Encontro entre Amigos
A diferença entre um artista e um adorador é que o artista tenta fabricar uma coisa que é gerada no lugar secreto.
A falta que mais prevalece entre os Metodistas é o serem eles muitos exteriorizados em religião. Nós nos esquecemos continuamente de que o Reino de Deus está dentro de nós, e de que o nosso princípio fundamental é que somos salvos pela fé, alcançando toda a santidade interior, não pelas obras nem por qualquer coisa externa.
Cartas "A John Valton", (V, 289).
Nos Evangelhos, o Natal é a encarnação de Cristo entre os homens, trazendo esperança de salvação para todos.
Diferença Entre Medo e Temor
A bíblia e os dicionários consideram medo e temor como sinônimos; mas dependendo do contexto da passagem, o medo e o temor são absolutamente diferentes.
Dois textos são interessantes, quando Paulo diz aos filipenses que eles deveriam desenvolver a sua salvação com temor e tremor; mas João insiste que no amor não há medo, que, na verdade, o perfeito amor lança fora o medo, e que este produz tormento. De um lado, o cristão é exortado a ter temor; de outro, é alertado contra o medo. No grego, na maioria das passagens, palavra “phobos” é mais usada, tanto para medo como para temor, mas há também as palavras “eulábeia”, “thaumázo”, “trómos”, que dependendo do contexto, possuem sentidos distintos.
Mesmo sendo salvos de nossos pecados, e em espanto pela grandiosidade da misericórdia de Deus para conosco, certa medida de medo permanece em nossos corações, quando somos confrontados com a santidade de Deus, sentiram certo terror (Isaías 6).
Então aprendemos que?
- Medo, significa: “pânico”, “susto”, “temor”; já temor, significa: “respeito”, “reverencia”, “adoração”;
- O temor de Deus se aprende (Sl 33. 12); já o medo, não tem necessidade de ser aprendido, pois a natureza se encarrega de infundi-lo em nós.
- O temor é um elemento de fé, nasce da consciência de quem é Deus e das manifestações que Ele faz, gerando em nós admiração, respeito, finitude, maravilha e perplexidade. Um exemplo bíblico, foi quando Jesus realizou o milagre do paralítico que se levantou, gerando assombro e glorificação daqueles que presenciaram o fato (Lucas 5.24- 26);
- O medo nos faz fugir e nos esconder das responsabilidades e de Deus, pois, foi essa a reação do homem após o pecado (Gn 3.8-10). Já o temor nos faz nos aproximar de Deus, pois o salmista nos fala: “a intimidade do Senhor é para os que o temem”. (Sl. 25.14);
- O temor se estabelece pelo amor, o medo pelo poder.
Jesus revelou Deus como um Pai Amoroso, como o Abba que nos convida a entrar em comunhão com Ele, e não um Deus desejoso de castigar a todos (João 3.16; Rm 5.8; 1º João 4.10).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Gênesis 13.7: Pelo que houve CONTENDA entre os PASTORES do gado de Abrão, e os PASTORES do gado de Ló...
As ovelhas desejam permanecer unidas, juntas e em comunhão; mas quase sempre são os pastores que estão brigando entre eles e dividindo as ovelhas.
Existe uma diferença gritante entre uma Igreja evangélica e uma seita evangélica. As seitas defendem os seus lideres e os ensinos deles canonicamente, independente do que eles façam, e não falam quase nada de Jesus ou das Escrituras. Toda seita tem a cara do seu líder e trabalham para glorificar sua denominação/líderes e disseminar seus ensinos. Já a Igreja verdadeira tem a face de Jesus, trabalha para ensinar a Sã Doutrina e glorificar o nome de Cristo!
A diferença entre o pastor coach e o pastor bíblico é que, o pastor coach alcança as suas emoções, já o pastor bíblico alcança o seu coração.
A igreja primitiva era marcada com a simplicidade, amor, santidade e a manifestação de Deus entre eles, hoje a igreja é marcada pela vaidade, politicagens, escândalos e frieza espiritual dentro dela.
A diferença essencial entre comunhão cristã e ecumenismo é que na primeira, a diversidade da igreja exalta o evangelho ao redor da unidade essencial ortodoxa; já o ecumenismo rebaixa o evangelho, pois é a exibição do dogma da religião secular, que transfigurada no estado, é obrigada a aceitar sob as asas de sua proteção, todo o credo religioso, enquanto exige em troca, a submissão dessas religiões ao seu poder sufocante. O ecumenismo mata o corpo de Cristo e rebaixa o evangelho ao admitir que haja outro meio para se alcançar Deus, que não seja aquele revelado nas Escrituras Sagradas e por elas autorizado.
Você Sabe Qual é a Diferença entre “Hebreu”, “Israelita” e “Judeu”?
Qual é o significado do termo “Hebreu”?
A primeira vez aparece no Pentateuco (Gn; Ex; Lv; Nm; Dt), no livro de Gênesis 14.13, referindo-se, exatamente, ao pai deste povo, Abraão.
Abrão, que posteriormente teve seu nome mudado por Deus para Abraão, vivia com seu pai Terá na cidade de Ur dos caldeus. Um dia Deus revelou-se a Abrão ordenando que ele saísse da casa de seu pai e fosse para uma terra que Ele iria lhe mostrar, Deus fez a promessa a Abrão de que esta terra seria sua e que seus descendentes formariam uma grande nação. Em sua jornada rumo à terra prometida o nome de Abrão se torna conhecido, ele passa a ser referido também como o “Hebreu”.
Existem três linhas de pensamentos para explicar a origem do termo hebreu. A primeira seria a de que o termo tem sua origem na palavra “hapiru” nome dado a povos que viviam como nômades e passaram a habitar a região da mesopotâmia. A segunda hipótese levantada é a de que hebreu tem a sua raiz em Héber ou Éber, descendente de Sem, um dos filhos de Noé. O nome Éber quer dizer vindo do outro lado, atravessado às margens de um rio, numa relação direta com Eufrates. A terceira linha de pensamento é a de que o termo Hebreu tem origem no hebraico, ou seja, “atravessar”, essa seria uma referência ao habitante do Leste do Eufrates, que havia atravessado o rio. O fato é que as três linhas de pensamentos, sugerem que o nome Hebreu significa aquele que atravessa, se move, cruza fronteiras. Como Abraão foi um cruzador de fronteiras, peregrino, ele começou a ser chamado de “O Hebreu”, por consequência os seus descendentes também foram chamados de Hebreus.
Qual é o significado do termo “Israelita”?
A promessa de Deus feita a Abraão só se realizaria se ele tivesse um filho para dar continuidade à aliança. O filho de Abraão com sua esposa Sara, Isaque, deu continuidade a genealogia de seu pai. Isaque casou-se com Rebeca, ela ficou grávida e deu a luz a dois meninos, o primeiro a nascer recebeu o nome de Esaú, logo em seguida nasceu Jacó, que teve seu nome mudado por Deus para Israel em Peniel, depois de pelejar com um anjo (Gênesis 35.10). No Egito os descendentes dos filhos de Jacó (Israel) formaram tribos, que ficaram conhecidas como as tribos de Israel (Jacó). No deserto ao se referir ao povo Hebreu por conta do patriarca Jacó eles passaram a ser chamados com mais frequência de israelitas.
Qual é o significado do termo “Judeu”?
Após a escravidão no Egito e a peregrinação pelo deserto que durou 40 anos, os Israelitas finalmente conquistaram a terra de Canaã. Josué o substituto de Moisés, dividiu o território entre as tribos, depois de um longo período, Israel tornou-se uma monarquia, sendo o primeiro rei Saul, no entanto, ele desobedeceu a Deus que o rejeitou dando a um jovem chamado Davi o reinado. Salomão sucedeu Davi em seu reinado, apesar de toda sabedoria, Salomão sobrecarregou o povo com impostos pesados, e quando seu filho Roboão o substituiu, o povo se reuniu para coroá-lo e pediu para que ele não fosse tão duro quanto seu pai. Mas Roboão foi mais duro ainda. Três dias depois, quando Jeroboão e povo foram falar com Roboão, ele disse ao povo que seu reinado colocaria ainda mais carga sobre eles do que o de seu pai. O povo de Israel se revoltou e começou a gritar contra a casa de Davi dizendo; “Abaixo Davi e sua família!”. A consequência foi à separação das tribos do norte formando o Reino de Israel, e as tribos do sul, que moravam nas terras de Judá, que permaneceram fiéis a Roboão, dando origem ao Reino de Judá ou Reino do Sul.
Durante a divisão do reino, os profetas profetizaram para os dois reinos, advertindo o povo para não se afastassem de Seus caminhos, pois seriam novamente escravizados de outros povos. O relato bíblico descreve que os reis do Reino do Norte não agiram segundo a vontade de Deus, por isso em 722 a. C o reino do norte foi conquistado e escravizado pelos Assírios, o mesmo processo aconteceu com o Reino do Sul, que foi conquistado logo depois pelos Babilônicos. Mais tarde os que retornaram do cativeiro com Esdras e Neemias, para reconstruir Jerusalém, passaram a ser chamados de Judeus, por que o local pertencia à região da Judeia e também pelo fato da maioria dos que retornaram pertenciam à tribo de Judá. O termo que era aplicado apenas aos descendentes de Judá, aos poucos passou a ser utilizado para se referir a todo descendente das tribos de Israel espalhados pelo mundo, até os dias de hoje.
Conclusão: Portanto, Hebreu se origina de Abrão e suas peregrinações; Israelita, se origina de Jacó e sua experiência em Peniel; e Judeu, se origina da tribo de Judá, quando retornaram do cativeiro.
Aprendemos que, todos esses termos têm o mesmo objeto: referem-se ao povo escolhido por Deus, embora em épocas diferentes.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Um líder segundo o Evangelho de Jesus (João 13.14) sabe a diferença fundamental entre ser um líder PARA o povo versus ser um líder SOBRE o povo (Provérbios 31.8-9).
João 1.14: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós (...).
Existe uma diferença entre a Palavra Encarnada (Logos) e a palavra encadernada (letra). O entendimento chega quando se ouve a palavra da Palavra.
O ponto de debate entre Arminianos e calvinistas não é Deus soberano versus Deus não soberano; não é predestinação versus não predestinação; nem tão pouco Eleição versus não eleição. O ponto do debate está se Deus é meticulosamente soberano ou não; se a predestinação é baseada na presciência ou não; se a eleição é condicional ou não. O grande problema do debate são os espantalhos criados pelos calvinistas contra os Arminianos desde o diabólico Sínodo de Dort.
Deus tem um propósito na vida de todos! Mas, entre o propósito e o destino, existe o processo. Se você acreditar que Deus tem um propósito na sua vida, então você entenderá a importância do processo.
Armínio fazia uma distinção muito clara entre um regenerado eleito (crentes que perseverarão) e um regenerado não eleito (crentes que não perseverarão). Essa distinção é popularmente conhecida como “eleitos” e “crentes”. Para Armínio um regenerado eleito é todo aquele que após o novo nascimento irá perseverar até o final, e um regenerado não eleito é todo aquele que mesmo tendo nascido novamente não irá perseverar até o final, ou seja, apostasia da fé. Essa distinção que Armínio faz, refuta alguns heterodoxos defensores da perseverança dos santos que dizem que os “apóstatas” não eram crentes genuínos, ou seja, regenerados.
Portanto, alegar que ele não acreditava que um cristão autêntico poderia apostatar da fé é desonestidade intelectual, e as soluções para tal questão tramitam entre o reconhecimento na teologia de Armínio da possibilidade da queda da fé ou abraçar a graça irresistível e suas consequências. Outra coisa, essa distinção que Armínio faz ajuda muito e é esclarecedora na perspectiva da onisciência divina.
Quanto a Natureza das Línguas.
Nem entre os reformados de linha calvinista há consenso sobre a natureza das línguas!
Há três posições sobre a natureza das línguas:
A) A primeira posição é a do duplo milagre.
Essa posição ensina que os discípulos falavam idiomas ininteligíveis, mas a multidão entendia em seus próprios idiomas. Essa posição é defendida por Calvino e pelo calvinista Abraham Kuyper.
B) A segunda posição é que as línguas faladas em Atos 2 eram idiomas das nações presentes, mas as línguas em Corinto eram línguas espirituais desconhecidas da terra. Essa posição é defendida por Hernandes Dias Lopes.
C) A terceira posição defende que as línguas concedidas pelo Espírito Santo, tanto em Atos quanto em Corinto são idiomáticas. Essa posição é defendida por MacArthur, Granconato e Augustus Nicodemus.
Para mim, o melhor posicionamento é a B. Observem que todo o território alcançado pelos discípulos no 1° século falava em grego; inclusive os discípulos. Dito isto, porque o dom seria idiomático, se os discípulos e os ouvintes falavam tanto a língua materna como o grego? Era só usar o grego! Inclusive, eles escreveram o Novo Testamento em grego. Portanto, para mim em Coríntios era uma linguagem sobrenatural e celeste.
Outro ponto para prestarmos atenção é que todos os que aderem ao entendimento C são cessacionistas ou anti-sobrenaturalistas.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
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