Egoísta
Talvez não seja egoísmo —
talvez seja só o coração aprendendo, enfim, que amar o outro não exige
abandonar a si mesmo.
" E assim...mais um dia...intolerância...violência...egoísmo...assim caminha a humanidade...passos largos a injustiça...dificuldade de ver...observar...a dura realidade...triste vida...vida triste...assim vivemos...assim morremos...alienados...idiotizados...manipulados...espectros humanos...ridículos...se existe vida inteligente neste vasto universo...na terra,com certeza,não vão chegar...espero que não."👽🤪
O ser rico seu egoísmo no seu eco centrismo do sistema alienador fruto da cópia ou impulso de ser a futildade do ser por ser o eu nunca vai ser um ser individualidade apenas o retrado do derradeiro ser o opressor, e tudo que defende seu caráter de mérito duvidoso como produtor de copias numa foto copiadora.
Antes ser intelectual e erudito era ver ser consciente, hoje o contexto e ter responsabilidade ser rico esbanjar futilidade no próprio ser sendo parte do sistema que oprime e degrada o ser intelectual sendo espelho da sociedade.Retorno a consciência esta degrada pois os que denota próprio sistema caótico que da mesma orientação direita ou esquerda um pensamento fixo dificilmente sera mudado pois quando carater é moldado o nivel arcaico se torna a base da própria consciênciaSistema cria a natureza devastada desde vestuario ate tendências musicais e contexto vai mais longe
Não é egoísmo pensar em si.
Às vezes, passamos tanto tempo nos colocando em segundo lugar, fazendo pelos outros, compreendendo, ajudando e abrindo mão das nossas próprias necessidades… que esquecemos de nós.
E então percebemos algo importante: nem todo mundo vai fazer por nós aquilo que fazemos por eles. Não necessariamente por falta de amor, mas porque cada pessoa está ocupada vivendo a própria história, cuidando das próprias necessidades e fazendo suas escolhas.
Por isso, cuidar de si não é deixar de amar o outro. É simplesmente parar de se abandonar em nome dele.
Você também merece a mesma atenção, cuidado e consideração que oferece ao mundo.
O egoísmo reina absoluto: as pessoas querem que o mundo mude, mas não mexem um dedo para construir nada que preste para o coletivo.
VIVEM APENAS PARA O PRÓPRIO UMBIGO: O mundo virou um espetáculo de egoísmo onde o único compromisso é com o próprio prazer, a academia e o conforto, enquanto a família e quem tenta crescer sofrem na invisibilidade.
É inaceitável que tentem manipular a vida de alguém só para saciar o egoísmo de quem não suporta ver o outro amar em paz.
Quem tenta afastar duas pessoas pelo egoísmo nunca vai entender a força de um laço construído com o coração.
O amor ao próximo foi sufocado pelo egoísmo de uma humanidade doente, que prefere pisar em quem estende a mão a reconhecer o valor do afeto.
O respeito morreu sufocado pelo egoísmo, e hoje choramos as ruínas de uma humanidade que preferiu a guerra de egos ao abraço fraterno.
A verdadeira loucura é viver no egoísmo, ignorar a Palavra e achar que a maldade contra os mais fracos passará despercebida aos olhos do Criador.
Chamar quem é sensível de louco só expõe a febre do seu próprio egoismo; procure amar as pessoas em vez de condenar a jornada de quem quer vencer.
EFEITOS DO EGOÍSMO.
Há faltas humanas que escandalizam os tribunais da Terra. Há outras, porém, silenciosas, elegantes e socialmente aceitas, que passam despercebidas entre aplausos, luxos e aparências. Entretanto, diante das Leis Divinas, nenhuma delas permanece oculta. O egoísmo é uma dessas enfermidades morais que corroem lentamente a consciência e isolam o Espírito de toda verdadeira felicidade.
Nas impressionantes comunicações atribuídas ao Espírito de Clara, publicadas na Revista Espírita, observa-se um dos retratos mais profundos acerca do sofrimento espiritual causado não por crimes sangrentos, mas pela ausência de caridade. Clara não matou, não roubou, não foi condenada pelos homens. Viveu cercada de prazeres, adulações e conforto. Contudo, havia construído toda a sua existência sobre o culto de si mesma.
O Espiritismo demonstra que o egoísmo é uma prisão invisível. Enquanto encarnado, o egoísta acredita possuir autonomia, superioridade e independência emocional. Porém, ao regressar ao mundo espiritual, encontra-se vazio de afetos verdadeiros, porque jamais cultivou amor sincero pelos outros. A alma passa então a experimentar aquilo que semeou durante a vida material: isolamento, indiferença e abandono.
A narrativa de Clara possui um peso filosófico devastador. Ela descreve a eternidade subjetiva do sofrimento moral. Não existem chamas materiais, monstros infernais ou torturas físicas. O suplício nasce da própria consciência desperta. O Espírito percebe tardiamente quanto tempo desperdiçou vivendo apenas para si.
A comunicação do guia espiritual é ainda mais contundente:
“FOI EGOÍSTA; tinha tudo, menos um bom coração.”
Essa afirmação sintetiza uma das mais severas advertências da Doutrina Espírita. O valor de uma existência não é medido pelas riquezas acumuladas, pela beleza física ou pelas conquistas sociais, mas pela capacidade de amar, servir e aliviar a dor alheia.
O egoísmo destrói lentamente os vínculos da alma. Quem vive apenas para si termina espiritualmente só. Não porque Deus abandone Seus filhos, mas porque o próprio Espírito cria ao redor de si um deserto afetivo. A caridade estabelece pontes. O egoísmo constrói abismos.
É profundamente significativo que Clara peça incessantemente atenção exclusiva da médium. Mesmo desencarnada, ainda demonstra resquícios do personalismo que cultivara em vida. Seu sofrimento não anulou imediatamente suas imperfeições. Eis um ensinamento psicológico e espiritual de enorme profundidade: a morte não transforma instantaneamente o caráter humano. O Espírito permanece sendo aquilo que edificou em si mesmo.
A Doutrina Espírita ensina que a regeneração moral não ocorre por decretos milagrosos, mas pela lenta educação da consciência. O egoísmo somente é vencido quando o ser compreende que toda felicidade individual isolada é transitória e ilusória.
No Evangelho, o Cristo estabelece o princípio fundamental da renovação espiritual:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
Não se trata apenas de uma recomendação moral poética. É uma lei de equilíbrio espiritual. Quem ama expande a própria alma. Quem se fecha em si mesmo reduz progressivamente sua capacidade de sentir luz, paz e plenitude.
O egoísmo moderno frequentemente se apresenta disfarçado de autonomia emocional, sucesso pessoal e busca individual da felicidade. Contudo, o Espiritismo recorda que ninguém evolui sozinho. Somos Espíritos destinados à fraternidade. Fora da caridade não existe salvação porque fora dela não existe verdadeira comunhão entre as almas.
A dor de Clara não deve ser vista apenas como castigo, mas como processo educativo. O sofrimento moral desperta aquilo que o conforto excessivo havia adormecido. Sua consciência começa lentamente a perceber o valor do amor que desprezou.
Por isso, Allan Kardec insistia que o egoísmo constitui a maior chaga da Humanidade. Enquanto os homens continuarem buscando exclusivamente seus próprios interesses, permanecerão produzindo guerras, desigualdades, abandono emocional e miséria espiritual.
A caridade não é mera esmola material. É presença, escuta, compaixão, renúncia, delicadeza e responsabilidade afetiva. Pequenos gestos possuem repercussões imensas na economia moral do Espírito.
Cada pensamento de bondade modifica invisivelmente a estrutura íntima da alma. Cada ato egoísta aprofunda a solidão futura.
O texto da Revista Espírita permanece extraordinariamente atual porque descreve um fenômeno psicológico universal: o vazio existencial produzido pelo culto excessivo do próprio eu. Em uma civilização marcada pelo individualismo, pela vaidade e pela exibição constante da personalidade, tais advertências adquirem dimensão ainda mais urgente.
O egoísmo promete proteção, mas entrega abandono. A caridade exige renúncia, mas oferece paz.
E talvez esteja justamente aí uma das maiores revelações espirituais da existência humana: ninguém será verdadeiramente feliz enquanto aprender apenas a receber e jamais aprender a amar.
Fontes:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Livro dos Espíritos
Revista Espírita
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"O egoísmo é a miopia moral da alma. Enxerga apenas o próprio desejo e perde o horizonte da fraternidade."
