Encontro entre Amigos
Não existe nada entre o céu e a terra,entre o dia e a noite,que Deus não saiba e não revele para seu povo.
Engana-se você que acha que existe sigilo sobre as maldades do povo impio no universo.
Deus mostra, e ainda dá um puxão de orelha.
A ausência de compaixão é tão deslocada quanto a comparação entre peixe e elefante, ambos incapazes de escalar uma árvore.
A música, entre tantas coisas do mundo, é a única a se ascender para o outro plano. Pois simboliza o próprio mundo armazenado em apenas 7 notas, assim como o número da criação.
"O Caos Entre Sussurros e Sombras"
Ela tem um jeito quase imperceptível de semear dúvidas. Não é que busque desordem de forma escancarada, mas seus gestos e palavras parecem sempre encaminhar-se para o lugar incerto, onde a paz deixa de existir. Sabe, por instinto, como criar um espaço de inquietação ao seu redor, como um jogo onde as regras são feitas e desfeitas à medida que a jogada avança.
Ela não diz nada, mas deixa entrelinhas que são suficientes para que a mente se perca. Às vezes, é um olhar em direção a outra pessoa, ou um simples comentário que parece nada, mas traz consigo o peso de algo muito maior. E, como uma onda que chega sem aviso, o ciúmes surge, desestabilizando aquilo que antes parecia seguro. Não é por querer machucar, mas por não saber como lidar com o que realmente sente, que ela vai jogando com os limites, criando um caos onde, no fundo, a paz poderia florescer.
Tm
**Entre Véus e Destinos** 🏹
Os ventos da existência sussurram segredos inaudíveis, e eu, peregrino de um cosmos desajustado, estou à beira da renúncia.
Exaurido pelo jugo das exigências que me circundam, vejo-me ilhado entre espectros de compromissos que se acumulam sem oferenda de sentido. O fardo se agiganta, e a reciprocidade tornou-se uma miragem em desertos de ingratidão.
Ergui impérios de esperança sobre alicerces solitários, apenas para testemunhar a poeira do desencanto soterrá-los.
Agora, os sinais ocultos me conclamam a romper com o que já não vibra em sintonia com a minha essência. Chegaste o tempo, será o tempo de obliterar vínculos que me enclausuram e transcender esta tessitura de repetições infecundas.
O ciclo se esgota, e nas entrelinhas do destino, vislumbro a chance de ressignificar meu legado. Desfazer-me do obsoleto para atravessar os umbrais de uma nova existência.
Não mais um prisioneiro do que se impõe, mas o arquiteto de um sonho que, um dia, ousou existir apenas dentro de mim.
Que os astros conspirem, que os véus se rasguem. O despertar se aproxima.
Mas há algo no ar, um chamado ancestral que ressoa em um idioma que minha alma reconhece, mas minha mente ainda não decifra.
Como se forças ocultas já tivessem escrito este momento em um pergaminho invisível, aguardando apenas que eu enxergasse os símbolos ocultos.
Talvez a resposta esteja além do véu do ordinário, em uma fresta onde a realidade se dissolve e o destino se revela. Sinto que estou prestes a cruzar um limiar que não tem retorno, mas… e se esse sempre tivesse sido o caminho?
O silêncio me observa. Algo aguarda do outro lado.
🏹
No Labirinto do Tempo
Vejo o tempo escorrer entre meus dedos, como areia levada pelo vento. Sei o que precisa ser feito, enxergo os caminhos, mas estou preso a correntes invisíveis, refém de circunstâncias que não controlo.
As oportunidades passam como trens que não posso embarcar. Minhas filhas crescem, os dias se perdem, e o que poderia ser se dissolve no que nunca foi. A vontade de construir, de transformar, se esbarra em muros que não fui eu quem ergueu.
E assim sigo, segurando o peso de tudo que não consigo mover. Mas um dia, as amarras caem.
E quando isso acontecer, que não se espantem com a força de quem esperou tempo demais para finalmente se encontrar em um objeto certo. Sem desvio nenhum.
"Medir palavras é tão vital quanto entender a diferença entre a água salgada do mar e a doce do rio."
Ambas parecem iguais aos olhos distraídos, mas têm naturezas distintas e podem afogar ou saciar, dependendo do momento.
Às vezes, estou tão cheio de planos, sentimentos, sobrecargas, que falo com empolgação, na esperança de ser ouvido. Mas aí vem alguém com a frieza de um balde de gelo... e joga em cima do que pra mim era entusiasmo, verdade e vontade.
É nessa hora que aprendi que maturidade nem sempre é responder.
Às vezes é calar.
Não porque sou fraco, mas porque descobri que nem todo mundo tem a sensibilidade de ouvir o que não nasceu dentro dele /a)
Falar é humano.
Mas saber a quem e quando dizer... isso é sabedoria.
#nareal
Entre o muito e o pouco, ao me traduzir sou o óbvio inusitado! Minhas pretensões e perspectiva, estão no agora, no amanhã a certeza que não devo parar. O destino é o comprimento do meu proposito!
Essa distância entre eu e você
É da terra até a lua
Longe de mais sem poder tiver
É um mundo sem noção
Sem batidas no coração
Sem ar pra respirar
Sem forças para andar
É uma tremenda solidão
Que habita em mim
Sem te ter aqui me sinto só
“Amor, palavra escrita, falada, poetizada, cantada e encantada de todas as maneiras, entre todos os sentimentos o amor deveria ser nossa única e absoluta lei, deveria ser nosso ar, nosso céu, nossa vida.”
Amar é caminhar entre o brilho que cega e a sombra que acolhe, alçando voos sem asas, aceitando quedas sem chão.
A conexão entre as palavras “amor” e “amo” é mais do que uma curiosidade linguística; ela revela uma profunda verdade espiritual. Ambas derivam do verbo latino “amare”, sugerindo que a autoridade do verdadeiro Senhor não pode ser dissociada do amor e do serviço. Isso é visível no chamado de Jesus para que nos amemos e sirvamos uns aos outros:
“Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34).
Aqui, Cristo, o Senhor supremo, nos exorta não apenas ao amor mútuo, mas também ao serviço, mostrando que seu senhorio é fundamentado no amor, e não na opressão. A palavra “amo”, com sua origem no amor, reflete o caráter do Senhor que, em vez de nos dominar com dureza, nos serve, cuida e se sacrifica por nós. Jesus não é um Senhor que oprime, mas um Senhor que ama a ponto de entregar sua vida (João 10:11) e lavar os pés dos seus discípulos, como um servo (João 13:14-15).
Essa semelhança entre “amor” e “amo” também ilustra a diferença entre a escravidão física e a escravidão espiritual. Enquanto a opressão do “amo” humano poderia ser tirânica, o “amo” divino, Jesus, exerce seu poder com o mais puro amor, chamando-nos a servir uns aos outros, assim como Ele nos serviu (Marcos 10:45). Ele nos convida a sermos escravos do amor, onde o Senhor nos guia com liberdade, nos libertando da verdadeira escravidão do pecado (Romanos 6:18).
Quando Cristo nos manda amar e servir uns aos outros, Ele não apenas nos ordena a viver em harmonia, mas nos revela que o próprio sentido de liderança, de ser “amo”, está enraizado no amor e no serviço. Somos, assim, chamados a sermos senhores de nosso próximo com o mesmo amor e espírito de serviço com que Cristo nos amou e nos serviu (Gálatas 5:13). O governo de Jesus é o do amor e da servidão voluntária; aquele que verdadeiramente ama, governa com justiça, misericórdia e serviço.
Essa é a essência do versículo: amar e servir uns aos outros, como o Amo nos ama e nos serve.
Maridos, nos dias em que o reconhecimento de suas esposas parecer ausente, não deixem que sua entrega seja moldada pelo merecimento. Antes, entreguem-se como quem busca apenas o sorriso do Senhor, pois Ele vê o que é invisível e honra aqueles que amam com o coração inteiro (Efésios 5:25; Colossenses 3:23-24).
Esposas, vocês são poderosas, capazes de transformar uma casa inacabada em um doce lar. Dediquem essa mesma obra a seus maridos, não por obrigação, mas porque o teu Sogro Celestial vê e recompensará. Procurem atraí-los sutilmente de suas várias distrações e orem para que o Senhor nos desperte (Provérbios 14:1; 1 Pedro 3:1-4).
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
Alegoricamente, os 24 anciãos são como guardiões do sagrado enlace entre Cristo e Sua Igreja, testemunhas eternas desse divino noivado. As 12 tribos erguem-se como testemunhas da Noiva, enquanto os 12 apóstolos se fazem presentes pelo Noivo, selando, diante do Trono, a aliança que jamais se romperá (Ap 4:4,10; Mt 19:28; Lc 22:30; Ef 5:25-27).
Quantas pessoas já não passaram por aqui, tentando semear um sentimento de misericórdia entre os homens. E tudo que recebemos em troca é sempre a mesma resposta: um conjunto de boas intenções, memórias de vidas que se foram sem convicção de terem alcançado seu objetivo. Meus braços estão cansados do plantio, espero que meu coração não se canse de acreditar...
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