Entre Tantas Pessoas
Tu não amas coração
Se amasses não haveria perdido tantas oportunidades de está junto do teu bem
Tu não amas coração
Se amasses nunca deveria tê-la deixado parti
Se amasses estaria presente em todos os momentos difíceis, abraçando, dando colo, confortando.
Mas não foi bem assim
Se amasses não teria plantado tanto sofrimento e tantas lágrimas
Não teria causado tanto envelhecimento precoce
Tu não amas coração, mas se alimenta do amor para se manter forte
Então, larga de fingir que sofre
Larga que de fingir que é morte o abandono, a solidão.
Marta CP silva.
As horas são tantas
Mas eu já nem sei porque hoje é dia de samba
Larguei de mão a tristeza
porque hoje na mesa a alegria quem canta
Botei pra tocar Noel que nos enfeitiçou
Mas nos condenam por saudosismo
Dizem que aquela velha boemia já se acabou
Me admirou o seu pessimismo
Tantas coisas para falar,o pensamento voa...onde só os fortes vão entender como é viajar e sair da realidade em um simples pensamento ou um dizer do seu pensar...
Falar de amor é tão complicado, são tantos conceitos, tantas histórias, muita dor, sofrimento, felicidade, é uma explosão de emoções, que no final só resta você.
Como foi esquisito lhe encontrar e perceber que não sabia o que dizer. Tantas coisas no coração e em mente e eu não poderia lhe falar. Fiquei ali lhe olhando e pensando o que lhe fala.
Parecíamos dois estranhos, como se não houvesse uma intimidade incrível entre agente e uma cumplicidade rara e inexplicável.
...e entre tantas vontades e sonhos, acabei ficando por ali, naquele trecho da vida de outro alguém, como um rascunho, um ensaio.
Nem tão triste, mas nem tão feliz...Algo como um meio termo, como todos aqueles que se condenam a viver uma história que não é sua.
Eu quero mesmo que minha fada aparecesse, uma fada do dente, da sorte, do amor..Acreditei em tantas coisas inúteis que fada pra mim é um escape.
Hoje eu descobrir que cresci. Tanta coisa acontecendo, tantas mudanças e eu me mantendo forte. As vezes sinto falta de alguns momentos do meu passado onde as coisas eram mais simples, mais fáceis. Mas seria muita inocência achar ou pensar que ia ser sempre assim. Com tudo isso aprendi a me conhecer, a me entender e principalmente a me perdoar. Hoje eu vivo situações que nunca imaginei viver. Mas que tenho aprendido a superar cada uma delas. Encerrando e iniciando novos ciclos.
Foi lentamente que lá cheguei. Tantas coisas desviaram minha atenção ao longo da estrada, que não percebi que escurecia mais e mais a cada passo. Notei o quanto havia me afastado apenas quando já não pude mais enxergar por andava. Olhei para trás buscando o caminho de volta, mas não o encontrei.
De repente, em meio a mais absoluta e profunda escuridão, pude perceber um vulto. A pequena figura encolhia-se num canto, acuada. Aproximei-me vagarosamente, temendo que qualquer movimento mais brusco de minha parte pudesse afugentá-la. Mas, ao notar minha presença, a menininha limitou-se tão somente a levantar o olhar, acompanhando meus lentos passos em sua direção.
Era muito magra e trajava farrapos. Estava descalça e seus cabelos despenteados eram tão negros que se confundiam com a escuridão do ambiente. As mãos pequeninas e trêmulas repousavam sobre os joelhos. Os dedos das mãos estavam muito feridos, como se ela houvesse tentado se agarrar com muita força a algo que lhe tivessem arrancado impiedosamente. Tinha o rosto sujo e olheiras profundas como se há muitos dias não se alimentasse.
Quando parei diante daquela frágil criatura, notei que havia uma corrente presa a um de seus tornozelos e que os elos estendiam-se escuridão adentro. Ajoelhei-me diante dela. Seus olhos eram enormes, marejados de lágrimas, e me fitavam com uma dor absurdamente comovente.
- Quem é você?
- Estou aqui há tanto tempo que já não me lembro quem sou.
- O que faz aqui sozinha? Não tem medo da solidão?
- É o que mais temo – respondeu-me em fraca voz. – Ajude-me, por favor!
Sua súplica era quase um sussurro, demonstrando o inegável cansaço que a acometia. Surpreendentemente, suas mãos pequeninas e feridas agarraram-se com força às minhas. Lágrimas desesperadas derramavam-se incontroláveis pela pequenina face. Em meio a soluços, levantou a cabeça procurando com seus olhos enormes o fundo dos meus.
- Ajude-me! – voltou a suplicar. – Guie-me para a luz. Não quero mais estar só.
- Ó, minha criança, perdoe-me, mas não sei como. Eu simplesmente não sei como...
Tantas vezes com um beijo seu eu sonhei , um carinho que eu nunca senti, mas não importa quanto tempo leve, eu sei que um dia você vai estar aqui em meus braços.
Amo muito sempre amei sou moleca demais mulher demais dou muita risada e choro tantas vezes sou tudo assim mesmo, um tão pouco que já basta e aos que me chamam de maluca ofereço um pouco da minha dose diária de loucura chamada felicidade
