Encontro entre Amigos

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⁠A antiga história de amor
entre a alma e o coração
regressa sempre
em vestes renovadas

Rumi
Poemas místicos: Divan de Shams-i Tabriz. São Paulo: Attar, 2006.

Nota: Trecho do poema O fogo que derrete o véu.

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⁠Gestar é sentir o mais forte elo entre os seres, é um amor tão profundo que não há nada suficiente o bastante pra explicar, é a vida acontecendo.

Perto, mas tão longe…”



Hoje eu caminhei entre sonhos e cicatrizes.

Passei pela loja que sempre desejei, aquela que representava conquistas, planos, um futuro que imaginei tantas vezes. Mas ao invés de esperança, senti um nó no peito.



Talvez porque o que mais doeu hoje… não foi o que ainda não conquistei.

Foi ver você ali, tão perto e ainda assim tão distante.

Você, Lúciana.

Estava no salão ao lado, como se o destino quisesse me testar, me lembrar do quanto ainda te amo.



A pior dor não é a ausência.

É a presença que não se pode tocar.

É estar a poucos passos de quem você mais queria abraçar, e não poder.

É ver o amor da sua vida, e ter que fingir que o coração não grita por dentro.



Engoli o choro. Engoli o tempo. Engoli os dias que já não voltam.

Mas dentro de mim, algo continua de pé.

Porque mesmo em ruínas, eu não deixo de ser casa.

Mesmo em dor, eu não deixo de ser amor.



E se hoje me senti no fundo do poço, amanhã eu subo um degrau.

E depois mais um.

Até que eu veja de novo a luz — não nos olhos de alguém, mas nos meus próprios.



Porque por mais que tudo em mim clame por você, eu sei:

eu mereço ser feliz.

Com ou sem você.

Amizade entre homem e mulher, não pode existir,
Pois sempre terá, bem no fundo um sentimento,
De querer a pessoa para si,
E aquele que diz que amizade existe sim,
É tão somente, porque ainda não admitiu,
Que existe um sentimento muito mais forte dentro de si,
E que apenas não quer admitir por medo de perder,
A grande e bonita amizade,

Acredite melhor nunca tocar no assunto,
E continuar como amigos, pois se tocar,
Ou levar para um relacionamento serio,
A perda poderá ser muito mais dolorosa,
Do que simplesmente terminar uma amizade

Então ou você se conforma com a amizade,
E nunca tenta nada,
Ou então você acaba com a amizade,
Para ter guardado as lembranças boas,
E não acabar com elas...

A distância entre loucura e genialidade
é medida apenas pelo sucesso.

Não que teus lábios esteja entre minhas intenções...
Mas não está entre as primeiras intenções...
Está apenas entre as segundas...
E entre as melhores.

Eu te dedico as minhas linhas. Eu te escrevo nas entrelinhas. Entre-tortas. Entre-minhas. Eu te sinto entre o suspiro e a pausa de um texto. Entre as reticências. A exclamação. No meio da frase. No início de um escrito. Entre o início e o meio. Entre saudades e afeto. É lá que você fica. É de lá que você me envia uma infinidade de coisas. De sentires. De gostares. De estares. De seres. Deve ser por isso que eu nunca te escrevo no fim.

Fiz da minha mente o palco, das minhas idéias o cenário e do meu passado a platéia. E eu? Fico entre o palco, o cenário e a platéia me divertindo!

A tua rePUTAção?
fica no meio da palavra...
ah, e entre as tuas pernas!

Só quero você entre todas as mulheres do planeta.
És especial para mim.
És o outro lado da minha vida.

Há uma grande diferença entre gostar e suportar. Eu não gosto de você, eu suporto a sua presença.

A amizade entre um homem e uma mulher, sempre será vista como algo a mais, que uma simples amizade

Entre o mar e as montanhas verdejantes, florescido de acácia e manacás e enfeitado de lagos ondulantes, surge o vale ideal de Maricá.
Que de históricos quadros a cidade se adereça, qual noiva para o altar, levando o branco véu desta saudade que a lembrança dos anos faz chorar. E a lágrima sentida do passado se alia ao riso franco de poder, olhar o seu futuro assegurado na alegria e na glória de crescer.
A terra dadivosa o pão custeia e o subsolo rico em minerais que em áureos veios torna a fulva areia que o sol e a lua irisam os cristais.
O legado imortal de ilustres filhos honra as letras e história do Brasil de cujos feitos segue-lhes os trilhos
o nosso povo ardente e varonil. Bendita sejas tu! Terra querida... Na senda em que o destino traçará para nossa vida, Oh! risonha e formosa Maricá!...

⁠Aprenda com a natureza, ela não faz distinção entre cor, classe social ou religião.
Entenda que o mais importante é ter paz, amor e união.

Ainda acho que a amizade nasce entre flores, amor e carinhos no coração de alguém.

E entre as pedras do meu caminho, encontrei o seu coração. Quem foi que disse que a vida é feita só de tropeços? A alegria nos aguarda em nossa jornada. Ela não tem dia, nem hora marcada para acontecer. Então caminhe e quando você menos esperar, ela te encontra.

Que os teus olhos, sejam olhos de amor, para ver a ternura desabrochar, entre as asperezas da vida.

Pudera eu, escolher o que sentir. Ainda não. E sendo assim, entre a razão e a emoção, vou optando por mim.

Que entre um olhar e outro, brote um sorriso.
E, que entre um sorriso e outro, o amor nos visite.

O silêncio entre dois suspiros


A vida é um corredor estreito, mal iluminado, onde portas se abrem para quartos que nunca escolhemos entrar.
O primeiro passo nos é imposto e o último não nos pertence. Entre um e outro, arrastamo-nos sobre um chão que muda de forma e de temperatura, como se o mundo conspirasse para nos lembrar que o controle é ilusão.


Não há mapa, apenas o instinto de continuar andando, mesmo quando o ar pesa e o coração lateja como se tentasse escapar do corpo.
O tempo nos esculpe sem delicadeza, arranca partes de nós sem aviso e, em troca, deixa cicatrizes que aprendemos a chamar de experiência.


O amor, quando chega, é lâmina e é cura. Pode nos erguer acima de qualquer miséria ou afundar-nos mais do que qualquer abismo.
As pessoas que cruzam nosso caminho são sombras em movimento: algumas se misturam à nossa, outras nos arrancam pedaços, e raras são aquelas que permanecem.
E mesmo essas, um dia, serão levadas.


A vida não é justa nem cruel. Ela é indiferente.
Não se importa se estamos de joelhos ou em pé, se sorrimos ou choramos, se imploramos ou amaldiçoamos o céu.
Os dias seguem, um após o outro, como soldados obedientes a um comandante invisível.


Há momentos em que a luz fere mais do que o escuro, em que o silêncio grita mais do que qualquer multidão.
É nesses momentos que percebemos que não somos heróis da nossa própria história — apenas sobreviventes.
O destino não é escrito nas estrelas, mas na poeira que se acumula sobre nossos ombros.


Arrastamos conosco o peso dos erros que não podem ser desfeitos, o eco das palavras que não conseguimos dizer, o vazio deixado por tudo o que não tivemos força para segurar.
O tempo não perdoa, apenas apaga.
E um dia, quando o corpo já não responder, nem mesmo o medo importará.
Tudo se dissolverá na mesma escuridão de onde viemos.