Encontro entre Amigos
Sou Rock, sou natural. Entre campos, cachoeiras e acordes furiosos.
Horas me visto de um jeito, me ajeito. horas saio assim, sou flor pintada de lápis de cor. No fim estou no meio de um muro. O que sou? Posso ser Chico, posso ser Clapton.. posso ser o que quiser. Mas o que quero afinal? Vou descobrindo enquanto me bordo com o fio de aço e entrelaço flores e música. O certo e o políticamente errado. Um abismo, um extremo entre dois pontos. Os oposto que se atraem, que me atraem. A sensualidade quase vulgar misturada com a pureza bebida diretamente da fonte. Sou Guitarra e arvore, onde cada galho é uma casa e cada baralho é uma flor.
Escolher sempre é perder...
tive de escolher em determinado momento entre uma coisa que tinha e outra que gostaria de ter.
Existe uma grande diferença entre os idiotas e os engraçados, dos últimos rimos de suas piadas, enquanto que dos primeiros, rimos de suas atitudes.
O amor e a verdade estão unidos entre si, pois não existe amor sem verdades. É impossível separá-los. São as forças mais abstratas e mais poderosas desse mundo.
Soneto ao amigo
Ao descaso da vida te encontrei
Perdido por momentos de alegria
Entre duvidas eu chorei e ri
E tu, apenas ficaste ali, olhando-me...
Poderias virar as costas ao momento
Podias fechar os olhos ao trabalho
Podias passar um melhor momento
Mas não tu ficaste apenas, ali, olhando-me...
No teu silencio, na tua presença, fiquei forte
Nas tuas palavras sábias e severas de conforto
Ganhei a coragem de enfrentar mais um dia...
No teu abraço, no teu enxugar de lagrimas
Eu senti-me importante e curei as feridas
Que só tu, apenas tu o soubeste fazer...
A verdade é que entre ser feliz e estar feliz, a divergência verbal é gigantesca. E o seu ponto de vista e o das pessoas é o que muda tudo.
A vida é como um campo de batalha, onde as pessoas comuns digladiam entre si na busca incessante de status e satisfação de desejos supérfluos à alma. Cabe aos incomuns se retirarem a tempo desta arena de loucos e se refugiar nos recônditos solos da razão. Reconhecer os loucos é um dom. Encontrar pessoas incomuns é sem dúvida uma dádiva...
A Beleza mais rara é aquela que se completa ou que não se difere entre o exterior e o interior. Kairo Nunes 27/03/2010.
Se tivesse a opção de escolher entre "discutir a relação" ou "cólica menstrual", ficaria com a segunda opção.
"Ela sempre dividida entre dois mundos, que brigavam entre si no universo, no universo interior dela, que a deixava sem saber o que fazer razão ou coração?"
METAMORFOSE
Lá vai a feia lagarta deslizando com seu jeito desengonçado por entre folhas e flores. Ela está sempre apressada, em busca de alimento. Não percebe o sol que a aquece, a brisa que a toca, nem as belezas que a cercam. De algum modo ela sabe que tem de ser rápida. Acumular energia, seu instinto a avisa que seu tempo é limitado, finito. Então sua forma flácida desloca-se sem parar.
Eu fico olhando-a, tomada de certa repulsa, controlando a vontade de jogá-la para longe de mim, ou, com a primitiva crueldade inerente a todo ser humano diante do feio, esmaga-la sob meus pés.
Mas algo em mim se contém. Ela é tão persistente! Repentinamente sinto-me tão parecida com ela. Penso na minha fase lagarta. É quando embrenho uma corrida desenfreada na selva do meu cotidiano, em busca de alimento que abastecerá meu EU. Fase egoísta onde se me é difícil olhar para o lado. Onde meus sentidos conduzem-me como autômato, em busca de acúmulo de energia estagnada, que torna meu espírito obeso. Mas definha minha capacidade de doar e torna anoréxica minha compreensão.
Tenho fome e tenho pressa! Mas não tenho uma meta, um objetivo ou um rumo. Nem consciência. Apenas existo.
Então, das entranhas da minha alma, sinto nascer uma nova necessidade. Eu não a compreendo a princípio. É também uma espécie de fome: falta-me um complemento. A pressa sai de mim e achegam-se às divagações, começam os questionamentos. E o mundo que antes era meu limite, torna-se cansativo.
Lá vou eu, feia lagarta, construir um casulo, onde, na escuridão permanecerei inerte.
Difícil decisão! Admitir que meu espírito é flácido, gelatinoso. Não gosto da forma que tenho, não suporto mais ser lagarta. No aconchegante escuro do casulo onde me encontro, readapto minha visão. Fecho os olhos, abro a percepção e olho para dentro.
Espio nas gôndolas da despensa de minha alma, avalio os alimentos ali estocados.
Quanta coisa que nunca consumirei! E quanta fonte de energia sadia!
Ei! Eu não preciso de tudo isso que guardei. Posso repartir, alimentar.
Olhando com mais atenção, vejo que na ânsia de abastecer-me, tornar robustas minhas certezas, muitas coisas perderam o prazo de validade:
Tornaram-se dúvidas.
Repentinamente o breu torna-se luz e posso ver com exatidão. Ela, a esperança, vem fazer-me companhia. Mas ainda sinto o frio da solidão.
Não posso mover meu corpo inferior, as pernas da minha força de vontade ainda estão atrofiadas. Começo uma longa sessão de exercícios, reeducarei meu instinto, alongarei minha bondade e estirarei ao máximo os músculos do amor incondicional. Então, depois de muito tempo sinto uma nova sensação. Ela sai de mim em forma de uma morna lágrima, deslizando silenciosa pela face resignada da honestidade para com minha condição.
Quero sair daqui, quero nascer de novo. Adquirirei uma nova forma.
O suor escorre de minha face enquanto rasgo o útero da minha segurança. Os soluços do choro que não pode ser contido umedecem as finas membranas que me farão adentrar num mundo novo e desconhecido.
E nasço de novo! Sinto dor. A dor de nascer e saber se impossível retroceder.
Movo os longos apêndices que saem de mim. São asas! Posso voar. No afã de recomeçar, recolho todos os meus pertences, quero subir, redescobrir.
Muito rapidamente percebo que não posso levar nenhum peso sobressalente. Então dou um emocionado abraço de despedida na parte de mim mesma que ficará para trás e o vento brando me leva sem rumo.
Provo o néctar doce da emoção, sinto o perfume da minha nova capacidade. Sou a persistência de levar a beleza. Sou a candura de ver um mundo encantado. Sou a poesia da renovação. Infinitamente mais frágil, mas serenamente mais sábia.
Meu íntimo avisa-me que este é meu último estágio, devo desviar-me dos ventos fortes das dificuldades, do peso sufocante do medo da altura. Embrenhar-me neste fascinante mundo do querer. Eu não tenho nenhum medo de errar.
Tento entender o motivo de tanto preconceito entre os humanos,
Busco motivos pra existência do racismo e realmente não acho
Mas percebo que se não existisse tudo isso, o mundo teria muita paz
Não haveria tantas guerras, seria cada um em seu lugar,
Tenho amigos de todas as cores de pele, não é raça!
Raça é animal, e nem por isso eles se odeiam pela cor de seus pelos
Já vi e tenho certeza de que vocês também, muitos animais dando exemplos.
Vi pessoalmente, vi em vídeos, e nós, humanos, o ser mais inteligente de todos?
Fazemos guerras, mortes, temos preconceito e tantas outras bobagens...
A falta de estrutura, falta de base em uma família também é culpada,
mas o que é culpa? Será que o culpado é aquela pessoa que não anda?
Será que a culpa é de quem nasce sem braço? A culpa talvez seja da pessoa que tem AIDS.
Ou também de quem é branco demais ou negro demais, tem o olho mais para um lado do que para o outro
Quem sabe o seu corpo seja mais forte do que o outro, a culpa também pode ser daquele
Que é sozinho, que chora por tristeza em seu coração...
É fácil culpá-los, difícil é ajudar pessoas que precisam tanto de nós
A culpa maior não é de quem sofre, mas de quem faz sofrer,
Mas como as ondas do mar sempre voltam a bater na areia da praia, será a quem fez tanto mal
Entenda uma única coisa, todos somos seres vivos capazes de fazer tudo o que o outro é,
Não é a cor de sua pele ou o problema que for que irá barrar sua capacidade de viver...
"Se você se considera um ninguém, quando está sozinho, não será entre os outros, nem mesmo entre aqueles que te amam, que você vai se sentir um alguém".
Poema para um Quase Verão
Nas noites de um quase verão
entre as nuvens de uma chuva fina,
de asas abertas sombras e vultos se movem
entre os zumbidos que ecoam na noite...
São murmúrios escondidos,
são caricias do vento na verde ramagem.
Chuva, nuvens, estrelas
lua que brinca de esconde-esconde,
brinca comigo, com meus pensamentos.
Vem vento, vai vento... devagar
desprende as palavras deste poema à toa.
Brinca comigo, com minha alma
leva para fora os sons rasteiros das tristezas,
desperta a brasa destes mornos versos,
vai nas ondas deste mar,
desenterra os sonhos náufragos lá do fundo,
e deixa-os voar nas asas de uma gaivota,
plainando entre o mar e o céu
em uma rubra noite de verão...
estranho sereno caminhando entre os espinhos
estranha manhã retocada de pesadelos
estranha vida que sempre me pergunta o que eu quero
estranhos braços conhecidos que me acolhem
estranhos olhos que me trazem perdão
estranhos pecados que não cometi
estradas inteiras construídas
sem escapada estranhos não me deixam partir
estranha forma de amar que machuca sem acariciar
estranho sonho que n se deixa realizar
estranha conhecida,
estranho amor
estradas inteiras que sempre segui
como um estranho em minha própria vida
eu me perco sempre tentando correr atrás
de alguém q não saiba me julgar
estranha forma singular
estranhos impares que sempre são iguais
lagrimas escondidas as vezes engolidas
estranhas fabulas erguidas sobre mentiras
estranho medo que me afasta
estranho medo que nos destrói
e a estrada pro paraíso,
estranho caminho....
sem saída, sem volta sem querer
a gente viveu sem saber que na verdade
simplesmente deixamos acontecer
acontecemos... estranhas mentiras
as quais sempre caminhamos
acreditamos e lutamos
estranha guerra sem vencedores
sem soldados...
estranha morte sem corpo
estranho corpo sem vida
estranha esperança ruída
estradas estranhas
mentiras vencidas
ilusões contidas
estranha forma de amar
deixar morrer pra depois curar
deixar queimar pra depois cuidar
deixar partir apenas pra rezar
estranho crime sem pecado
estranho pecado sem fé
estranho amor sem estrada pra seguir
estranho sentimento que não se deixa fugir
estranho amor que não sei mais fingir
estranhos olhos q não me deixam menir
estranhos cortes que não querem sangrar
estranha vida que não me deixa viver
estrada sem fim que não quero caminhar
estranho sonho q não deixo de acreditar...
"A obra custa trabalho, mas a relação entre os dois termos não é reversível, embora possamos afirmar que o trabalho implica-se na obra, como sua condição, é impossível dizer que todo trabalho conclui-se como obra. Entre ambos há divergência e solidariedade."
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