Elogios dos Olhos
"E em meio a tantas lembranças o que te tornas real é o fato de que eu sempre te amei, era só isso, era simplesmente isso, mas para mim era a única coisa existente. E assim, sem mudar, te amo até agora”…
O conto da mulher.
Observava a distância, digo uns dez ou doze metros, uma mulher alta, pele clara, corpo não muito esguio e sim ocupado nos lugares certos por quantidades certas de carnes. Esta mulher apoiava-se em uma árvore frondosa que fazia muita sombra, ela desajeitada e muito delicada, tentava de maneira insistente colocar no seu pé, o esquerdo me lembro bem, a sua sandália que havia se soltado, talvez pelo excesso de pequenas folhas e galhos que forravam o chão debaixo da árvore, talvez ela tenha se atrapalhado quando se dirigia para algum lugar.
Apesar da distância eu não a quis perdê-la de vista, pois a cena ficava cada vez mais interessante, não sei por que não fui cavalheiro e ofereci ajuda, talvez por gostar do que estava vendo, ela vestia um vestido simples de corte comum, de cor clara e estampas um pouco mais escuras, conforme ela lutava com a tira da sandália seu cabelo meio preso e meio solto caía pelo seu perfeitamente delineado rosto, aquele cabelo tinha sido preso de forma de que quem o prendeu não se preocupava com a beleza que não tinha, pois se conformava com a que tinha. E o seu vestido, sim este eu devo falar que com o seu corpo inclinado para frente e sua mão preocupada hora com a tira hora com o cabelo, nem notava que a alça caía, mostrava mais daquilo que já estava exposto, ombros fortes e lindos, mostrava também parte da sua intimidade, que certamente cuidava sempre para esconder, a cena tornava-se cada vez mais maravilhosa, era muita sensualidade exibida sem querer.
O corpo: como citei antes, não esguio, mas forte, não torto, mas equilibrado, estava sustentado por alguns segundos, ou minutos, sei lá, por tornozelos fortes e eretos e nem um pouco trêmulos. Trêmulo estava eu, observando de longe tanta beleza. Resolvi me aproximar, de forma calma para não desmanchar tudo aquilo. Aproximando-me, ela levantou os olhos, não se mostrou surpresa, pois sabia que não estava ameaçada, de perto observei que os pelos que cobriam o seu braço estavam eriçados, culpa do vento que chicoteava as plantas envolta, ele carregava o ar frio que habitava as sombras das árvores, aquelas que os galhos deitavam até o chão, onde encontravam folhas, galhos e pequenas plantas.
Lembro-me que falei algo, mas não lembro o que disse, lembro do sorriso, do cabelo, da sandália e do vestido, aquele que caía e mostrava mais daquela mulher, lembro da árvore, da sombra e do que senti.
Lembro que foi um sonho maravilhoso que vivi
Lembro da personagem que neste sonho eu conheci, e não quero esquecer.
, 24 de Novembro de 2010 – 01h23min.
"As vezes precisamos passar necessidades
para sabermos que a vida não é facil.
mas nunca abaixar a cabeça para vida"!!!
Eu sou apenas a pessoa que vaga no seu pensamento
Eu sou aquele que te atormenta antes de dormir
E você e o que me faz feliz e o que me deixa bem
Nós somos a combinação perfeita para o amor
Não estamos juntos a cada hora do dia, mas estamos ligados
A cada sentimento.
Eu te amo, você me ama e assim seguimos vivendo até que nosso amor já não possa suportar.
Não foi um sonho, foi realidade, não foi um sentimento, foi toda emoção e não foi apenas dor e sim o meu maior sofrimento.
Sempre minhas palavras foram as mais puras e cinseras para você.
E você sabendo dessa fraqueza me manipulou, me iludiu.
Mas você não fez por querer e sim porque está apaixonada por outro alguem.
Eu sou um sonhador e mesmo que isso não seja realidade por favor não me acorde desse sonho pois é nele que eu sou feliz.
Por que quando uma pessoa se apaixona e decide se entregar totalmente, na maioria das vezes ela não recebe o mesmo ?
Eu conheço os seus medos e você conhece os meus, nós tivemos duvidas mas agora estamos bem. E eu te amo eu juro que verdade eu não posso viver sem você.
Os seres orgânicos têm em si uma força íntima que produz o fenômeno da vida, tanto que essa força existe; que a vida material é comum a todos os seres orgânicos e que ela é independente da inteligência e do pensamento; que a inteligência e o pensamento são faculdades próprias de certas espécies orgânicas; enfim que, entre as espécies orgânicas dotadas de inteligência e de pensamento, há uma dotada de um senso moral especial que lhe dá incontestável superioridade sobre as outras e que é a espécie humana.
