Egoísmo
O egoismo da juventude hoje é determinante e nocivamente contagiante. Tudo para agora, de qualquer jeito, a qualquer preço e não satisfaz nunca.
A incivilidade, a brutalidade, o egoísmo e o desrespeito pleno as naturais emoções me assustam em muito hoje, perante todas as humanas relações.
O bicho homem, consciente ou não, de seu egoísmo nato, trabalha a construção das suas virtudes por algum motivo narcísico, (vaidade, orgulho, medo, ou até mesmo sua busca por evolução) resultando sempre em progresso moral, quer seja lento ou acelerado. Os fins justificam os meios.
Carla Marques
Little Sage
2020
Decidi me resguardar, não por egoísmo, mas por amor próprio. Escolhi proteger minha paz interior, mesmo que isso signifique me afastar de certas situações ou pessoas. Prefiro o sossego da solidão à agitação das companhias que perturbam a minha alma.
“A esperança concede força ao fraco, transforma o covarde em herói,
sublima o egoísmo por amor,
converte o medo em convicção,
os sonhos em propósito e o
individualismo em fraternidade.”
Ter sucesso não adianta se estiver ligado a um egoísmo exagerado ou à ganância. Uma pessoa rica e avarenta, mesmo sendo milionária, tem a alma presa na miséria.
" Desapegar do egoísmo
Praticar a tolerância
Mente sã e corpo sadio
Leveza nas atitudes
Calmaria,tranquilidade e paz
Recarregue as energias, não as esgote por intransigência
Observe os sinais ".
Márcos Frèitas
Quando me sinto triste, estou apenas me iludindo com meu egoísmo em achar que sou o único que inventa tristezas na minha mente no planeta.
Primeiro: Eu
Segundo: Eu
Terceiro: Eu
Egoísmo? Não! É amor-próprio.
Ninguém vai fazer por mim o que eu mesmo preciso fazer!
“Pensar em si mesmo não é egoísmo,
pensar em si mesmo
é se dar o valor,
e isso faz partedo reconhecimento
que você merece.”
Antes eu achava que fazer o que eu sinto vontade era egoísmo; hoje percebo que egoísmo é quem dita o que eu deva fazer.
A vingança pode trazer solidão, egoísmo e às vezes a falta de empatia. Porém... te ensina a aumentar o foco, a não se envolver com o perdão e a esquecer de quem você é.
Há um tipo de egoísmo que não é barulhento, mas é cruel. Ele usa o outro como depósito de suas dores não elaboradas. Faz do afeto um campo de batalha e da intimidade um tribunal. E quando o outro reage, a resposta vem rápida: “você não me ouve”, “você me enxerga”, “cala a boca”. Como se calar resolvesse. Como se silenciar o sintoma curasse a causa.
Mandar o outro silenciar é, muitas vezes, uma tentativa desesperada de não ouvir a própria ferida. Porque a fala do outro toca onde ainda dói. E é mais fácil interditar a voz alheia do que sustentar o eco que ela provoca. O incômodo não vem do que foi dito. Vem do que foi despertado.
A projeção é um truque antigo do ego: eu coloco em você aquilo que não suporto reconhecer em mim. Se me sinto pequeno, acuso você de diminuir. Se me sinto culpado, transformo você em réu. Se estou confuso, digo que você é caótico. É uma transferência silenciosa de responsabilidade emocional. Um despejo psíquico feito sem contrato.
Ninguém se cura jogando peso nas costas de quem está por perto. Dor não trabalhada vira arma. Trauma não tratado vira acusação. Gente que não desapega das mágoas, transforma ferida em violência.
Curar-se é parar de usar as pessoas como espelho distorcido. É devolver a cada um o que é seu. É aprender a dizer “isso é meu” com a mesma firmeza com que antes se dizia “a culpa é sua”.
É olhar para o próprio desconforto antes de apontar o dedo. É perguntar “por que isso me atingiu tanto?” antes de decretar que o outro está errado. É suportar reconhecer as próprias sombras sem precisar terceirizá-las.
Quem manda calar a boca quase sempre tem medo de escutar ou só suporta escutar o que convém. Quem aprende a escutar a si mesmo, sem projeções, já não precisa silenciar ninguém.
