Entre Tantas Pessoas
Força Circular
A circularidade em nós se faz de tantas formas.
Conexões, olhares, afinidades, encontros, sincronicidades, e, tudo que é contrário a isso também.
O que converge desse todo, se desdobra em desafios, aprendizagens e transformações nas mais diversas áreas de nossas vidas.
O circular abraça e ainda que em choro ou em dor, nos conforta, ou fortalece.
Geralmente nos nutre!
E expande alegrias.
É maravilhoso sentir e perceber essa força circular que nos integra.
É conflitante os desencontros, é confortante os encontros, e para além, abarcamos tudo! Caminhamos circulando, incluindo e transcendendo e ora ou outra apenas seguindo.
Há um ponto de saber que dita.
Confie.
Olhe o antes... perceba o hoje...quantas circularidades experiênciadas?!
Quem se era, e quem se é?!
Você circulou!
Firme-se no pulsar do seu peito.
Quão sabia, forte e corajosa se é!?
Integre essa verdade no coração e potencialize-se em coragem e luz.
E na impermanência em que se vive, confie e circule na perfeição única chamada vida.
Vida. Vida. Vida. Erikah Aparecida - ErikaKim
Te confesso que não sei ignorar;
São tantas coisas para amar;
Mas sabe, deixa eu te falar:
Ela brilha sorrindo ...
367🙏🌹Vivemos um momento difícil com tantas tragédias sociais tanto descaso com a verdade, ética e o moral, Tantos inocentes sendo perseguidos e penalizados por tiranos, e o povo Brasileiro adormecido em Berço esplêndido enquanto o país se afoga em Tragédias sob o domínio da má gestão, um governo trevoso que faz lembrar o holocausto na segunda guerra mundial, em que fascistas e tiranos tentando dominar um planeta em que diversas vidas foram roubadas por confrontos armados e milhares de vidas ceifadas em Campos de concentração por não compactuar com um regime cruel assassino e motivos que desagradam o sistema que já conhecemos... Triste tudo isso uns que tiveram suas vidas levadas pela dominação de um regime covarde que tenta se perpetuar no poder e dominar outras nações do mundo, crianças adolescentes, adultos, mulheres, idosos, cristãos e homossexuais todos perseguidos com suas famílias destruídas e apagadas... Os que sobreviveram muitos foram Desprezados ignorados por várias nações, mas o despertar chegou, tarde mas chegou e o regime assassino se sucumbiu, o conflito que durou por décadas tirou a vida de milhares de pessoas e hoje parece o retrato do ontem quando tudo começou... não podemos nos calar com tanta mentira sendo falada e vidas que já foram roubadas, o povo precisa despertar, nossos, políticos eleitos pelo voto direto, todo judiciário, todos os Juristas, OAB, Associações de advogados conservadores cristãos, ateus sociedade civil e militar, famílias de bem e todos que praticam a fé em Deus, Despertem para a verdade, vamos todos nós unir em orações e manifestações pacíficas municípios, estados e federação... "Deus por todos" (conhecereis a verdade que libertar) O reino de Deus está dentro de nossos corações🌹🙏...BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal
Hoje se comemora o dia em que você nasceu, por isso eu vi tantas flôres abertas embelezando as ruas quando sai para trabalhar.
Por isso ouvi os primeiros cânticos dos pássaros quando o dia ainda estava apenas clareando.
Por isso o sol brilhou intensamente no amanhecer.
Por tudo isso eu calculei que era em sua homenagem.
Parabéns, que da forma como o dia se mostrou para mim, seja para você também, florido, alegre e de muita Luz em sua vida.
Tantas noites a insônia tem me pego
Mas hj foi incrível
Sonhei acordada então
Com o momento que naquela estação vc descia me abraçava e beijava calorosamente
Onde vínhamos pra casa e éramos um só no beijo no carinho no amor na cama nos sonhos e projetos
E aí acordei lágrimas desciam pelo meu rosto e eu perguntava será um sonho ?
Onde ela deixou de me amar assim ?
Onde eu não merecia mais ?
Como o amor pode ter sufocado alguém assim a ponto de fazer de tudo pra me perder?
E fiquei no lupin das boas lembranças e no despertar
Por favor não me acorde pois estarei sonhando com nossa vida feliz ,com nossa casa exatamente como projetamos
Com nossos filmes juntos
Onde não era necessário levantar muralhas pra se defender
Onde eu não precisava ter medo de te dar meu amor sem te sufocar .
Por favor não me acorde
Eu estou sonhando com um amor que um dia eu vivi e na verdade acho que era tudo sonho mesmo
Deusa da solidão
Na ilha no meio de tantas outras ilhas perdidas no meio do oceano, existe a Deusa dos ventos que batem sem direção,
Os sons que se reproduzem de acordo com a temperatura ou através dos movimentos que não se podem ver são frenéticos assim como os do mar quando batem nas paredes de corais,
Um mundo fantasioso se cria no crepúsculo bem como a realidade tão esperada se oferece como uma miragem,
Duros são os golpes dias após dias da lua no sol e do sol na lua e nessa rotação frequente sem vencedores o perdedor é o telespectador que assiste ansioso sentado observando juntamente com a Deusa das ondas e desse horizonte,
Os pássaros cantam, a cachoeira flui, as estações vão e vêm, mas a caverna é silenciosa e escura, sem sombras e sem pena,
Na ilha perdida em meio a tantas outras o mar em volta é profundo, os quatro ventos sussurram e o corvo é o vigia da insônia e da dor,
A coragem pode vencer o medo, navegar no intenso talvez seja um caminho,
Na ilha, o farol esta aceso, seis galhos secos e uma corda estão jogados na areia a três metros do mar, a escolha entre o afundar ou o afrontar é tua.
Depois de tantas aventuras,
Depois de visitar tantos corações,
Depois de viver incontáveis emoções sejam elas pousadas na razão ou na rebeldia, tomei uma decisão,
Seguirei minha vida em carreira solo.
Versões
Hoje sou uma versão minha de muitas entregas com propriedade,
Foram tantas passagens, portais, fantasias e loucuras,
Em quantos lugares pernoitei?
Quantas almas me deixaram entrar?
Foram tantos olhares, tantos sorrisos e imaginar os perfumes e o tato,
Em cada porta aberta fui recebido com paixão e admiração e isso me contaminou podendo ser devolvido no ato em dobro,
Minha inspiração de vida vêm de tantas versões minhas anteriores que me deram aprendizado ao mesmo tempo que me dão um banquete de saudades.
Há momentos em que a vida parece barulhenta demais. São tantas vozes dizendo o que devemos fazer, ser ou ter, que acabamos esquecendo quem realmente somos.
O AVESSO DO ENCONTRO
(Entre o ombro amigo e o coração que cala)
Por que tantas lágrimas
e tanto desencanto?
Se estou aqui ao teu lado,
este misto de amor e paixão
envolve, mas não tolhe os sentidos;
muitas vezes silenciando
minha voz e meu coração…
Não me entorpece,
mas me encanta…
Sentimento bom e racional,
às vezes tão frio e banal.
Quero-te
todo o bem do mundo,
mesmo que nossos destinos
sejam traçados sem rumo.
Tanta ilusão desnecessária…
caminhando lado a lado
em tortuosos caminhos.
Por que tanta ansiedade?
Dou-te meu ombro amigo,
meu afago e minha mão.
Vida que segue na adversidade,
que machuca e que fere…
Na tristeza e na felicidade,
sublimando tanta emoção.
Não posso
te ver sofrer assim…
Pois o que eu sinto por ti
é tão perene e tão sublime,
mesmo que estejas tão perto
e, ao mesmo tempo, tão
distante de mim…
Lu Lena / 2026
A tecnologia é uma porta inquieta,
tantas vezes chamada de belicosa,
porque cada geração insiste em dizer,
em tom solene:
“são esses jovens da era tecnológica…”
Mas há nisso uma falácia antiga:
a de tratar o novo
como se fosse sempre o agora inaugural,
sempre jovem,
sempre feliz.
A tecnologia não nasce hoje —
ela apenas muda de forma.
Feliz é aquele
que, pela sabedoria do tempo,
permite que a vida o refine.
Pois não é a era que amadurece o homem,
é o homem que, ao atravessar as eras,
aprende a usar
o que chega
sem se perder no brilho do instante.
Entre tantas correrias, você é a minha pausa. Não é sobre perfeição, é sobre a gente se escolher todo santo dia, do jeito que a gente é.
DeBrunoParaCarla
O quinto dos infernos!
-Não me preocupo mais em pedir tantas desculpas, nem me delongo com grandes explicações.
-Estou muito sem paciência para com esses humanoides,
que em tudo veem 'preconceito', e vêm com explicações
científicas ou globais.
-Frustrados que perderam o senso de humor.
-Hipócritas que a toda hora gritam (acho que para si mesmos),
que não têm preconceitos. -Mas, são eles próprios que regem e alimentam essa 'fábrica de gente chata', que leva tudo à sério!
-Se esquecem que a qualquer momento a vida dá uma rasteira e,
vão todos para o quinto dos infernos!
-Haredita Angel
Com tantas “lideranças religiosas” mais preocupadas em fazer política do que evangelizar, tomara que ninguém espere encontrar toda essa permissividade escatológica lá no céu.
Quase sempre mais empenhadas em conquistar palanques do que corações, é natural que alguns confundam fé com estratégia e altar com palco.
Mas o risco maior não está apenas no que se faz aqui, e sim no que se passa a acreditar: que a permissividade, a manipulação e o jogo de interesses poderiam ter algum espaço no céu.
O céu — seja entendido como metáfora de transcendência ou esperança — não se molda aos desvios humanos.
Ele não precisa de campanhas, slogans ou acordos.
Ali não se barganha silêncios, não se negocia salvação e nem se legitima vaidade em nome de Deus.
Tomara mesmo que ninguém espere encontrar lá a mesma mistura de poder e conveniência que alguns apaixonados cultivam cá.
Que a expectativa do sagrado permaneça alta o bastante para nos lembrar que espiritualidade não se mede por seguidores, mas por verdade; não por palanque, mas por compaixão; não por permissividade, mas por integridade.
E que, diante de tantas distorções e adequações, ainda caiba em nós o desejo de uma fé que não se deixa contaminar — e de um céu que não se pareça, nem de longe, com os arranjos terrenos.
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
Não
há
Crime Grave
o bastante para relativizar outro.
Em tempos de tantas justificativas vazias e malabarismos morais, parece que a régua da ética se elastificou — estica conforme a conveniência de quem julga, de quem fala, quiçá de quem tenta se eximir.
Como se a existência de um erro maior tivesse o poder mágico e poético de diminuir ou até absolver um erro menor.
Mas definitivamente não tem.
Um crime não anula o outro.
Não o equilibra.
Nem o compensa.
Apenas revela o quanto estamos dispostos a negociar princípios quando eles deixam de nos favorecer.
É o velho impulso de apontar o dedo com uma mão enquanto a outra esconde aquilo que não queremos ver.
Relativizar o erro alheio com base em um erro maior é, no fundo, uma forma forçosamente elegante de aceitar o inaceitável.
É transformar justiça em comparação, quando deveria ser compromisso.
É escolher lados quando o certo seria escolher valores.
A lógica da compensação moral é sedutora porque alivia consciências.
“Perto daquilo, isso nem é tão grave.”
E assim, aos poucos, vamos rebaixando o que deveria ser inegociável.
Vamos nos acostumando com pequenas concessões que, somadas, constroem grandes e medonhas distorções.
O problema nunca foi apenas o tamanho do crime, mas a disposição em aceitá-lo quando convém.
Porque quando a indignação depende de contexto, ela deixa de ser princípio e passa a ser estratégia.
E é nesse ponto que tudo se fragiliza, tudo se perde.
Quando começamos a pesar erros em balanças seletivas, já não estamos mais buscando justiça — estamos apenas escolhendo qual incoerência, qual injustiça estamos dispostos a defender.
No fim, não é sobre quem errou mais nem menos.
É sobre quem ainda se recusa a tratar o erro como erro, independentemente de quem o cometeu e como cometeu.
