Epígrafe Monografia

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"Honre o suor que não saiu na foto e as renúncias que ninguém curtiu; sua conquista é o troféu de um atleta que venceu a si mesmo em dias de chuva."

"O erro de quem conquista um lugar ao sol é esquecer que a Terra gira; o segredo não é fincar a bandeira, mas aprender a caminhar no ritmo da luz."

"Desejo que seus pés encontrem o ritmo exato entre a pressa que conquista e a pausa que aprecia, para que nenhum caminho seja apenas cansaço."

“A Cabala não ensina o que acreditar, mas como despertar.”

"Trocamos o barulho das conquistas pela paz sagrada de um coração que não deve nada ao travesseiro."

"Que você seja a razão pela qual alguém acredite em si mesmo, hoje e sempre." @Suedson_Corey

“Nada dado, nada herdado.
Viemos de baixo e vamos conquistar tudo.”
@Suedson_corey

“Alimente seu lado que acredita que as coisas boas vão chegar.”
@suedson_Corey

“Vibre e celebre a vida com as conquistas, como se fosse real: porque será.”
@suedson_Corey

“Planeje no OFF, conquiste no OFF, e ame no OFF.
As pessoas estragam coisas boas."

“Você está escolhendo o seu destino ou apenas aceitando; O que acredita que a vida reservou para você.”

A⁠ religião faz a morte parecer mais preciosa que a vida.
O pior é que tem muita gente que acredita.

A maior ilusão que carreguei no peito foi acreditar que a intensidade de um sentimento bastava para segurar o mundo. Eu tive a chance de caminhar ao lado de uma mulher extraordinária; sua alma transbordava generosidade, os olhos sorriam antes dos lábios e a presença trazia uma calmaria que nenhum lugar do planeta conseguiu repetir. No entanto, caí na armadilha mais antiga do coração humano: a zona de conforto do afeto garantido.
Quando o destino coloca a pessoa certa na nossa jornada, a mente sabota a realidade fazendo parecer que o amanhã é eterno. Deixei de notar os pequenos silêncios dela. Ignorei os cansaços mudos, achando que o laço que nos unia era indestrutível. O erro cometido por quem ama demais costuma ser o orgulho bobo de achar que o outro suportará qualquer ausência, qualquer deslize, só porque fomos rotulados como almas gêmeas. O apego cega a percepção.
A vida pune severamente essa negligência. O universo não tolera o desperdício de milagres cotidianos. Em um amanhecer qualquer, a linha invisível que nos conectava simplesmente se rompeu, não por falta de carinho, mas pelo peso dos desencontros acumulados que a rotina disfarçou. Vê-la partir quebrou o espelho do meu egoísmo.

Aprendi da forma mais dolorosa que os encontros celestiais exigem manutenção terrena. Ficar longe de quem completa nossa essência transforma os dias em mera contagem de tempo. Hoje, guardo as lembranças como joias trancadas na memória.

Se o fio que prende você ao seu par ideal ainda permanece intacto, cuide de cada centímetro dele agora, pois o amanhã costuma ser um mestre cruel que ensina o valor do abraço apenas através da saudade vazia.

0044 "Passo a acreditar prontamente em algumas religiões quando elas próprias acreditarem e aceitarem umas às outras!"

Eu morro e renasço todos os dias. Eu acredito que estou bem e então eu fico.

O Capataz Querubim

Em alguns momentos da vida, cheguei perto de acreditar que a liberdade existia.

Não a liberdade vendida por filósofos, políticos ou vendedores de felicidade. Falo de uma liberdade absoluta. Daquelas que não deixam correntes, portas ou nomes para trás. Uma liberdade capaz de arrancar de um homem tudo aquilo que o prende à realidade que aprendeu a chamar de sua.

Durante muito tempo, pensei que meu maior inimigo fosse o sistema.

O trabalho.

O dinheiro.

As regras.

As expectativas.

Toda aquela arquitetura invisível que nos ensina, desde cedo, onde devemos estar, o que devemos desejar e até quando devemos chamar de sonho aquilo que alguém decidiu por nós.

Acreditei que liberdade fosse romper essas amarras.

Então passei anos tentando encontrar uma saída.

Até perceber que o sistema nunca foi o verdadeiro carcereiro.

Ele apenas administra a prisão.

O verdadeiro capataz é muito mais antigo.

Muito mais inteligente.

E, talvez, muito mais difícil de odiar.

O amor.

Demorei para entender isso.

Porque as correntes mais resistentes não fazem barulho.

Não enferrujam.

Não deixam marcas nos pulsos.

São feitas de afeto.

Às vezes têm a forma de um abraço.

Às vezes, de uma promessa.

Às vezes, de um rosto que você não consegue abandonar.

E há correntes que parecem tão quentes contra a pele que passamos a acreditar que foram feitas para nos proteger do frio.

Foi então que dei um nome àquilo.

O Capataz Querubim.

Ele não empunha chicotes.

Não grita.

Não ameaça.

Não precisa.

Ele chega devagar.

Senta ao nosso lado.

Escuta nossos medos.

Conhece nossas fraquezas.

E, quando percebe que estamos prestes a partir, simplesmente segura nossa mão.

Nunca com força.

Apenas o suficiente.

Enquanto sorri, fecha uma porta.

Enquanto acaricia nossos cabelos, reforça uma grade.

Enquanto nos faz sentir necessários, nos convence de que ficar é uma escolha.

E talvez seja.

Esse é o seu maior poder.

O Capataz Querubim nunca nos obriga a permanecer.

Ele nos faz querer ficar.

Durante muito tempo, procurei uma porta.

Uma única passagem escondida entre a razão e a loucura.

Acreditei que, se conseguisse encontrá-la, tudo faria sentido. As ilusões desapareceriam. As correntes cairiam. Finalmente saberia o que existia do outro lado.

Mas comecei a desconfiar de que não existem portas.

Existem apenas corredores.

Cada resposta abre uma pergunta.

Cada verdade revela outra camada.

E, quando pensamos finalmente ter chegado ao fim, percebemos que apenas encontramos uma prisão menor dentro de uma maior.

Às vezes, no silêncio absoluto, chego perto da liberdade.

São momentos estranhos.

As vozes desaparecem.

Os desejos se calam.

As lembranças parecem distantes.

Por alguns segundos, resta apenas a consciência olhando para si mesma, sem passado para carregar e sem futuro para desejar.

Nesses momentos, penso que talvez seja isso.

Talvez liberdade seja não precisar de nada.

Então alguma coisa acontece.

Uma memória.

Uma saudade.

Um rosto.

E eu volto.

O Capataz Querubim nunca está longe.

Ele conhece todos os caminhos de volta.

Sabe exatamente qual lembrança tocar.

Qual ausência despertar.

Qual nome pronunciar dentro do silêncio.

E talvez esse seja o verdadeiro paradoxo:

não estou lutando contra um inimigo.

Estou lutando contra aquilo que dá sentido à minha existência.

Porque, se um dia eu conseguir romper todas as correntes, quem sabe o que sobrará de mim?

Talvez a liberdade absoluta exija uma coisa que não estamos dispostos a entregar:

a capacidade de amar.

E, se para ser completamente livre eu precisar deixar de amar, talvez a prisão seja um preço pequeno demais para reclamar.

Toda liberdade cobra alguma forma de solidão.

Todo amor cobra alguma forma de renúncia.

Talvez seja por isso que continuamos caminhando entre as grades.

Não porque não enxergamos as portas.

Mas porque algumas portas dão para lugares onde ninguém nos espera.

Enquanto não descubro a resposta, continuo observando.

Não contra o sistema.

Não contra o mundo.

Mas contra a necessidade de transformar qualquer dúvida em certeza.

Ainda assim, existe uma pergunta que não consigo abandonar.

E se o Capataz Querubim nunca tiver sido meu carcereiro?

E se todas as correntes que passei a vida tentando romper forem justamente aquilo que me impede de desaparecer?

Talvez eu passe a vida inteira chamando de prisão aquilo que me mantém vivo.

Porque, quanto mais observo minhas próprias correntes, mais percebo o segredo mais terrível de todos:

nunca fui capaz de descobrir onde termina o amor e começa a liberdade.

Talvez não exista uma fronteira.

Talvez ambos sejam feitos da mesma matéria.

Talvez a diferença esteja apenas no nome que damos às coisas que escolhemos não perder.

E talvez o dia em que eu finalmente vencer o Capataz Querubim…

seja justamente o dia em que não reste ninguém para atravessar os portões da prisão.

Quando você não toma posse de nenhuma ofensa e acredita que todo mal é um livramento, você está agradando a Deus, que tudo pode, tudo sabe e tudo vê. Isso que é dar a outra face.

Ah, fala sério.
Você acredita mesmo nisso?
A vida te mostrou tantas diferenças.Te jogou em outros ambientes, te apresentou gente linda. Gente que dança sob a chuva, que ri sem motivo, que abraça o dia com os braços abertos. Gente que ama a vida com uma fome que assusta, que bebe o sol e coleciona histórias.
..., fala sério!
Depois de ter visto cores tão vibrantes,como pode seu mundo ainda caber no preto e branco de um só pensamento? A vida não é um argumento que se vence, é um espetáculo que se vive. E ele está cheio de música, de gente que te mostrou que é possível existir de outro jeito.

A beleza aos olhos enganam, mas as boas atitudes da alma me conquistam.

Você pode acreditar em Deus sem afirmar que possui conhecimento suficiente para declarar que uma determinada instituição humana possui monopólio sobre Ele.