Ensina a Criança

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⁠Cerque-se de gente que
torce,
soma, escuta
aconselha,acolhe
ensina, questiona
acredita,completa
preenche
Que faz sorrir,
abraça,
incentiva, acrescenta,
vibra, apoia,
ama !
Seja uma pessoa assim e a sua volta estarão os verdadeiros amigos

Na vida, portas e janelas se abrem e se fecham; mas ela nos ensina que, mesmo fechadas, ainda deixam alguma brecha de luz.

O mundo carece da fluência do silêncio,
essa língua antiga que não grita,
mas ensina.
Falta-lhe a pausa da fala
onde o sentido aprende a existir.


O mundo é deficiente da fluência do silêncio
porque fala demais para sentir.
Grita certezas ocas, tropeça em ruídos,
e esquece que é no silêncio
que a verdade afia as cordas vocais
e harmoniza os fonemas.


O mundo é carente da fluência do silêncio,
esse oásis onde as palavras descansam
e a alma, enfim, consegue se ouvir.


Dizer:
“Falta-lhe a fluência do silêncio.”
é uma excelente alternativa,
educada e sutil,
para o brutal:
“Cale a boca!”


✍©️@MiriamDaCosta

A vida depois dos 40 anos ensina melhor como viver as próximas décadas.

"O tempo não volta — mas nos ensina a seguir."

⁠Literalmente leve

O silêncio me ensina a olhar holisticamente,
O tempo tem me dado posse sobre o saber,
Com as palavras ganho leveza,
Com o amor, estou ganhando o direito de apreciar a vida.

A natureza nos ensina a contemplação; por vezes, tropeçar na pedra que está em seu caminho pode não ser apenas coincidência.
Reno Fioraso

Quem ensina limites com amor protege o futuro sem precisar controlar o presente.

⁠“O ódio nasce onde a alma se obscurece. É a virtude, guiada pela lucidez, que nos ensina a romper esse ciclo.”

⁠“A cidade multiplica ruídos e solidões. O campo ensina o valor do silêncio e da criação.”

"Ensinar é um reflexo de aprender. Um espelha o outro!
Quem ensina está aprendendo! Quem aprende está ensinando!"

Portanto, os direitos autorais são o retorno que você já recebeu ao transferir seu conhecimento, pois quando você transfere, você também recebe conhecimento.

A tarde ensina o crepúsculo nos últimos raios do pôr do sol, quando pássaros distantes se acomodam no céu do dia, que passa lento no domingo pleno de paz e esquecimento. A cidade silencia a máquina no dia das mães e comemoro os filhos que eu não tive a habitar os espaços com uma doce ternura de ausência. E não há arrependimento se muito se sabe das escolhas da vida. Estou viva e não há na sala nenhum ser que fala. Nas linhas de minha mão encontro o meu mapa, que afirma que tudo tarda e nada indaga. Penso em você que pode ser qualquer pessoa que a câmera enquadra. Sua figura em imagem que menos diz do que uma cantiga passada. Porque tudo é contemplação se os pés serenos pisam o chão da história construída com a memória de dias leves que deixam sua marca no destino, se o passado e o agora faz o futuro. E sinto algo dúbio entre uma saudade vaga e a vontade de não revistá-la. É como querer e não querer simultaneamente. Uma figura que mais bela se faz no passado e no presente encontra pouco espaço. E se demora além da hora, se ainda falo e digitam os dedos. E penso em uma calma certa, que nada me falta, se te ver deixa minha alma atravessada, mais procuro minha voz encarnada. A calma e o tédio cruzam um limiar, que é justamente onde te encontro em minhas lembranças. Tudo é pura distância se desconheço o passar dos instantes e habito o tempo psicológico que muito mais é relativo, se memórias esquecidas ainda povoam o presente e se senta em minha frente. O encanto se perte no palpável. As coisas findas, muito mais que lindas ficarão. Ouço murmúrios de poetas antigos que na sala conversam comigo. E cito seus versos como se fossem meus, já que em meu ser floresceu. E muito além vou quanto mais autêntica me faço e poemas revoltosos são mais teatro do que verdade, se me tenho contida e mais me abro para a vida. Também não me calarei, mas que minhas palavras sejam sucintas e não se demorem, pois que o verso chore calado e se vai fatigado quando se alonga em controversas que não acrescentam cores a minha tela. Mais um domingo se passa e no silêncio de minha casa tenho um coração em brasa, que é intenso quando fala e é intenso quando cala. Senhora Dona Sancha, coberta de ouro e prata, mostre a felicidade rara. Queremos ver sua cara. Logo vai raiar a madrugada. Fui no tororó, beber água não achei, achei a Mona Lisa, cujo sorriso não me esquecerei. A renascença chove em meu rosto e haja vista o que já está posto. Fui no tororó, beber água não achei, de sede de amor eu não morrerei.

Fase Passageira que Ensina Para Sempre o que é Amar

Fase preciosa que passa tão depressa, amada infância, já que o tempo não espera, a criança de agora, certamente, é passageira e amanhã será apenas uma querida lembrança.

Não uma razão para tristeza, e sim uma constatação de que vale a pena aproveitar tudo de bom que ela tiver para oferecer; num piscar de olhos tudo vai mudar.

Dessarte, faz-se prudente perceber uma das bênçãos de Deus que ensina o que é amar: um forte nutriente para a Fé, uma companhia singular que consegue fortalecer.

​"A transitoriedade da vida nos ensina a valorizar o agora. Um dia não estaremos mais aqui, e o que restará será o impacto que deixamos naqueles que nos amam. Os filhos crescem, os papéis se invertem e a fragilidade nos alcança. No entanto, resta a esperança: este mundo passageiro será apenas a memória de uma jornada trilhada com Cristo. Vivemos o 'hoje' do Reino com os olhos postos no 'amanhã' da Sua vinda, na certeza de que há uma vida plena nos esperando além do rio. 🙌🏻"

Erre, aprenda, evolua — trilhões começam com lições que ninguém ensina.

O caráter ensina o dinheiro a obedecer.

A oração abre o céu, e Deus ensina a prosperar na terra.

Deus ensina amor e justiça, mas o homem escolhe o egoísmo e chama isso de sobrevivência.

“Quem já subiu ensina. Quem não subiu, ataca.”

A crítica negativa acusa e não ensina, critica e não orienta, fala e não ajuda. A crítica construtiva corrige com respeito, explica o erro e oferece solução. Uma trava o crescimento; a outra impulsiona a prosperidade.