Encontro entre Amigos

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E se entre amigos não houver reciprocidade e diálogo e sim, individualismo e monólogo, esquece, isso jamais foi amizade!

Frase do dia 25/09/2016 (domingo)

Quando a gratidão é mútua entre amigos não importa se você está carregando um caminhão de desafios e ele um único, provavelmente um único grão de areia em seus olhos impede de enxergar quando ele clama por sua ajuda.

O Facebook e o teatro que a vida é.

Tenho entre meus amigos do Facebook vereadores, deputados, prefeitos, governadores e muito mais gente importante.
Amigos virtuais.
Tenho reencontrado aqui velhos amigos que são vencedores nas suas profissões e outros que como eu, pularam de galho em galho e devem estar gratos por ainda estarem vivos.
Foram grandes as viagens, grandes aventuras .Várias quedas.
Tenho amigos de dezenas de anos e outros de poucos dias. Todos enganosamente tão próximos quanto um único clique, o que dá para perceber quanto é errada a percepção da distância na internet.
Mas é por aqui que tenho feito dos conhecidos, virtuais amigos, e com os velhos amigos relembrado gostosas experiências.
Cada dia fico mais grato pelos meus muitos erros.Eles me proporcionaram os acertos.
São os acertos que me trazem as memórias mais fortes dessa experiência única que é viver.
Cada dia fico mais grato por ter vivido o suficiente para poder escrever essa história, ao invés de ter vivido a história dos outros ou a história que gostariam que eu trilhasse.
Cada linha que eu escrevo é a síntese de muitos dias de viver intenso.
Em cada “curtir” que eu recebo sei que escrevi algo que fez com que essa pessoa também revivesse um pouco da própria história.
Se com os velhos amigos tive história , resta a possibilidade cada vez menos remota, de continuar a escrever novas histórias. Ainda que virtuais.
E vamos e venhamos, de que adiantaria eu ficar me lamuriando aqui ou em qualquer lugar, pela vida que eu deveria ter vivido e da história que eu poderia escrever.
Muita gente já escreveu que a vida não tem ensaio. O show tem que continuar!
Então gente, qualquer “curtir” prá mim tá mais para aplauso do que para vaia...quem sabe a gente ainda não participa junto de mais um Ato.
Curti aí pô!!!

Acróstico

Recanto feliz


Razão de ter amigos felizes o respeito existe
Entre todos que neles se encontram
Capas de trazer alegria a todos os corações
As escritas são impar, o respeito é multou
Nada entretece, pois o amor entre os amigos é verdadeiro
Tanto carinho, gesto belo se encontra no recanto
O amor vive em cada pagina sem escolha

Fecunda a semente da felicidade
Escreve um ao outro sem nem mesmo conhecer
Livre na escolha escreve, abrange o coração do outro
Inteira se é feliz por conta disto
Razão de estar no recanto, á um ano e não pretendo sair...


Agradeço a todos os amigos do recanto ,pelo carinho

A sinceridade é o milagre que acontece entre os verdadeiros amigos.

"Entre glórias e fracassos podemos ter uma certeza. Nas glórias trazemos pra si os amigos verdadeiros, os não verdadeiros e os que querem ser nossos amigos. Porém, nos fracassos, só vêm a nós os que realmente são verdadeiros amigos".

⁠Vontade de ficar entre amigos com os melhores e mais legais, falando da vida, ouvindo Cazuza e tomando um belo vinho ao ar livre em plena noite.

⁠"Os grandes traidores encontram-se, invariavelmente, entre os amigos".

⁠Por entre as cortinas da existência, surgem os sorrisos, os afagos, os amigos…
Em qualquer canto,
uma canção,
um alento,
um sussurro em oração.

A morte tudo finda. O amor, a amizade, os abraços. A morte finda o convívio entre familiares, amigos, finda um futuro. E ainda hoje as pessoas vivem a achar que não tiveram tempo para realizar tudo, a morte lhes dá sentido para viver. O paradoxo humano mais simples de todos, não viva pelo medo de não ter o amanhã, viva pela dádiva de ter o hoje. A vida é um presente!

É no bar entre amigos que confraternizamos a vida que pode ser tudo, mesmo por um momento.

Um amor sincero e retribuído
é assim, o amor entre amigos.

ASSIM É QUE É BOM

Comer apressado um churrasco mal passado;
Uma ideia entre amigos com vaquinha magra.
Pedaços contados, porções marcadas,
E atentamente vigiadas;
Assim é que é bom!

Levantar cedo, mesmo assim se está atrasado;
Vestir as roupas às avessas...
Na pressa se veste cuecas por cima das calças;
Calçar sapatos com pé para o mato;
Meias de cores diferentes, de pé trocado;
Assim é que é bom!

Vestir a calça apertada muito ligeiro:
Fechar o zíper na pele errada;
Perder mais tempo, pois é difícil a decisão,
E nem se tem a coragem de puxá-lo,
Nem para cima e nem para baixo.
Assim é que é bom!

Tomar café apressado que de tão quente fumaça,
Deixa o copo trincado;
Num gole só, se manda para dentro,
Pois, se está no limite do tempo,
Só ai se sente, que se fez a coisa errada,
Depois de se ter a língua queimada.
Assim é que é bom!

Pegar um trânsito engarrafado,
Chegar no serviço atrasado...
Encontrar o chefe na porta plantado,
Balançando o pé e a cabeça
E confirmando o que já se sabe.
Assim é que é bom!

Enfim, todo mundo passa por isso:
Não tem escolhidos;
Não se têm melhores...
Em situação de gafes, micos e embaraços.

A vida continua aos trancos e barrancos.
Num dia acontece de tudo,
N'outro não acontece nada.
Assim é a vida, é com a gente, é com o mundo.
Assim é que é bom!

Fale demais de trabalho entre amigos e acabará desempregado.

⁠"As pessoas, entre elas familiares e amigos, são tão aptos quanto você para resolverem seus próprios problemas.
O mundo não repousa em seu ombros, acredite."

⁠Entre risos e lembranças, a roda de amigos vira máquina do tempo — e a nostalgia dança com a saudade.


Eduardo Santiago

**Entre Dois Amigos**
Augusto olhava a noite pela janela com uma inquietação difícil de esconder. Havia em seu silêncio uma espécie de fadiga antiga, como se carregasse pensamentos que já haviam amadurecido demais dentro dele. Depois de alguns instantes, falou em voz baixa:
— Há uma coisa que me inquieta profundamente: a sensação de que nascemos para uma única forma de existência e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava lentamente o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
Augusto manteve os olhos voltados para a rua vazia.
— Falo daquilo que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
O silêncio que se instalou não era desconfortável. Havia nele certa reverência, como se ambos reconhecessem que algumas reflexões exigem espaço antes de serem tocadas novamente.
Augusto prosseguiu:
— Talvez o grande problema seja esse desvio constante. Nascemos artistas, não apenas no sentido do ofício, mas na maneira de perceber o mundo. E, no entanto, passamos a vida tentando nos adaptar a papéis: marido, cidadão exemplar, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos com atenção.
— E você acredita que isso seja um erro?
— Não exatamente um erro. Talvez uma incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a própria essência.
Miguel recostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive completamente fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço por isso.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu discretamente.
— Isso soa mais como orgulho do que filosofia.
Augusto negou com serenidade.
— Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. Trata-se apenas de reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos nos encaixar à força, alguma coisa em nós acaba se rompendo.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso breve, quase cansado.
— Tentei. Com disciplina, inclusive. Acreditei que bastava insistir, repetir hábitos, cumprir funções… como um ator aprendendo um papel.
— E o que aconteceu?
— Percebi que a vida, quando não é verdadeira, transforma-se num teatro sem plateia.
Miguel permaneceu em silêncio por alguns segundos antes de responder:
— Talvez todos estejam representando. Alguns apenas têm mais consciência disso do que outros.
— A diferença — disse Augusto — é que certos homens sabem que jamais poderão sair do palco.
— E você se considera um deles?
Augusto desviou o olhar para a rua escura.
— Sei que não consigo viver longe daquilo que me constitui. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas exige tudo em troca.
Miguel assentiu lentamente, absorvendo aquelas palavras.
— E não existe conciliação possível?
— Existem tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, agora mais denso e mais humano.
Depois de algum tempo, Miguel falou novamente:
— É curioso… o mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que existe algo essencial que nos define.
Augusto voltou-se para ele com calma.
— Não insisto. Apenas reconheço.
— E quem não reconhece isso?
— Talvez viva melhor.
— E você prefere o quê?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo sobre a mesa.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo antes de concluir:
— Nesse caso… talvez não sejamos artistas.
Augusto olhou para ele com uma serenidade quase melancólica.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez naquela conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.

Entre amigos e conselheiros, escolho um para preencher todas as horas: o livro.

Talvez você esteja lendo isso enquanto conta aos seus amigos, entre risos, como eu implorei para você ficar. Talvez você esteja usando essa honestidade que você jura ter, mas que nós dois sabemos ser apenas mais uma camada da sua mentira.
Eu escrevo apenas para dizer: continue sonhando.
É fascinante como é fácil para você viver nessa sua fantasia onde eu não existo e onde nada do que aconteceu te machuca. Você se esconde atrás desse sorriso, se engana achando que está tudo bem, enquanto eu sigo aqui, literalmente partido em dois. É difícil reconhecer a verdade quando o sonho é mais confortável, não é?
Você pode rir do meu choro e transformar minha dor em história de mesa de bar. Você pode tentar convencer o mundo — e a si mesma — de que jogou tudo fora por motivos nobres. Mas, no fundo, entre um sonho e outro, resta um fato que você nunca vai conseguir apagar: você nunca terá a dimensão real do quanto eu precisei de você.
Siga sua vida. Construa esse castelo de cartas onde você é a heroína da própria história. Eu ficarei aqui com a realidade, lidando com o que você fez comigo, enquanto você continua flutuando, fingindo que não sente o peso do que deixou para trás.
Durma bem. O despertar, se um dia vier, vai ser bem mais frio do que o seu sonho.
Com a amargura de quem ainda se lembra,
(Aquele que você deixou para trás)

Vivemos entre Psicopatas, Sociopatas, Narcisistas, na família, entre amigos, no trabalho, Religião, Política, etc..., estas pessoas tem uma habilidade incrível para nos enganar e nos manipular!!!
Hoje temos Psicólogos, Psiquiatras, no Youtube e no Google, Autoconhecimento é a chave!!!
Você pode enganar todo mundo por quase todo o tempo, mas você não pode enganar todo mundo por todo tempo.