Encontro dos Destinos
Encontrará respostas do seu futuro, olhando para o passado, mudarás seu destino agindo no teu presente.
PENSAMENTO DO DIA: O destino decide quem vamos encontrar na vida, as atitudes decidem quem fica. E não esqueçam o carácter de um homem é determinado pelas suas atitudes!...
É nos castelos do destino que encontro minha paz — uma busca incessante que cessa quando estou distante de tudo.
Eu não posso mudar o destino. Eu não posso dizer onde se encontra a carta, pois desse jeito fica sem graça. Então deixo o jogo seguir sem minha ajuda. O destino dará sua última cartada. Porém, vamos brincar de palavras, pois esta será a última metáfora.
Na dança do destino, onde intenções se entrelaçam,
As estrelas, às vezes, nosso encontro desfazem.
A dor desse afastamento, profunda e desolada,
Mas contigo, no caos, encontro minha jornada.
Ocasiões podem nos separar, mas se o destino quiser, mais cedo ou mais tarde iremos nos encontrar...
Nem todos tem a sorte de encontrar o amor de suas vidas , e por ironia do destino tive que ficar longe de você. Mas distante que eu passei a te amar mais e mais, eu tirei sorte grande ao te conhecer.
Siga seu caminho que seguirei o meu e todo caminho encontra outros caminhos e se o destino nos reservar ao mesmo seremos feliz.
"Que os Ecos da Esperança nos guiem neste destino que nos trouxe a este encontro. Brindemos, mesmo que em pensamento, a cada riso compartilhado e a cada nova cor que esta amizade promete revelar."
Nadson Origem Poetica
Viajar é...
Viajar é entregar-se às maravilhas dos destinos e encontrar a paz necessária para o coração.
É sentir o prazer de estar presente em lugares inesquecíveis e ter coragem para se libertar e fugir do cotidiano, que às vezes nos suplica para ficar.
É poder ir a um lugar tão distante e o mais próximo daquilo que imaginamos.
Viajar é encontrar paisagens memoráveis e sentir o desejo de viver intensamente um instante precioso.
SORVETE DE CAFÉ E DESTINO
Dois que se encontraram no tempo errado, mas ainda acreditam que o tempo pode-se redimir.
Um domingo qualquer, um convite, um encontro e um sorvete de café. Com eles vieram as mãos tremendo, a ansiedade, um olhar, um sorriso e um beijo. As mãos tocaram a nuca, e uma boca chegou até aquela curva, selando ali uma intenção. Os olhos dele percorreram o corpo dela, sentindo cada centímetro da alma. Os olhos dela revelaram tudo o que ele queria saber, e os dele mostraram o quanto aquele momento era importante. O instante foi valioso para ambos, uma mistura de querer mais e respeitar o que viria depois.
Pessoas intensas tendem a sentir tudo ao extremo. Não medem sentidos, desejos ou vontades, não se importam em temer, apenas mergulham. Vão ao fundo sem precisar cavar e sentem… Sentem a vida explodindo por entre os poros. É sensorial, é tato, é gosto. É a língua passando pelos lábios, a boca ficando seca, a voz embargada tentando expressar o que a alma já gritou em silêncio, o encontro de tudo o que já existia em algum universo.
Os corpos se encaixam, sentem as mãos tocando cada pedaço possível e extraindo reações. A mente viaja nas possibilidades vindouras. Essas almas pareciam buscar-se há uma eternidade. A consciência de que não devem ficar longe transcende qualquer universo. Mas o tempo é implacável e dita as regras, define a hora, onde e até quando.
É ele quem determina o nascimento, a morte, as vitórias e as derrotas. O tempo mede tudo, e apenas ele sabe quanto durará o percurso. Há, contudo, um tempo de espera. Esse tempo dirá se tudo será vivido nesta vida ou na próxima. O amanhã é incerto, mas carrega a esperança. Dizem que, quando se quer algo profundamente, o tempo caminha a favor, ou te desafia a provar o quanto está disposto a ter, e se esse “ter” vale a tua determinação.
Quanto se aguenta esperar? Até aquele momento havia apenas a ideia, mas ao provar a realidade, uma teia de acontecimentos se moveu no universo, colocando o tempo em alerta. É fato: eles querem e precisam. Mas o tempo aplaca o desejo e o testa. O tempo exige espera, e nessa espera as provas virão. Testarão o quanto desse sentimento sobreviverá, o quanto o desejo resistirá, o quanto de maturidade será exigido. Quantos monstros precisarão matar para viver o desejo real que anseiam?
É preciso cultivar, amadurecer, fortalecer, e se, ou quando, isso acontecer, será eterno. Precisam passar pelas provações que virão. E só assim, depois de vencidas todas as etapas, poderão sentir que valeu a pena e que era exatamente como imaginavam. Ou… só o tempo ganha.
Segundo a mitologia grega, existem quatro formas de amor: o romântico e passional, o fraterno, o familiar e o incondicional. Ainda segundo os mitos, amadurecemos ao viver um amor ao alcance das mãos , mas que nem sempre pode ser tocado ou visto.
Assim como no mito de Eros e Psique, que simboliza, segundo Jung, o processo de individuação, a jornada da alma rumo à totalidade. As tarefas de Psique representam provas internas que desenvolvem discernimento, coragem e autoconhecimento.
A união final entre Eros e Psique expressa a integração entre consciente e inconsciente, masculino e feminino, resultando em uma consciência mais plena e em um amor verdadeiro.
Em síntese, o mito mostra que o amadurecimento da alma ocorre por meio do amor, da dor e da integração dos opostos, caminho essencial para uma vida mais consciente e autêntica.
Caso contrário, a alma se entrega à melancolia e à depressão.
A melancolia reflete a perda do objeto de amor e a dificuldade de criar vínculos afetivos. O melancólico vive um luto constante e precisa amadurecer por meio de relações verdadeiras que fortaleçam o ego.
A depressão representa o vazio interior e a falta de profundidade no contato consigo mesmo. O depressivo precisa voltar- se para dentro e reencontrar o sentido da própria alma.
Ambos podem se curar através do amor maduro: o melancólico ao doar-se, e o depressivo ao amar-se.
Resta, então, a esperança de que, no final de toda a jornada, eles vençam o tempo e possam, enfim, ser imortalizados no amor.
Ana Cláudia Oliver- 27/10/2025
Existência e Vida: Dois irmãos. Dois destinos. Duas decisões.
O encontro de Esaú e Jacó marca a revelação de dois modelos de vida diferentes, pelo que ao procurar a paz seguindo a orientação de Deus, envia presentes ao seu irmão, a qual rejeita e diz que já tem muito; ao que no receber a mensagem, pede a reconsideração ao mesmo, pois já tinha tudo. O tudo está para a vida, o muito está para a existência.
O tudo indica a completude, o encontro da paz na imaterialidade, o descanso da alma e o seu deleite na plenitude da eternidade. O muito é incapaz de se saciar, é incompleto e totalmente material e terreno.
A jornada do herói de Abraão, marcava a saída do modelo da existência para a vida, ter levado o sobrinho que vivia a existência seria um grande erro. Para selar a paz o fazemos com todos, para caminhar junto devemos aprender a dizer “não” – ter critérios – pois quem anda na vida encontra se em outra margem dos que andam na existência.
A paixão é vento sem destino
Mas pode encontrar seu caminho
Quando ela encontra o amor
Se completam e fazem da vida um ninho
Te encontrei como quem cruza destinos
num episódio que não estava no roteiro.
O mundo ficou em silêncio por um segundo
e só o meu coração continuou falando.
Seu sorriso tem cor de pôr do sol
e aquece até os dias mais nublados.
Quando você passa, o tempo desacelera,
como se quisesse me dar coragem.
Eu não sei lutar contra monstros
nem salvar o mundo com superpoderes,
mas se for pra ficar ao seu lado,
eu enfrento qualquer final triste.
Se a vida fosse um anime,
você seria meu momento favorito:
a cena que eu repetiria mil vezes
só pra sentir de novo o que é amar.
E mesmo que eu não diga tudo em voz alta,
meu olhar sempre vai te confessar:
em qualquer universo, em qualquer história,
é você que eu escolho amar.
Cada encontro, decepção, dor ou desafio é um guia que conduz através dos labirintos do
destino, a fim de nos moldar para que possamos cumprir nosso propósito.
