Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

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Se até a formiga
tem algo a ensinar,
quanto mais eu
tenho a aprender
com a vida e com
Deus.

Se o corrupto
entendesse que a
verdade rende mais
que a mentira, venderia
sua falsidade para
comprar integridade.

Um pensamento
puro suaviza o
olhar mais cansado.

Falar menos é
abrir espaço
para que Deus
fale mais em nós.

Fugir da dor é
perder a chance
de se tornar mais
forte do que jamais
imaginou.⁠

Mais importante
que ter respostas,
é saber fazer as
perguntas certas.

Viva mais.
Mostre menos.

E o mais? O mais Ele fará.

⁠A fé mais forte nem sempre é a mais barulhenta; muitas vezes é a mais escondida.

Há momentos em que calar é a forma mais profunda de confiar em Deus.

As manhãs com Jesus são mais abençoadas quando vivemos segundo o fruto, refletindo a nossa salvação e o seu caráter.

Meu coração
​Meu coração hoje está à procura
de um refúgio
Mais a onde me refugia se a
qualquer lugar que estou você
esta lá
Como me refugia se a cada
canto e a cada esquina
vejo seu rosto e seu olhar.
​Como te esquecer se na minha
cabeça não sai a sua imagem
​Como te esquecer se do meu
coração não sai mais a nossa
canção.
​Os dias passam as horas se vão
e os meses não espera, e levo
você até quem sabe o dia no
meu coração
​Autora: maday de moraes

No vazio que ficou de um amor que se desfez,
Não há mais sentimento, nem a história de antes.
O ciclo se encerrou, findou sua vez,
Guardando as lembranças em tempos distantes.
O que sobrou é a mágoa e o pesar,
E a decepção que a alma não quis.
O amor em mim morreu, sem poder voltar,
E a humanidade em mim disse adeus de vez.
A escuridão chegou, o coração se fechou,
Sem saber quem terá a chave para o abrir.
A mente só quer paz, o que se cansou,
Mas a esperança diz que ainda vai sorrir.
Só o coração sabe para quem quer acelerar,
Para quem de novo voltará a bater.
Até lá, a mente só deseja descansar,
Encontrando na paz uma forma de viver.

Juliana kim

"Você é a estrela mais distante, e eu sou um farol em uma ilha deserta. O meu amor não é um barco para te alcançar, mas uma luz que brilha na sua direção, para que você nunca se perca na escuridão. Eu sei que o meu farol está fixo no lugar, e que a minha ilha carrega as marcas de tempestades passadas. Mas eu prefiro te iluminar de longe do que ter o meu farol apagado, porque mesmo em silêncio, a minha luz te ama."

"A estrada foi tortuosa, sim, mas hoje entendo: o caminho mais difícil é o que mais ensina. Olho para o meu eu e vejo que a 'boazinha demais' sempre foi o atalho para ser a 'coitada'
No fundo do poço, a luz rarefeita é cruel, mas verdadeira. É ali, na solidão, que consigo contar nos dedos quem realmente me ampara. O silêncio de alguns fala mais alto que mil promessas.
E o estranho não é estar sozinha; o estranho era não ter percebido que eu sempre estive sozinha, disfarçada de ingênua que via bondade onde só havia conveniência.
Hoje, aquela menina se desfaz para dar lugar a quem sabe: não há ninguém. E é exatamente por isso que eu sou tudo o que eu preciso."

Quando a vida não der mais prazer,
Quando o sol não brilhar para você,
Quando tudo chegar a dizer não para você...
Quando uma lágrima rolar
E o seu pranto alguém escutar,
Se lhe pedirem para estender a mão, é só ir...
Eu vejo o mundo ao meu redor,
Eu olho as nuvens que passam no céu.
O tempo, como fumaça, se vai
Para não mais voltar.
Quem dera eu e você,
Uns dias destes, andando por aí,
Pudéssemos encontrar o amor
Para nos fazer feliz.
E o nosso pranto secaria,
Solidão não mais haveria,
A alegria estaria em nós.
Quem dera eu e você
Se importasse mais com o amor...

A Ditadura do Vencimento


Não se engane, caro leitor. Não somos mais Homo sapiens. Somos, essencialmente, Homo Boléticus. Nossa vida não é medida em anos de felicidade ou de sabedoria adquirida; é contada na dolorosa sucessão de datas de vencimento.
O boleto não é apenas um pedaço de papel (ou, mais modernamente, um QR Code azul). Ele é o nosso antagonista existencial, a prova incontestável de que, no grande teatro da vida moderna, nosso papel é o de um mero alimentador de um dragão invisível chamado Sistema.
O ciclo começa sempre com a doce, breve ilusão. É o dia 5, ou 10, e a conta bancária está sorrindo para você. Por um breve, glorioso momento, você se sente um magnata, flertando com a ideia de comprar algo desnecessário. Mas o magnata dura pouco.
Mal o dinheiro assenta, e lá vem ele, o Mensageiro da Ruína, a notificação silenciosa no celular: Seu boleto da fatura X está disponível. É o chamado do dever. O dinheiro chegou com hora marcada e, antes que a endorfina do salário baixe, ele já tem donos mais urgentes que a sua alegria.
A pior parte é o Boleto Fantasma. Aquele que você não esperava, que se materializa na sua caixa de entrada, geralmente vindo de um serviço que você contratou em 2017 e jurava ter cancelado. Ele surge como um fantasma vingativo, exigindo não apenas dinheiro, mas também a humilhação de ter que ligar para o atendimento ao cliente.
E quando finalmente chega o Dia D (Dia de Desembolsar), a cena se repete: você entra no aplicativo do banco e executa o balé da quitação. É um ritual de sacrifício. A cada confirmação, um pedacinho da sua alma — ou, pelo menos, do seu churrasco de domingo — se esvai. Você paga o aluguel, o plano de saúde, o streaming que você não assiste e, finalmente, a conta de luz, que sempre parece estar cobrando o custo da sua culpa por ter deixado o carregador na tomada.
O ápice cômico-trágico é quando, após pagar rigorosamente todas as contas, você olha para o extrato e percebe: você trocou todo o seu trabalho mensal pela permissão de continuar trabalhando no próximo mês. A vida moderna não é sobre acumular riqueza; é sobre zerar dívidas para que novas dívidas possam surgir.
O boleto é a única prova de que você existe e consome, e isso, de alguma forma, nos conforta. É a nossa âncora na realidade.
No fim, a gente se deita, suspira aliviado por ter vencido o mês, e mal a cabeça toca o travesseiro, o cérebro sussurra: Só mais 30 dias... E o IPTU, você já viu?
A vida é isso: a arte de sobreviver entre um vencimento e outro. E a única certeza que temos é que, enquanto houver vida, haverá boletos. É a nossa maldição e nossa métrica.

A coisa mais importante da vida é viver e amar, respeitar cada um no seu modo de ser e pensar.

“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo. A reflexão nos convida a reconhecer que o extraordinário não está apenas nos grandes acontecimentos, mas também naquilo que se repete silenciosamente diante de nós. O movimento das sombras, a sucessão dos dias e das noites, as estações e tantos outros fenômenos cotidianos são manifestações das mesmas leis que organizam o universo em escalas muito maiores. Entretanto, observar um fenômeno não significa necessariamente compreendê-lo, pois toda percepção parte de um ponto de referência e encontra os limites do conhecimento de quem observa. A frase aproxima, assim, ciência e filosofia ao sugerir que a realidade possui uma ordem independente de nós, enquanto nossa interpretação permanece condicionada pela perspectiva, pela experiência e pela capacidade de compreender. Estar atento significa mais do que simplesmente olhar; significa interrogar o aparentemente comum, reconhecer os próprios limites e perceber que, muitas vezes, aquilo que chamamos de ordinário é apenas o extraordinário tornado familiar pela repetição.

“Estejamos atentos. Mesmo os dias mais ordinários revelam as leis que regem o universo. O que percebemos, porém, depende do lugar de onde observamos e daquilo que somos capazes de compreender.” — Leonardo Azevedo.