Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

Cerca de 212654 frases e pensamentos: Enxerga mais longe a Gaivota que Voa mais Alto

⁠"Meio caminho
andado fica longe
pros dois lados
siga sempre em
frente"

Inserida por mcmacedo

⁠"Quando Deus lhe dar suas asas, não voe para longe dele."

Inserida por DAmico

⁠Que a distância entre os corpos que gostariam de estar perto, mas estão longe uns dos outros seja encurtada, seja inexistente através da grandeza do desejo do bem um para com o outro. Aos que estão perto, aproximem-se mais, e que os distantes saibam que o amor além de não temer o tempo ou a distância, em nada se preocupa com a falta de ter, pois persiste apenas em ser, pois é amor.

Inserida por FranciscoFontes

⁠Nada é tão longe que não possa ser alcançado ou conquistado, nem tão perto que seja fácil ou acessível — tudo vai depender da distância de onde se encontra para onde quer chegar!

Inserida por RonaldoRS

Não importa o quão longe vá, de uma certa forma, sempre voltará ao princípio.

Inserida por Catalizer

"Mais magro", sussurra o velho cigano de nariz carcomido
para William Halleck quando ele e sua esposa Heidi saem
do tribunal. Apenas estas duas únicas palavras, carregadas
pela doçura enjoativa do hálito dele.
"Mais magro". E antes que Halleck possa recuar, o velho
cigano estica o braço e acaricia-lhe a face com um dedo
retorcido. Os lábios dele entreabrem-se como uma ferida,
exibindo alguns cacos de dentes que despontam das gengivas
como lápides quebradas. Cacos de dentes enegrecidos e
esverdeados. A língua do velho se esgueira por entre eles e
então desponta, para lamber os amargos lábios sorridentes.
"Mais magro "

⁠O problema é que, quanto mais você ganha, mais aterrorizante é perder, e eu estava prestes a perder tudo.

⁠o que mais me assusta é como
espumamos pela boca de inveja
quando os outros prosperam
mas suspiramos aliviados
quando fracassam

nosso conflito em
celebrar uns aos outros se
revelou o mais terrível
da natureza humana

Dizem que o momento mais escuro da noite ocorre logo antes de amanhecer.

A justiça é a mesma em toda parte: a conveniência do mais forte.

Na rua eu não confio em ninguém. Mas é mais seguro do que em casa. Você nunca pode
confiar em ninguém.

Medo é a coisa mais difícil de superar.

- Que conselho o senhor daria aos nossos estudantes?
- O mais importante eles já estão fazendo que é estudar, pesquisar e expandir seus conhecimentos. Eu os aconselharia também a cultivar valores pessoais, como, por exemplo, perseverança, fé, temperança e coragem. Uma sólida estrutura de valores aliada ao conhecimento, é a base do sucesso.

⁠O dia em que me senti mais envergonhado foi quando acreditei que Deus tinha me abandonado.

⁠Poupe-o de uma vida incompleta, um casamento de conveniência. E, mais importante, poupe-se. Abrace esta coisa verdadeira, real e infinita. Sim, é assustador. Mas viver uma mentira é pior.

⁠Quando é a pessoa certa, nada mais importa.

Os dias mais caóticos de sua vida serão simplesmente insignificantes quando você perceber a futilidade das situações em que se encontrava.

O arrependimento e a culpa são meros espectadores irrelevantes diante da sua imponente presença.

O passado é apenas uma lembrança vazia, uma memória desbotada pela sua superioridade.

Quanto menos importância você der, menos relevância terão as dores do futuro.

Confie apenas na sua própria grandeza de superar meros fatos.

Você aí, isso continue chorando por algo tão insignificante, como se suas lágrimas fossem mais valiosas que o ouro.

Sua dor é um espetáculo ridículo diante do verdadeiro sofrimento neste inferno que chamamos de vida.

Seu eu do futuro vai revirar os olhos ao lembrar deste momento patético e medíocre que está envenenando sua existência.

Enquanto você se afoga em autocomiseração, há pessoas sofrendo três vezes mais neste vasto mundo e ainda têm a decência de sorrir.

Levante-se ou desista da maneira mais patética possível, pois seu futuro desprezaria sua covardia. Supere-se e mostre sua força enquanto avança nesta jornada infernal.

Quando a vida lançar suas pedras em sua direção, lembre-se de que o verdadeiro caminho é sempre o mais árduo.

A varinha de luz tem a mágica mais poderosa de todas.

Onde os Tempos se Tocam


Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.

Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.

Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.

Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?

A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.

Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.

Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.

Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.

Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.

E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.

Agora, pare.

Respire.

Sinta o tempo tocando você por dentro.

E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?

M. Arawak