Eis a Razao da minha Vida

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Seus olhos verdes como esmeraldas
Preenche toda minha alma
Talvez estar contigo
Seja tudo que eu preciso

ESPIRITO TRANSFIGURADO
Minha boca está armada com presas,
Sou minha própria arma e fortaleza,
Minha língua é a caneta da eternidade,
Meu sangue é tinta e veneno.

Meus inimigos podem até correr
Mas vou caçá-los com fúria implacável,
Nada interromperá minha vontade,
Meu corpo escuro está fechado.

Sou fértil como Osíris,
Sou inteligente como Jehuty,
Sou imparcial como Anúbis,
Sou violento como Sekhmet.

Nenhum inimigo me vencerá,
Sou energia perpétua
E vou guerrear no Abismo
Incansável e potente.

Sou espírito transfigurado e intocável, nada me detém.

Não insultem a minha inteligência, não me subestimem, respeitem-me, não me tratam como ignorante porque disto não tenho nada. Simplesmente sou realista e sei onde posso chegar, mas isso não vos dá o direito de falarem da minha vida como se eu já não existisse.

Você era minha melhor amiga, a melhor parte de quem eu sou, e não consigo me imaginar desistindo disso outra vez.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. O melhor de mim. São Paulo: Editora Arqueiro, 2012

Se eu for repetitivo nos elogios, não é falta de criatividade minha, e sim sua capacidade de me impressionar novamente!

Eu sei que é difícil, mas preciso ser forte.
O mundo não vai parar de girar, por causa da minha dor,
e nem mesmo ficará mais bonito, sem o amor.
Não é questão de ficar sozinha, é questão de ser sozinha.
Não me imagino sem alguém, sem um abraço, sem um carinho.
Sou frágil de alma, mas forte de espírito.
Não me fecho para todos, só respeito os meus limites.
Sei quem está comigo, e na maioria das vezes não sobra ninguém,
somente Deus. O único que me entende e dá forças necessárias para
ainda viver neste mundo!

Jesus quando voltar eu te empresto a minha quadrada
você enquadra, e eu crucifico quem traiu sua palavra.

O que você quer?
Quero te jogar na minha cama
Então faça-o

Consciência é Papel


Escrevo porque, às vezes, falar não basta.
Porque minha voz se perde no ar, mas as palavras escritas… elas permanecem.
Cada linha é um pedaço meu, uma confissão silenciosa que não precisa de plateia.


Aqui, não existe medo de julgamento.
Aqui, eu não preciso sorrir para suavizar minha dor nem me explicar para ninguém.
O que deixo escrito é a minha consciência escancarada, crua, nua.
É o reflexo do que penso quando tudo silencia, quando ninguém está olhando.


E não, não é drama.
Não é exagero.
É apenas o retrato de existir com o peso que carrego, tentando não incomodar, tentando caber no mundo sem fazer barulho demais.


Escrevo porque é o que me resta quando falar não funciona.
Porque aqui, neste papel, posso ser inteira.
Posso admitir o cansaço, a confusão, o vazio.
Posso dizer que às vezes a vida dói mais do que deveria, e que seguir em frente parece uma vitória silenciosa que ninguém vê.


Se você lê, talvez se reconheça.
Talvez sinta que essas palavras também são suas.
E, nesse instante, é como se eu não estivesse tão sozinha dentro delas.


No fim, é isso:
O que deixo escrito não é só texto.
Sou eu, inteira, existindo em palavras.
Mesmo quando o mundo prefere que eu me cale.

Minha paixão ardente, meu coração palpita em sintonia fogosa de ter você ao meu lado; para matar o fogo ardente de desejo no seu corpo quente e insaciável de amor...
Cometer todos os pecados carnais imagináveis e inimagináveis... Sentido todo o calor intenso do pleno amor que sinto por você!

Você me libertou, Peter. Me deu minha primeira história de amor.

hoje eu acordei
sem saber que caminho seguir
a minha cama é o lugar mais seguro
ficarei aqui! até fazer sentido sair
preciso de um motivo para calçar os sapatos
e hoje eu não tenho
a cama é o mar
e eu me agarro aos travesseiros
para ver se ainda me salvo...

Uns diziam que eu não poderia ir além.
Já outros confiavam em mim.
Juntei a minha fé, esperança e dedicação numa mochila e eis que cheguei aqui.

Faze de mim, senhor, apresa do leão, antes que fazer do coelho a minha presa.

Minha depressão e a auto-mutilação são as únicas coisas que tenho ao meu redor, não quero viver muito apenas o suficiente para ser feliz.

Em um jardim havia,
uma doce e bela flor,
ela era minha alegria,
uma joia de valor,

Todas as manhãs a via,
no alvorar do dia,
saudades dela sentia,
e beija la muito queria,

Em uma noite fria,
a fúria do vento despertou,
uma grande chuva caia,
e uma tempestade se formou,

Pela manhã em agonia,
meu voo ágil ficou,
o coração forte batia,
e a alma sentida despertou,

Ao me aproximar tremia,
com choros e agonia,
pois o jardim da minha alegria,
ali não mais existia,

Hoje no meu canto ha tristeza,
lágrimas de tanta dor,
pela correnteza foi levada,
a vida do meu grande amor,

Só tenho em mim a partida,
do amor que me deixou,
e em outros jardins encontro,
os frutos da minha bela flor...

O verde das águas,
O verde das plantas,
Esse é o lugar onde
Minha alma descansa.

Porque não foi um pouco antes? Porque não apareceu quando tudo era mais simples, quando a minha vida era menos complexa, quando eu estava descobrindo tudo o que me fazia bem e não tinha um pingo de medo de viver tudo o que eu tinha para viver? Porque não veio mais cedo, não cruzou meu caminho numa daquelas longas viagens, porque não nos esbarramos numa dessas calçadas, num desses bares? Porque tudo agora, tão recente, sem termos a mínima chance de descobrirmos se a gente pode ser feliz, se a gente se completa como nosso abraço diz nos completar? Porque todo esse fingimento, essa farsa de um amor embutido numa amizade linda demais, companheira demais? No entanto, só nós sabemos o quanto nos precisamos, nos fazemos bem, somos felizes juntos.
Porque tudo agora? Tão tarde?
Tudo bem. Conformei-me, já.
É só um momento. Na verdade, é que agora estou aqui sozinha lembrando e com saudades. Todas as vezes que tenho esses momentos eu me revolto com o tempo, me revolto com as ironias do destino, e escrevo. Como se fosse um surto. É rápido. Logo passa. O que não passa mesmo é essa vontade de estar ao seu lado e todas as noites ouvir a sua respiração aqui no meu ouvido, sentir o seu cheiro; mesmo você estando longe, aí, também com saudades porque acabou de me confessar por uma mensagem.
Vai ser assim, pra sempre. Só não se esquece de me levar no pensamento, porque eu te levarei.

Fiz da alegria minha prioridade
Da esperança minha certeza
Do universo minha grandeza

E o que resistir como tristeza
Será detalhe em meio a tanta beleza.

A minha namorada é tão bonita, tem olhos como besourinhos do céu
Tem olhos como estrelinhas que estão sempre balbuciando aos passarinhos...
É tão bonita! tem um cabelo fino, um corpo de menino e um andar pequenino
E é a minha namorada... vai e vem como uma patativa, de repente morre de amor
Tem fala de S e dá a impressão que está entrando por uma nuvem adentro...
Meu Deus, eu queria brincar com ela, fazer comidinha, jogar nai-ou-nentes
Rir e num átimo dar um beijo nela e sair correndo
E ficar de longe espiando-lhe a zanga, meio vexado, meio sem saber o que faça...
A minha namorada é muito culta, sabe aritmética, geografia, história, contraponto
E se eu lhe perguntar qual a cor mais bonita ela não dirá que é a roxa porém brique.
Ela faz coleção de cactos, acorda cedo vai para o trabalho
E nunca se esquece que é a menininha do poeta.
Se eu lhe perguntar: Meu anjo, quer ir à Europa? ela diz: Quero se mamãe for!
Se eu lhe perguntar: Meu anjo, quer casar comigo? ela diz... – não, ela não acredita.
É doce! gosta muito de mim e sabe dizer sem lágrimas: Vou sentir tantas saudades quando você for...
É uma nossa senhorazinha, é uma cigana, é uma coisa
Que me faz chorar na rua, dançar no quarto, ter vontade de me matar e de ser presidente da república.
É boba, ela! tudo faz, tudo sabe, é linda, ó anjo de Domremy!
Dêem-lhe uma espada, constrói um reino; dêem-lhe uma agulha, faz um crochê
Dêem-lhe um teclado, faz uma aurora, dêem-lhe razão, faz uma briga...!
E do pobre ser que Deus lhe deu, eu, filho pródigo, poeta cheio de erros
Ela fez um eterno perdido...