta se convencer a acreditar.

A mídia faz as pessoas acreditarem que precisam comprar objetos para ser feliz, e elas não entendem que felicidade são sensações, e sensações você já tem; não precisa comprar para ter.

Se você quer um relacionamento superficial, conquiste;
Se você quer um relacionamento de verdade, seja você.

Fé não é só religião. Fé é acreditar naquilo que você sente, no que está dentro de você.

Se o que você sente é algo bom, sua fé é boa.
Se o que você sente é algo ruim, sua fé é ruim.

Se você acredita que está mal por dentro, essa é a sua fé, e, inevitavelmente, você vai se sentir mal.
Se você acredita que está bem por dentro, essa também é a sua fé, e, por isso, você vai se sentir bem.

A fé não está no passado, nem no futuro. Ela está no agora, no que você sente neste momento. A fé está dentro de você, no presente. Então, agora, dentro de si, pergunte: Qual é a sua fé?

A minha é simples: Estou em paz.

Crença é acreditar profundamente em algo que está além do controle da sua mente racional, mas que está totalmente conectado com o seu corpo e com a sua vida.

Se você acredita, de forma profunda e verdadeira, que é infeliz, essa é a sua crença, e, portanto, você se sentirá infeliz.
Se você acredita que é normal, essa é sua crença, e, por consequência, você se verá como alguém normal.
Se você acredita que é feliz, essa é sua crença, e você se sentirá feliz.

Evoluir a consciência é um processo de libertação, de soltar, de deixar para trás as crenças negativas, pesadas e antigas que já não fazem sentido, e abrir espaço para novas crenças, mais positivas, leves e com mais propósito. É preciso deixar essas novas crenças fluírem naturalmente, sem resistir ou forçar, permitindo que elas se encaixem no momento presente, com lógica e sentido, de acordo com o que você realmente precisa viver.

Conquistar alguém, pra mim, é tentar manipular alguém, na qual terá que ficar conquistando sempre, por medo de perder aquela dúvida.

Já o amor não tem apenas conquista; tem conexão profunda, direta, sem nenhuma dúvida.
É como se um já nascesse para o outro, sem explicação nem porquê.
É algo raro, difícil de encontrar, porque, antes de encontrar, todo mundo tenta conquistar, manipular, para aliviar a própria carência de não ter encontrado a sua conexão.

A conquista é movida pelo medo: medo de não ser suficiente, medo de perder, medo de ficar só.
Já o amor é movido pela certeza: a certeza de que, mesmo sem esforço, aquela pessoa já é parte de você.

Enquanto a conquista exige provas constantes, o amor simplesmente existe.
Enquanto a conquista preenche vazios temporários, o amor desfaz a necessidade de preencher qualquer coisa.

Por isso, muitos confundem conquista com amor.
Mas o amor não se conquista; ele se reconhece.

A maior ilusão que você abraça nesta sociedade é a de acreditar que deve gastar toda a sua vida trabalhando como um escravo, até os 60 anos, fazendo o que não gosta, em troca de uma aposentadoria modesta e uma estabilidade financeira que, muitas vezes, mal atende às suas necessidades. Enquanto isso, aqueles que exploram o seu esforço, roubam seus direitos e controlam as regras do jogo se aposentam muito antes de você, por meio da sua própria escravidão diária. Eles conquistam sua liberdade financeira com a sua dedicação e sacrifício, enquanto você continua preso a um sistema que, muitas vezes, parece mais uma armadilha do que uma verdadeira oportunidade de crescimento.

A crença que eu acredito é o óbvio...

Não vejo sentido algum ir para uma igreja buscar "Jesus", sendo que Jesus tá em mim, dentro de mim, e pra mim, Jesus é amor.

Não vejo sentido algum ir para um centro espírita "limpar as energias ruins", sendo que qualquer energia "ruim" que eu tenha, sou eu mesmo inventando isso dentro de mim.

Não vejo sentido algum fazer "terapia" com psicólogos e psiquiatras, sendo que minha melhor terapia é questionar minha própria vida e ir mudando o que tá ruim.

Não vejo sentido algum "meditar", sendo que eu medito toda vez que eu durmo.

Não vejo sentido algum buscar "alguma ajuda" externa, sendo que toda minha cura, é interna.

O externo, é só pra lembrar, o que já vive em mim, depois que eu lembro, não é mais tão necessário assim...

FINJA!

Finja que não está vendo o que acontece na sua sociedade!

Acredite que ver as pessoas jogadas como lixo nas ruas é algo comum...

Ache normal você escravizar sua vida trabalhando até os 60 anos enquanto seus direitos básicos de sobrevivência são roubados!

Agrade sua família, seus amigos, a sociedade e o mundo, menos você! Vista uma capa, uma aparência, uma vaidade, mantenha sua máscara para o mundo, enquanto você mesmo é deixado de lado.

Se importe com o que os outros acham ou pensam de você, não faça nada, não se mova, fique parado, quieto, calado, não seja ninguém, seja normal, indiferente, não viva!

Tenha medo de ser taxado de "louco(a)", tenha medo de ser você mesmo, seja "louco(a)" apenas dentro da sua cabeça, enquanto você finge ser "normal" para as pessoas à sua volta.

Deixe o tempo passar, viva apenas finais de semana, férias, viva de esmolas do tempo, camufle as angústias, o tédio, a falta de sentido na porta do boteco, do bar, em baladas, bebendo para disfarçar aquele pensamento de mudar, não procure trabalhar no que você ama, seja escravo de qualquer coisa, viva atrás de dinheiro, de conforto, de riqueza material.

Seja orgulhoso(a), teimoso(a), não enxergue isso também, finja que também não entendeu, que não está vendo, mantenha-se dia após dia fingindo, até envelhecer, e a morte se aproximar, finja que vive!

Tudo é uma crença, e eu estou sempre acreditando em algo — até quando penso que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito. Não há como escapar das crenças, porque até na tentativa de fugir delas, estou acreditando que estou fugindo. Mesmo quando digo que não acredito em nada, estou, na verdade, acreditando que não acredito em nada.

A única coisa que eu posso fazer é mudar minhas crenças. E, no fundo, isso também é uma crença: a crença de que eu tenho o poder de transformar aquilo em que acredito. Cada crença que tenho, seja consciente ou inconsciente, muda a minha realidade. Ao alterar essas crenças, mudo não só o que penso, mas também o que sou e como vejo o mundo. E isso, por si só, é um ato de transformação.

Assim, percebo que a liberdade não está na ausência de crenças, mas no poder de escolher quais crenças adotar. O simples fato de acreditar que posso mudar minhas crenças já é uma crença poderosa, capaz de transformar minha perspectiva de vida.

A paz está presente em todas as situações, mas nem sempre a aceitamos, pois muitas vezes acreditamos que determinadas circunstâncias não merecem nossa paz. O problema, portanto, não são as angústias em si, mas sim a paz que negamos a nós mesmos ao não a aceitarmos, justamente quando mais precisamos dela.

Um dia, você perceberá que todos os conflitos internos que já viveu foram, na verdade, uma manifestação do medo de abraçar a própria paz.

Relacionamento falso só vai para frente enquanto você se esforça, conquista, oferece, conversa, agrada, finge; depois que para, a relação acaba.


Relacionamento verdadeiro: apenas a presença é suficiente.

Os artistas têm uma imaginação muito fértil e conseguem expressar emoções e conquistar quase tudo pela arte. Todas as pessoas do mundo têm um pouco de artista correndo nas veias. Alguns são cantores de banheiro, gostam de dançar, cantar, escrever e tocar algum instrumento por hobby, profissão ou vocação artística.

"Acreditamos que a educação não se faz sozinha. Com essas parcerias, otimizamos recursos públicos e entregamos uma escola que cuida de quem ensina e de quem aprende."

A menina sonhadora



Eu era uma menina sonhadora.


Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.


Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.


Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.


Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.


Então a vida virou a página.


Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.


Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.


Era dor demais
para um único coração.


Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.


Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.


Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.


Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.


Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.


Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.


Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.


Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.


Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.


Ainda assim,
não perdi tudo.


Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.


Hoje,
eu não imploro mais por amor.


Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.


Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.


Mas existe uma diferença.


Antes,
eu sonhava pelos outros.


Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.


E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.

Quando a relação é sincera, não precisa de esforço, nem conquista, nem agrado.

"Acredite em si mesmo e siga o seu caminho. Mesmo que os outros que é o caminho errado, se você acredita nisso, esse é o caminho certo"
– Ceo Changbin

Se historicamente o movimento feminista desempenhou um papel determinante na conquista de direitos civis, hoje observa-se, em certas correntes, a substituição da busca por igualdade pelo fomento do preconceito misândrico.

"Você me faz acreditar que simmm, quando as pessoas querem, elas podem melhorar... Você é uma evolução diária."