Encontro entre Amigos
به نام خداوند مهربان مهربان☪️Assalamum Aleykum☪️
Aqueles de entre os crentes que ficarem em casa, para além dos incapacitados, não são iguais àqueles que lutam na senda de Deus com os seus bens e as suas pessoas. Deus colocou aqueles que lutam com os seus bens e as suas pessoas num nível mais elevado do que aqueles que ficam em casa.
Deus prometeu recompensa a todos os que crêem,mas Ele distingue aqueles que combatem,acima daqueles que ficam em casa,com uma recompensa grandiosa.
Walleykum Assalamum
No calor dos teus braços
Quero morrer nos teus braços,
beijar os lábios teus...
Entre mil beijos a abraços,
dar-te meu ùltimo adeus...
Deixe-me partir abraçado
em teu corpo divinal...
Amor como o meu,
nunca encontrarås outro igual.
Pois irei soletrando
as letras do nome teu...
A fim de que me calando,
todos murmurem
No calor dos braços dela morreu!
A diferença entre destino e futuro está na capacidade do planejamento, de cada indivíduo.
O destino e algo incerto, esta reservado a aqueles que não planeja o amanhã
O futuro e o resultado de quem planeja viver o incrível, sensacional e extraordinário.
Entre encontrose desencontros,
vou vivendo...
acreditando que
a caminhada é longa
e, às vezes, íngreme...
Sigo na fé,
porém, consciente
que a luta não cessa...
Que possamos acreditar
na força que tem
os nossos sonhos!
Entre na luta,
meu irmão!
Junte-se a todos
que clamam
por LIBERDADE
e FRATERNIDADE!
Sejamos de paz,
queiramos amor
e busquemos a justiça!
Aviso aos navegantes,
entre calmarias e intempéries
vamos navegando e acreditando.
O barco da vida vai seguindo,
com o balanço das ondas...
Entre diversos tons,
vamos buscando as cores
que nos representam...
em alguns momentos, quentes,
em outros, frias,
e às vezes, neutras!
ESCOLHAS
Uma escolha voce tem
Entre o bem e o mal
Voce escolhe seu caminho
nao chore no final
Caso escolha o bem
As flores teras espinhos
Porem nao estarais sozinho
Porque a fe move moinhos
Caso escolha o mal
No começo vai se maravilha
Soque um dia a tramoia vem atona
Um dia a casa cai
As justificativas nao vai adiantar
Porque voce escoçheu Chorar.
Poeta Antonio Luis
6:06 PM 16 de fevereiro de 2015
A vida é um sopro, entre um espaço e outro da batida dos nossos corações existe um breve intervalo de tempo que determina a nossa existência. Em um compasso absoluto de harmonia nos impulsiona a evoluir e a buscar nossos sonhos. Então viva, mas viva marcado cada milésimo de segundos com o dom do amor, da fé e do perdão...
Timoneiro
Se me fosse imposto optar
Entre a pedra do chão que sangra
E o céu que engole o dia,
Eu ficaria com o mar,
Onde o tempo se desfaz em ondas
E a eternidade é apenas um sopro.
Nos braços do meu barco
— solidão que navega —
Paro em portos de ausência
E parto levando memórias
Que ainda não gestaram.
Longe do ruído do mundo,
Sou um vulto que vaga e sonha.
O balanço do mar é um relógio,
E remo, rezo e remo até que a noite
Cante em meu braço cansado.
Quando não puder mais suportar,
Soltarei os remos,
Redirecionarei a rota dos silêncios.
E se não souber o que fazer,
O vento, antigo mestre, saberá,
Pois ele é voz do que em mim nunca cessa.
Deságua
Sou rio, mas não mando em mim.
Nasço tímido entre pedras,
um fio d’água sem dono.
Aprendo cedo a correr,
a buscar o mar sem perguntar.
As pedras me ensinam desvios.
As margens me lembram limites.
Aceito ser água que passa,
que abraça, que perde e que segue.
Se um dia seco, o barro me guarda.
Se transbordo, o mundo me teme.
Mas a vida não me espera—
ela deságua mesmo quando eu já não estou.
Na ânsia pelo porvir, vagueamos por entre os dias, tentando antecipar o presente. Estamos, mas nunca inteiros. Zumbimos no agora acreditando em um amanhã que nunca chegará. Precisamos estar atentos às chegadas e despedidas, pois o futuro é criado com pedaços de agora.
Esperança é um menino de pés descalços brincando entre nós. Não se contenta em esperar, mas age com a simplicidade dos pequenos gestos. Vive o presente como quem descobre um inseto no quintal, agradecendo ao passado sem se deixar aprisionar por ele. O passado é um rio. A vida segue. O futuro deve ser olhado com a calma de quem observa nuvens. Algumas coisas mudam com nossas mãos; outras, como o tempo, nos cabe aceitar. Isso é esperança.
Entre águas e encantos
O Boto
Deslizando
Entre águas e encantos
Sigo navegando pelo Solimões
Não estou bicho nem homem
Estou
À tua espera
Num tempo
Suspenso na correnteza
Remos parados no momento
De tua ausência
Não preciso de rede
A me prender
Tua falta é corrente mais eficaz
A me segurar
Sou soma de encantos
Amontoado de lendas
Esperanças e sombras
Tudo o que me resta
Pesado numa balança
De um só prato
Seguindo
O curso de um rio de histórias
Não desisto
De te buscar entre as águas
Teu amor
É o que me leva a existir
A Virgem
Meus passos ecoam as margens do Rio Negro
Minha voz já é parte da floresta
Meu coração habita entre vitórias-régias
Busca-me
Perco-me em ti
Para me tornar inteira
O espetáculo
Na junção de nossas águas
Lenda viva
Amazonas
Existiremos
Como o encanto perfeito
Horizontal
Assim como o rio que rasga a floresta
Nossa fertilidade
Garantida
Na umidade dos dias
Ecos de canções
Rios, igarapés e os guardiões da flora serão testemunhas
Os peixes e as feras verão
Nosso mistério
Existo, existiremos
Apressa-te,
Leva-me
Para dentro da lenda
O fio invisível
Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.
Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.
Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.
Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.
O fio invisível
Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.
Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.
Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.
Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.
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