Ela
O verdadeiro caráter de uma pessoa se revela na maneira como ela celebra os sucessos alheios e acolhe a gratidão, mostrando a generosidade e a humildade que habitam em seu coração.
Ela é mulher ousada,
ordinária no sentido de não caber em moldes,
extrovertida como quem ri alto da vida,
vulgar apenas para quem não entende liberdade.
Maravilhosa no caos que carrega,
louca no jeito de ser inteira,
depravada no olhar que desafia convenções,
criatura desbravadora de desejos e caminhos.
Ela não pede permissão para existir,
invade, transforma, deixa marcas.
É presença que bagunça a ordem,
é intensidade que não sabe ser pouco.
Gostosura total na minha vida,
não de corpo apenas,
mas de alma quente,
de energia viva,
de verdade sem filtro.
Ela é excesso.
E eu, confesso,
aprendi que viver de verdade
é não ter medo desse excesso.
Pra viver a felicidade.
Quando ela fala eu te amo,
a minha cabeça perde a explicação.
Tudo o que era razão se cala,
e sobra só o grito do coração.
É como se o mundo parasse um segundo,
o tempo ajoelhasse diante da emoção.
Meu peito vira um campo em chamas,
ardendo de verdade, não de ilusão.
Quando ela diz eu te amo,
não é som, é terremoto em mim.
Derruba muros que eu levantei,
expõe medos que escondi no fim.
Eu tento entender, mas não consigo,
amor não pede permissão pra entrar.
Ele invade, toma conta,
e ensina a alma a sentir sem pensar.
Quando ela diz eu te amo,
meu coração perde o chão.
É emoção demais pra um peito só,
é amor sem tradução.
Não cabe em palavra, nem explicação,
é verdade crua, é rendição.
A geometria não possui múltiplas naturezas; ela possui apenas escalas. Do plano ao volume, da reta ao infinito curvo, tudo o que percebemos como forma é a manifestação organizada do triângulo.
A Incompetência de uma pessoa pode ser medida pelo grau de importância que ela dá aos erros dos outros. Quanto maior a incompetência, maior a necessidade de evidenciar os erros dos outros.
Superamos a perda
Ou convivemos com ela?
Pessoas vêm
e vão
na nossa vida
De dois jeitos:
ou elas partem
Por opção
ou elas partem
Sem a escolha de ficar
Pessoas que se vão
por opção
Nem sempre estão contentes, Nem sempre estão felizes,
Nem sempre se sentem seguras, conosco
Pessoas que partem
Sem a escolha
Ou foram levadas
Ou se perderam
No caminho da volta
E eu?
como estou?
Eu estou vivendo.
*Cada momento de felicidade*
_Restaura minha paz_
*Cada momento sozinho*
_me relembra do vazio que tenho_
*Cada momento pensando na perda*
_Vira uma eternidade_
*Cada momento tentando superar a perda*
_Vira um desafio_
*Cada minuto de lembranças*
_Traz horas de choro_
*Cada segundo tentando superar*
_Traz frustração_
No final,
a unica coisa que aprendemos
e que
Não superamos nem convivemos com a dor
A dor não se vai
Não some
*A dor fica*
O que muda
E que aprendemos
a mascara-la
de várias formas...
Um belo dia ela deixou o passado pra trás e deu privacidade pro futuro. Pegou seu agora para dar uma volta, ver o sol, ouvir uma boa música, distribuir sorrisos e ser grata!
A ilusão, esse véu transparente que cobre a realidade... Ela pode ser um refúgio, um escape, ou até mesmo um caminho para a decepção. Mas, afinal, o que é a ilusão senão a nossa própria verdade, moldada pelo desejo e pela imaginação?
"Ilusão é o sonho que nos faz viver,
Mas também o abismo que nos faz cair.
É o véu que cobre a verdade nua,
E a fantasia que nos seduz e nos subjuga."
A depressão não grita.
Ela senta.
E fica.
É um cansaço que não passa dormindo,
uma tristeza sem espetáculo,
uma ausência de vontade
até do que antes doía.
Acordo e já estou atrasada da vida.
Não triste exatamente
vazia de impulso.
Tudo continua existindo fora de mim
com uma normalidade ofensiva.
O mundo funciona
enquanto eu esforço
o simples ato de estar.
A depressão não é querer morrer.
É não saber muito bem
como continuar viva
do jeito que se espera.
Penso menos no futuro.
Não por falta de sonho,
mas porque sonhar
exige uma energia
que agora me falta.
Há momentos de lucidez
que doem mais que a dor.
Percebo tudo.
E mesmo assim
não consigo mover.
Não é drama.
É química, é história, é silêncio.
É o corpo pedindo pausa
e a alma sem voz
para explicar.
E ainda assim,
respiro.
Não por esperança grandiosa,
mas por hábito,
por instinto,
por essa teimosia mínima
de continuar
mesmo sem saber por quê.
Talvez isso seja viver agora:
seguir em estado bruto,
com menos luz,
mas ainda aqui
A insanidade raramente se anuncia.
Ela se infiltra.
Começa como um pensamento a mais,
uma lucidez excessiva,
uma sensibilidade fora de medida.
Há mentes que não quebram
apenas sustentam demais.
Elas funcionam, respondem,
cumprem horários,
enquanto por dentro tudo oscila.
A linha entre sanidade e desvio
não é um abismo.
É um fio.
E muitos caminham sobre ele
sem que ninguém perceba.
A insanidade não é caos explícito.
Às vezes é ordem demais.
Controle demais.
Consciência demais.
Ela se disfarça de normalidade,
aprende a conviver,
a sorrir no momento certo,
a calar no momento errado.
E talvez o mais perturbador
não seja perder a razão,
mas mantê-la
enquanto algo, silenciosamente,
se desloca por dentro.
Porque há estados mentais
que não pedem ajuda,
não fazem barulho,
apenas continuam.
E continuar,
nesse caso,
já é um sintoma.
A ansiedade não anuncia perigo.
Ela antecipa.
É o corpo em estado de alarme
sem ameaça visível,
o coração correndo
sem saber de quê.
O pensamento não descansa.
Ele vigia.
Projeta cenários,
prevê quedas,
ensaia perdas
que talvez nunca aconteçam.
A ansiedade mora no depois.
No “e se”,
no quase,
no que ainda não é
mas já pesa.
Há uma pressa constante,
mesmo quando nada acontece.
Um cansaço que não vem do esforço,
mas da espera tensa.
Respirar vira tarefa consciente.
Relaxar parece descuido.
A mente confunde controle
com sobrevivência.
Por fora, tudo segue normal.
Por dentro,
há um excesso de futuro
ocupando o presente.
A ansiedade não quer machucar.
Ela quer proteger
só não sabe quando parar.
E assim permanece:
alerta demais para descansar,
sensível demais para ignorar,
tentando manter tudo sob controle
num mundo
que nunca prometeu estabilidade.
A mudança é um processo lento e muitas vezes dolorido. Nós sabemos quando ela é necessária, mas às vezes, não estamos dispostos a sair da zona de conforto e enfrentar o incômodo das alterações necessárias. Se mudar a nós mesmos é uma tarefa tão difícil, as chances de mudar outra pessoa eu diria que são quase nulas. Uma pessoa não vai mudar porque você quer, ela só vai mudar quando ela própria, além de sentir essa necessidade tiver coragem de enfrentar o dolorido processo e entender que o sofrimento de permanecer como está é sempre maior que o da mudança.
O fanatismo é uma forma acentuada de cegueira ,com ela os olhos veem coisas onde não existem ,a alma sente temores de coisas que não fazem mal algum ,perde se a noção do certo ou errado ,do belo ou feio ,ela condena inocentes, liberta culpados e camufla preconceitos patológicos e insanos.
O sucesso vem da atitude, é a intenção de agir de um jeito específico. Ela representa uma expressão de um pensamento ou desejo, que se transforma em ações concretas, independentemente do que aconteça depois.
