Ela
Sabe essa menina aí? Alguns meses atrás ela era minha melhor amiga. Alguns meses atrás havia confiança, havia piadas, havia amizade. Sabe essa menina aí? Ela me conhece muito bem, me conhece melhor do que ninguém. Conhece meus medos, meus segredos, conhece meus problemas, os motivos pelo qual fico feliz. Mas, sabe, se ela não souber isso, eu me enganei, eu errei, de novo. Mas eu sei quem ela é e, mesmo não falando com ela, eu sei o que ela passa, conheço a insegurança dela, conheço as feridas que existem no seu coração, sei o peso que tem uma lágrima dela, sei das coisas dela, mesmo ela não me contando. Sei quando eu falo com ela e, por uma letra, uma palavra, eu sei que ela não está bem, mas fico com medo de perguntar o porquê, ela não falar e eu me sentir exatamente como eu me sentia e não queria sentir. Sei que essa menina já fez planos para o seu futuro, mas sei também que, em um momento na sua vida, ela pensou em abrir mão de tudo. Ela não sabia que ela não tinha culpa por não saber, ou simplesmente tinha. Sei também que ela reencontrou uma menina, uma menina que ela já conhecia, sei que a menina fez coisas que ela não queria que a menina tivesse feito, mas a menina fez, coisas que eu jamais faria. Mas essa menina, essa menina tinha algo que eu não tinha, algo que eu nunca ia ter, algo que eu nunca iria poder ser, nem se eu morrer e em outras vidas eu nascer. Mas sabe essa menina aí? Essa menina se foi, mesmo estando aqui, ela se foi e eu simplesmente deixei ela ir. Ela usava palavras com essa menina que usava comigo, achava que eu não via, ou não percebia, chamou essa menina de coisas que me chamou e depois ela olhou pra mim e perguntou: "Por que você se afastou?" Eu nunca sabia responder, eu me machuquei tanto com isso, eu sentia tanto aquilo, que as lágrimas não aliviavam nada, e olha que foram litros de lágrimas, eu sonhava com ela noites seguidas, mas nunca contava para ela, nunca tive a coragem de falar para ela o que eu sentia ou simplesmente falar um adeus e que a minha vida eu seguiria. Eu esperava dias e noites por uma mensagem, um telefonema ou um grito no portão chamando meu nome, e eu toda envergonhada, mal-arrumada, descabelada, saindo para atendê-la. Mas não, ficou na imaginação. Nada aconteceu. Aquilo foi passando, e eu deixei passar. Eu deixei ela ir. Não vou dizer que esqueci os planos, que eu esqueci as faculdades que não haverão mais, do ensino médio que não se concluirá junto, dos filhos que não serão afilhados, não esqueci do sonho, do plano calculado, não esqueci do que ela era, do que éramos juntas, não esqueci das coisas que teriam de ser feitas, escolhas por causa daquela velha amizade. Teve um dia que eu a vi sofrer de novo, tive vontade de comprar chocolates, de levar em sua residência, colocar a cabeça dela em meu colo, enxugar suas lágrimas e falar que tudo iria ficar bem. Mas aquele não era meu papel. Não mais. É que eu mudei, é que ela mudou, é que ela jurou que nunca iria me deixar e deixou. Ela já não era a mesma, e pela primeira vez eu sentia como se fosse o fim de tudo aquilo. Mas sabe essa menina? Eu poderia falar que eu sinto ódio por tudo isso. Mas não! Hoje, eu agradeço a ela, pelas lágrimas que ela enxugou, pelos conselhos, pelas brigas e pelas desculpas, agradeço a ela por se importar com a minha vida, agradeço a ela por fazer parte da minha vida. A mais simples lembrança do que um dia a nossa amizade foi.
Enquanto não conhecer a dor de uma pessoa, não saberá quem ela é. Ainda que a conheça, não poderá compreender!
“Dizem que nosso destino está ligado a nossa terra, que ela é parte de nós assim como nós somos dela. Outros dizem que o destino é costurado como um tecido onde a vida de um determina a de muitos outros. É a única coisa que buscamos, ou que lutamos para mudar, alguns nunca encontram o destino, mas outros são levados a ele.”
-Merida
Quando explicamos a poesia ela torna-se banal. Melhor do que qualquer explicação é a experiência directa das emoções, que a poesia revela a uma alma predisposta a compreendê-la.
Não sou boa de tristeza, não sei o que fazer com ela. Ela chega, me abraça, me beija e enfia sua língua métrica garganta abaixo e eu sufoco, embrulho, claudico. As paredes do mundo esmaecem dois tons, os ruídos triplicam de decibéis, as esperanças encolhem ao tamanho das pulgas, os cansaços se expandem com barrigas imensas. Talvez um porre ajudasse a distencionar o peito, pusesse lá um aquecedor qualquer, mas não sei sentar e beber pra afogar mágoas. Álcool, pelo menos pra mim, é ritual de felicidade. Falar da tristeza também não serve, me faz sentir ridícula. Colocar sobre a mesa aquela coleção miserável de nadas irrelevantes e convencer alguém de que o conjunto constitui um grande drama é imbecil e cansativo. Desisto invariavelmente antes de começar. Chorar e chorar e chorar só acrescenta à tristeza uma tremenda dor de cabeça, olhos inchados e nariz deformado. Tenho que esperar passar. Mas pior que de tristeza, eu sou de paciência
Ela é a garota única. Sonha sem tirar os pés do chão. Exagerada na medida certa. Perfeccionista, sem acreditar na perfeição. Ela machuca. Ela ilude. Ela não acredita no amor.
Como uma criança ela quer alcançar as estrelas e levar a lua de brinde, quer reinar no sol e rolar nas nuvens . Ela pode ter a mente pura ¿', mas não é nenhuma ingênua. Ela tem coisas que dinheiro nenhum compra. Ela viveu coisas que você nem imagina. Ela teve experiências que você nunca poderá ter. Ela é várias canções. Ela nunca é a mesma. Ela sempre ouvirá e quase sempre vai esquecer. Ela lembra fatos e não rostos. Ela é como um pássaro que não vive sem sua liberdade. Ela nunca vai dizer que te ama ao menos que você mereça. Ela é um livro aberto que esqueceram de ler. Não pode ser comprada, simplesmente conquistada...
Você nunca saberá de seus passos se procurar entende-la. Certas coisas na vida não tem explicação...
O que ela é pra mim?
Ela é a certeza dos meus sorrisos, o apoio das minhas lagrimas, a beleza dos meus dias. Ela é o desenrolar dos meus versos no rimar de minhas poesias.
Ela é a verdade sobre o amor, o meu suspirar mais profundo, meu dormir mais inocente e meu acordar mais feliz. Ela é o meu preferido sabor, ela é meu mundo, é tudo que eu sempre quis.
Ela é também a minha maior aventura, minha sensação mais pura. Ela é véu vicio e meu remédio, minha melhor surpresa e nunca o meu tédio,
É minha loucura e minha lucidez, ela é a pura certeza diante de uns poucos talvez.
Ela é enrijecer dos músculos no relaxar dos lábios, minha sintonia perfeita entre beijos e abraços,
é meu suar de calor e meu tremer de frio, é minha amiga, meu amor, meu toque suave e meu arrepio.
É minha vida, minha história, é meu futuro completo, é minha luta e minha vitória, é o meu sonho predileto.
É minha linda morena, minha razão de viver, minha lua e minha pequena, como é bom amar você.
A menina não te conhece mas te odeia, das duas uma: ou o namorado dela te ama ou ela queria ser sua amiga e não consegue.
AOS 3 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê uma rainha.
AOS 8 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê Cinderela.
AOS 15 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê uma freira horrorosa. (mãe, eu não posso ir pra sala desse jeito!!!)
AOS 20 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado, mas decide que vai sair assim mesmo...
AOS 30 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado, mas decide que agora não tem tempo pra consertar essas coisas então vai sair assim mesmo...
AOS 40 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê muito gorda/muito magra, muito alta/muito baixa, muito liso/muito encaracolado, mas diz: pelo menos eu sou limpa e sai mesmo assim...
AOS 50 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê eu sou e vai pra onde ela bem entender...
AOS 60 ANOS:
Ela olha pra si mesma e se lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sai de casa e conquista o mundo...
AOS 70 ANOS:
Ela olha pra si mesma e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida...
AOS 80 ANOS:
Ela não se incomoda mais em olhar pra si mesma. Põe simplesmente um chapéu violeta e vai se divertir com o mundo...
Talvez a gente devesse pegar aquele chapéu violeta mais cedo...
Não é a morte que me importa, porque ela é um fato. O que me importa é o que eu faço da minha vida enquanto minha morte não acontece, para que essa vida não seja banal, superficial, fútil, pequena.
a representatividade
é vital
sem ela a borboleta
rodeada por um grupo de mariposas
incapaz de ver a si mesma
vai continuar tentando ser mariposa
Mas talvez a única maneira de honrar os mortos é fazer o máximo da sua vida, seja ela durando alguns poucos anos ou... um século rapidamente decorrido. Eu vou tentar, tio Ben, por você"
Ela sabe que tudo que é belo não é visto pelos olhos, e sim pela alma. Detesta padrões que na verdade não passam de uma tentativa de domesticação. Escolheu ser quem ela é... Escolheu assumir seus medos... Ser sincera com seus sentimentos... Amar sem segredo. Escolheu seguir o seu caminho mesmo que às vezes se sinta um pouco solitária. Ela gosta de parar e contemplar os seus momentos, são lindas paisagens, ela caminha pela sua própria vida sem pressa, carregando tudo que ela quer carregar, e assim está aprendendo a viver.
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