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Epígrafe Monografia

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⁠Quando uma pessoa por mais importante que seja o cargo dela , em qualquer área na vida, não acredite apenas em suas palavras, somente pela influência que essa pessoa têm, seja humano e procure conhecer os dois lados da história, melhor ! ore a Deus e não se envolva em um problema que não é seu, pois no final o errado sempre será você, (duplamente) 1° por te comprado uma briga que não é sua, 2° Os protagonista da briga sempre voltam a ser falar, já você perde a amizade dos dois lados; e ainda sai como se fosse o pivô da briga.🍁🍁🍁

Acreditar no impossível me limita, não acreditar nele confirma que nada sei.

A vida é um falso livre-arbítrio.
A gente cresce acreditando que escolhemos... mas, na verdade, nada está em nossas mãos.
Não há escolhas ao nascer, nem ao partir.
Não escolhemos nossas dores, nossas perdas que ficam, tudo é um teatro onde os papéis já foram escritos. A realidade é dura, fria, crua.
As marcas ficam, e são elas que nos moldam.
Entre a vida e a morte, o único poder real que temos, é o que fazemos com as cicatrizes que carregamos.

⁠Acredito que Deus exista. O que não entendo é porque ele não se importa com esse mundo.

Acreditamos na permanência mesmo sabendo que somos transitórios.


— Jess.

Somos feitos de instantes frágeis e ansiosos, que ainda assim escolhe acreditar que somos capazes de constância, confiança e espera.


— Jess.

⁠Se hoje o seu dia foi bom, amanhã vai ser melhor
Acredite.

O amor já não conquista tudo; agora racha e adoece tudo. Tudo o que é adoecido torna-se mórbido.

Não carrego bandeiras partidárias. Acredito que a transformação social exige coragem, posicionamento ético e o uso responsável da voz na defesa e proteção de todos os nossos direitos especialmente dos direitos das mulheres, no enfrentamento à violência e na proteção de crianças e adolescentes. Nenhuma voz é pequena demais quando se compromete a fazer a diferença.

A falta que sentimos do que ainda não vivemos…

Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.

Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.

Não é ausência.
É interrupção.

A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.

A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.

Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.

É o luto do que não aconteceu.

E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.

Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.

Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.

O que antes era afeto passa a ser desafio.

Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.

A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.

Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.

O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.

Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.

Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.

Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.

Na verdade, são sistemas diferentes operando:

O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.

Um produz excitação.
O outro produz construção.

Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.

Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.

E é aqui que mora o equívoco.

Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.

Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.

Quando entendemos isso, algo muda.

Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.

Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.

O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.

E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.

Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:

Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.

"Tem gente que só vai acreditar no mundo espiritual ou levá-lo a sério depois que morrer."


- Anderson Silva

Toda instituição que acumula poder demais começa a acreditar que não deve satisfação a ninguém.

E quando quem deveria garantir a Constituição passa a interpretar tudo segundo a própria vontade, o povo deixa de ser soberano e vira espectador.

Democracia não é silêncio forçado.
É limite, responsabilidade e prestação de contas.

Recomeçar é um jeito bonito de dizer: ainda acredito.

“” Acredito que amizade é isso que sinto quando lembro de você
Sei que estás distante, mas dentro do coração posso sentir sua presença.
E mesmo o tempo que passa, não deixa tua lembrança ir embora,
Parece que foi ontem que nos encontramos... “”

“” Ver você ir embora não foi a pior momento de minha vida,
O mais cruel foi acreditar que você iria ficar para sempre...””

"" Nenhuma mulher deveria se sentir usada, mas sim conquistada, respeitada e amada todos os dias..."".

Alguns fantasmas sempre nos acompanham, mas seja firme, não acredite em fantasmas

“” Acredito sinceramente que a grandiosidade de uma pessoa reside em sua capacidade de perdoar. Magoas são pesadas demais para alma e livrar-se delas, além de ser um acalanto é um trunfo à felicidade...""

"" Todo dia brota na alma uma essência capaz de te fazer vencer...É só acreditar...""

​“Em um mundo onde muitos desistem no meio do caminho, nós seguimos acreditando que o amor é escolha diária.”

— Douglas Santos, em O Deus Silencioso