Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto
Não busco mais o amor como quem caça um sentido,
nem tento segurar o tempo que me escapou da mão.
Apenas me deixo viver, num presente bem resolvido,
habitando, finalmente, a inteireza da minha própria morada e chão.
A observação mais irônica da vida é que, às vezes, você serve de escada para os outros subirem enquanto achava que estava apenas tentando não cair.
Quando decidi vender lanche, eles foram lá e fizeram igual. Quando criei minha própria marca de blusas, copiaram. Quando criei o meu caminho para conseguir manter um carro rodando na Uber, copiaram o trajeto.
Na empreitada de vender apartamentos, perguntaram o passo a passo e tentaram o mesmo caminho.
Nos momentos em que estive no fundo do poço vendendo motos, carros e até repasses para respirar ,eles vieram perguntar como eu fazia, só para irem lá e tentarem fazer também.
O detalhe curioso é que eles não sabem o que tudo isso me ensinou.
Enquanto eles olhavam para o lucro ou para a tentativa, eu aprendi sobre resiliência, sobre o peso de carregar um plano sozinho e sobre a facilidade com que as pessoas consomem a sua coragem porque não têm a própria.
Hoje, vejo todos eles acreditando e se encontrando em cada um desses ramos de negócios.
Continuam lá, firmes, e até hoje me encontram dizendo: "Cara, você foi minha inspiração. Você me deu coragem."
E ironicamente, é verdade. Eu dei. A diferença é que enquanto eles precisavam ver o caminho desbravado por mim para dar o primeiro passo, eu precisei inventar o caminho no escuro, sem ter ninguém para chamar de inspiração. Apenas a força e a vontade que Deus sempre me enviou. Sou grato a Deus por tudo. Cada ideia cada passo cada pessoa que deu a mão e o abraço que eu preciso...
Em nome do Cristo vivo amém
By Evans Araújo @EvansJ_oficial
A minha namorada,
É a mais bela da rua.
A mais bela da quadra.
A mais bela do bairro.
A mais bela da cidade.
A mais bela do estado.
A mais bela do país.
A mais bela do mundo,
O meu amor caiu nas suas mãos e então
é bem zelado.
Muito obrigado só por existir e ter me mudado.
Viveria eternamente te amando do outro lado desse mundo!
Não existe prejuízo por falta de cliente no estouro da bolha da IA. O mais importante ela já consumiu, a matéria prima da abstração mental humana e as infinitas possibilidades do que se pode fazer com isso.
Poderíamos resolver todos problemas da humanidade com o que temos em 2026.
Ou seguir ampliando as desigualdades e privilegiando o mais egoísta.
Se por algum motivo você não acredita mais na felicidade, não desmotive as pessoas incríveis que ainda sonham com ela.
“O que ninguém vê em nós talvez seja justamente aquilo que mais esforço fazemos para não deixar desmoronar.”
“Talvez o mais difícil de mudar não seja abandonar antigos hábitos, mas aceitar que algumas pessoas só conheciam a versão de nós que já não existe.”
Há ideias e sentidos notáveis em um caminho que flui mais forte que a própria vida.
Depois que a órbita elíptica sugeriu o fluxo abrangente dos desenhos nas cavernas, as horas passaram a ser parte da história. Os segundos são meros atributos da defasagem do tempo — uma pausa necessária para que tudo faça sentido. É o tempo gerado pelo sistema operacional do planeta, ainda que ele fosse apenas uma engrenagem desse mecanismo, e a verdade, algo bem mais complexo de apreender.
As memórias são frágeis e superficiais: fragmentos de sensações das fases pelas quais passamos. Ainda assim, essas experiências ajudam a preencher a defasagem do tempo. A cada pôr do sol, somos exatamente iguais — até que a escuridão se dissipe em um novo dia. Estranhamente, o dia começa na madrugada, quando tudo ainda é escuridão.
Compreender os mistérios do tempo, as estações e as temperaturas é um desafio constante. Mesmo em um pesadelo, sentimos frio ou calor; no frio extremo, passamos a encarar o extraordinário como algo comum. Nas ondas dos mares, em verdes sintonias, encontramos o horizonte como se olhássemos para um holograma, celebrando o fluxo temporal que envolve o nosso planeta. Os ventos gelados do Ártico revelam a aurora boreal e as pareidolias mentais do gelo — as mesmas que surgem no calor seco do Saara. A luz e a escuridão se encontram em um ponto qualquer: ao redor da fogueira, observamos as luzes dos céus em uma dança cósmica infinita.
Olhos atentos esperam que o fluxo do tempo seja apenas um ponto no firmamento, enquanto lágrimas dão origem a vozes que ecoam no espaço contínuo, expressando um sentimento pragmático. Na velocidade do ônibus ou do metrô, o tempo parece ansioso, somado a cada parada até o destino final. No vidro, o reflexo do passageiro é consumido e reconstruído — uma natureza devastada por várias versões do mesmo ser, copiado pela imagem refletida.
O vento da tempestade e as chuvas parecem flutuar de repente sobre a realidade. Às vezes a terra treme, mas é apenas o movimento da crosta. A percepção cotidiana do amanhecer contrasta com o peso do meio-dia no ambiente de trabalho; a paz serena se envolve em calor, frio ou na sensação de um tempo fechado. Essa ilusão se revela quando olhamos para as nuvens ou sentimos as distorções temporais.
As corredeiras da cachoeira trazem uma sensação de calma em sua corrente bruta e absurda. Nelas, o fluxo temporal passa depressa, pois a mente relaxa e se contenta ao fazer parte da natureza. A vida aquática e a noção do ser transcende a própria sensatez: o que existe sempre existiu, mas continua a nos encantar. É o encantamento das sombras projetadas pelo cérebro, que busca incansavelmente sentido em pareidolias, paradigmas e paradoxos.
O calor sufocante transforma a mente, deixando o homem mais desperto e ligado, como em um horário de verão. O deslizamento das regras que usamos para entender a compaixão inata torna-se o pano de fundo que evoca processos psicológicos internos. No fim das contas, o reflexo psicológico nos últimos parâmetros do dia nada mais é do que a mudança climática da nossa própria percepção intelectual.
A doutrina da prosperidade não é digna de ser chamada de doutrina , soa mais para decadência da graça, é a falsa fé tangível!
Ouvir mais e falar menos, é a verdadeira arte para melhor compreender as ligações humanas mais profundas.
A Dor da Nova Rasteira.
Não há nada mais exaustivo do que a sensação de levar uma nova rasteira exatamente no momento em que estamos tentando nos levantar. Você respira fundo, junta o que sobrou da sua coragem, apoia as mãos no chão e, antes mesmo de ficar de pé, a vida te golpeia novamente. Parece um ciclo sem fim, um teste cruel que nos faz questionar se algum dia essa tempestade vai passar. É legítimo sentir raiva, chorar e se sentir impotente diante desses ventos contrários. O que não podemos esquecer é que, embora a rasteira mude o tempo da nossa subida, ela não anula a nossa capacidade de tentar outra vez.Post: Dói levar uma nova rasteira quando a gente mal conseguiu se apoiar no chão. Mas saiba que esse vento contrário pode atrasar a sua subida, mas nunca vai apagar a sua capacidade de tentar de novo.
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