Encontro entre Amigos
Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.
"O homem de espírito nobre converte em experiência todos os acontecimentos; entre essa experiência e sua razão há uma união estreita cujo produto são suas ações. Constrói porque ama e não para ser amado, estima a glória e despreza a ofensa, obedece e manda com o mesmo semblante e pelo mesmo motivo. Sabendo que a razão não é um dote inútil da natureza, faz-se piloto de seu próprio destino. A verdade é seu culto , então contente se aproximar-se dela quer possuí-la . Na sociedade dos homens brilha como um astro cuja claridade lhe dirige os passo com um movimento regular. É o amigo do homem sábio e remédio do vicioso. O tempo marcha não adiante dele, mas com ele, e ele apercebe-se dos anos mais pela força de sua alma que pela debilidade de seu corpo. Por isso, não sente a dor e considera-a como uma amiga que deseja romper seus laços e ajudá-lo a sair da prisão."
Não há diferença entre defender (e falar) pela verdade e pelo cristianismo.
Não se trata do que se diz, muitas vezes tão falsamente, sobre o que se "acredita”. É sobre se se arrisca TUDO pela verdade.Esse é, simultaneamente, o mais pesado e mais leve dos fardos. E a única e verdadeira cruz.”
Se não fosse amor
Eu saberia
Se não fosse amor
Não caberia...
Entre nós....
Você é o meu primeiro amor
Mesmo com todos os lençóis antes de nós, você é o meu primeiro amor..
Enquanto houver distância entre seu Eu não manifestado e seu eu manifestado, o deslocamento espaço-temporal continuará movendo você, e sua busca por qualquer satisfação, na mesma proporção e, o que quer que você estiver procurando, nunca será encontrado.
Trabalhe para eliminar essa distância entre as duas partes do seu eu e alcance a Unidade.
A partir daí, você verá que qualquer busca cessa.
Qualquer situação considerada como um problema, é apenas um conflito entre as expectativas criadas pela sua mente e o fluxo perfeito da vida.
TU
que com palavras mostra o AMOR!
tu
com rimas e poesia na vida se firmou!
tu
que entre sorrisos e lágrimas ainda falou!
tu
com olhar triste um dia a vida levou!
tu
que entre abraços sorrisos a DEUS simplesmente encantou!
tu
que em outro universo planta o amor!
tu
somente tu que DEUS nesta vida um dia nos presentou!!
Por entre as entrelinhas vejo teu sentir
e nas palavras soltas percebo teu amor,
e no seu olhar o jeito de amar!
meu nome é mistério
faço parte do teu passado!
estou no teu presente!
sou o elo forte entre corações
sou aliado do amor!
o amor e eu !
pois não há amor sem mistérios
e nem mistérios sem o amor.
Não existe nada entre o céu e a terra,entre o dia e a noite,que Deus não saiba e não revele para seu povo.
Engana-se você que acha que existe sigilo sobre as maldades do povo impio no universo.
Deus mostra, e ainda dá um puxão de orelha.
A ausência de compaixão é tão deslocada quanto a comparação entre peixe e elefante, ambos incapazes de escalar uma árvore.
A música, entre tantas coisas do mundo, é a única a se ascender para o outro plano. Pois simboliza o próprio mundo armazenado em apenas 7 notas, assim como o número da criação.
"O Caos Entre Sussurros e Sombras"
Ela tem um jeito quase imperceptível de semear dúvidas. Não é que busque desordem de forma escancarada, mas seus gestos e palavras parecem sempre encaminhar-se para o lugar incerto, onde a paz deixa de existir. Sabe, por instinto, como criar um espaço de inquietação ao seu redor, como um jogo onde as regras são feitas e desfeitas à medida que a jogada avança.
Ela não diz nada, mas deixa entrelinhas que são suficientes para que a mente se perca. Às vezes, é um olhar em direção a outra pessoa, ou um simples comentário que parece nada, mas traz consigo o peso de algo muito maior. E, como uma onda que chega sem aviso, o ciúmes surge, desestabilizando aquilo que antes parecia seguro. Não é por querer machucar, mas por não saber como lidar com o que realmente sente, que ela vai jogando com os limites, criando um caos onde, no fundo, a paz poderia florescer.
Tm
**Entre Véus e Destinos** 🏹
Os ventos da existência sussurram segredos inaudíveis, e eu, peregrino de um cosmos desajustado, estou à beira da renúncia.
Exaurido pelo jugo das exigências que me circundam, vejo-me ilhado entre espectros de compromissos que se acumulam sem oferenda de sentido. O fardo se agiganta, e a reciprocidade tornou-se uma miragem em desertos de ingratidão.
Ergui impérios de esperança sobre alicerces solitários, apenas para testemunhar a poeira do desencanto soterrá-los.
Agora, os sinais ocultos me conclamam a romper com o que já não vibra em sintonia com a minha essência. Chegaste o tempo, será o tempo de obliterar vínculos que me enclausuram e transcender esta tessitura de repetições infecundas.
O ciclo se esgota, e nas entrelinhas do destino, vislumbro a chance de ressignificar meu legado. Desfazer-me do obsoleto para atravessar os umbrais de uma nova existência.
Não mais um prisioneiro do que se impõe, mas o arquiteto de um sonho que, um dia, ousou existir apenas dentro de mim.
Que os astros conspirem, que os véus se rasguem. O despertar se aproxima.
Mas há algo no ar, um chamado ancestral que ressoa em um idioma que minha alma reconhece, mas minha mente ainda não decifra.
Como se forças ocultas já tivessem escrito este momento em um pergaminho invisível, aguardando apenas que eu enxergasse os símbolos ocultos.
Talvez a resposta esteja além do véu do ordinário, em uma fresta onde a realidade se dissolve e o destino se revela. Sinto que estou prestes a cruzar um limiar que não tem retorno, mas… e se esse sempre tivesse sido o caminho?
O silêncio me observa. Algo aguarda do outro lado.
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No Labirinto do Tempo
Vejo o tempo escorrer entre meus dedos, como areia levada pelo vento. Sei o que precisa ser feito, enxergo os caminhos, mas estou preso a correntes invisíveis, refém de circunstâncias que não controlo.
As oportunidades passam como trens que não posso embarcar. Minhas filhas crescem, os dias se perdem, e o que poderia ser se dissolve no que nunca foi. A vontade de construir, de transformar, se esbarra em muros que não fui eu quem ergueu.
E assim sigo, segurando o peso de tudo que não consigo mover. Mas um dia, as amarras caem.
E quando isso acontecer, que não se espantem com a força de quem esperou tempo demais para finalmente se encontrar em um objeto certo. Sem desvio nenhum.
