Eis a Razao da minha Vida
Vou te contar o que eu consumi
Até chegar aqui pra te dizer
Se eu te falar, cê deixa quieto, por favor
Eu pedi pro garçom uma dose de amor
O presente é o que nós tem pro nosso futuro
Se tu acha que não é o que você merece
Não esquece que nem sempre prevalece o justo!
Quem sou eu?
Eu sou uma canção sem música?
Uma poesia sem rima?
Diante desses versos tento expressar minha vida.
Quem sou eu?
Gostaria que alguém me dissesse, me mostrasse,
quem realmente sou.
Sou um apaixonado sem poder ter um amor?
Sou um sofredor sofrendo sem poder se manifestar?
E nessa postagem achei um jeito de falar.
Sou um lobo correndo a procurar de seu luar,
tentando achar uma maneira para se soltar e,
como todo lobo, chorar em seu uivar?
Quem eu sou?
Quem nunca se perguntou assim?
Não sou o que você pensa, não sou o que achas que sou.
Na verdade, nem eu mesmo sei quem sou.
Embora tal enigma esteja aqui...
Um fato não posso negar.
Nao sei quem eu sou, mas sou chamado de Felipe A.
Quando uma pessoa querida parte,
não é só ela quem vai;
de nós, leva junto uma parte
e um castelo de ferro cai.
E então, morremos também a sua morte,
que instalou-se sorrateira como a noite,
súbita como o vento forte,
e doída como o estalar de um açoite.
Vou pedir aos anjos para te proteger e não deixar você desanimar...
Vou pedir a chuva para te molhar,como se as gotas delas fossem mãos te acariciando...
Vou pedir ao vento para sussurrar coisas boas no seu ouvido...
Vou pedir as estrelas que te traga sonhos...
Vou pedir a lua pra te guiar no escuro...
Vou pedir ao sol para te aquecer...
Vou pedir ao mar para te acalmar , assim como eu queria que fosse a minha voz te acalmando...
Vou pedir ao mundo para te fazer feliz para sempre... Beijos com carinho...
“A morte é a curva da estrada”
A morte, com licença, é irônica por demais. E trágica, com a devida vênia, por excesso.
Ela é “a curva da estrada”, conforme poetou Fernando Pessoa no “Cancioneiro”.
Ah, senhora brincalhona! Ah, dona das estradas do mundo vasto mundo! Vosmecê tira a vida, mas eu a canto; vosmecê arranca o que as pessoas têm de mais importante, mas eu, pobre poeta, celebro o que elas possuem de mais caro, qual seja, a vida, ainda que Severina ou Caetana:
Bem, dona morte:
Está certo que a sra.
Anula toda sorte!
Todavia, as ações
Realizadas vão ficar
Imortalizadas de A a
Z: logo fim não há!
Era uma menina
Viva à procura do sEU
Adão de sua sina!
Ah, dama negra que quase tudo pode! Quase tudo, repito. Vosmecê arrebata Beatriz na curva da estrada, mas Dante há de continuar a longa caminhada...
Vosmecê, rainha das trevas, se apossa sem avisar da pequena Eva, mas Adão há de permanecer em vigília constante, atado às lembranças especiais. Porque a vida – presente da ventura – segue...
Até que um dia, na curva da estrada, a morte, pela enésima vez, aplicará o golpe fatal. Porque, como bem disse o poeta maior, “a morte é a curva da estrada / morrer é só não ser visto”.
Jamais desista de um sonho, o que faz você ser grande é a vontade de vencer ... e isto todos temos que sobra, só basta querer. Lute e viva corra atrás do que deseja e assim vencerá.
Arte é a atividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de perceção, emoções e ideias, com o objetivo de estimular esse interesse de consciência em um ou mais espectadores, e cada obra de arte possui um significado único e diferente.
Mesmo diante da dificuldade e da jornada mais aguerrida, se tiveres muita vontade, será possível qualquer subida!
A inspiração é o momento em que os mortais experimentam também – por que não? – o maná dos deuses. Um instante muito especial. Mágico.
O conceito de inspiração, contudo, vem mudando no tempo e no espaço. No século XIX, ela “baixava” no poeta – ou melhor, no vate – na forma de espírito, bênção ou dom.
De lá para cá, o verbo inspirar ficou mais fácil de ser conjugado. Felizmente, “se inspirar” ficou mais acessível ao eu e ao tu, líricos ou não.
Moderno, Fernando Pessoa escreve com a imaginação e não com o coração. Moderníssimo, João Cabral enfatiza a técnica em detrimento do lirismo.
Quem vai negar que, à sua maneira, tanto Pessoa quanto Cabral são poetas inspirados e criativos?
Certo é que uma boa motivação – que pode vir duma musa, situação ou acontecimento pessoal – ajuda e muito no ato de escrever prosa e, especialmente, versos.
Assim, estou convencido de que o texto literário é resultado da equação emoção/técnica, com predomínio desta sobre aquela. Sem vice-versa.
A estrada
A estrada só é longa quando desanimamos.
Quando achamos que está longe o ponto final.
Quando somos alimentados com positividades que brota de nós mesmo.
Agoniada por toda essa decepção, afogando-se nos próprios erros
Desde o incio aprendeu a esconder, com medo de consequências
Tentando sempre agradar a os outros, nunca olhou para si mesma
Talvez agora seja tarde demais, não há ninguém dentro dela
Apenas um vazio avassalador, tetando se preencher com sua própria dor
Fazer os outros sorrirem, tentar compreender, um calmante.
Ela não tem personalidade, é apenas um remédio que age na tristeza
Ela nunca foi alguém, só tentava ser o que faria bem
Como todo remédio, em exagero começa a fazer mal
Como todo remédio, o uso continuo faz com que perca o efeito
Tarde demais para mudar, mas cedo demais para terminar
Está fora da validade, mas o frasco está cheio.
É temporário, e há efeitos colaterais demais para algo tão pouco
É temporário, no final tudo isso irá se corroer e criar um novo problema
É temporário, apenas momentos de estase para voltar a uma realidade pior
Não sou um remédio, sou uma droga e no final se arrependerá
Necessidade, analgésicos, vício, bebidas e no fim tudo isso te mata
Eu não escolhi ser essa droga
Estou cansada da mesma história se repetindo por várias vezes
Cansada de dar esperanças e no final a arrancar de maneira mais cruel
Estou cansada de querer sempre o bem mas fazer sempre o mal
Eu não vou mudar, eu já tentei o quanto pude
Não posso mudar o produto que há dentro do frasco, toda sua composição
Eu sou essa composição, apenas uma composição
Alma vazia, cheia de dores e mentiras
Frasco lotado, cheio de ilusões e veneno
Sou apenas mais um fracasso, um teste
Efeitos colaterais de mais para continuar
Cansada de tudo isso, quebrei meu vidro
Estou morta, espalhada pelo chão.
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