Educar e Cuidar
"Educar uma criança é ensiná-la a pensar, preparando-a para enfrentar a vida. Adestrar é fazer da criança um soldadinho de chumbo, incapaz de pensar, que apenas segue ordens.
A agressão física e/ou verbal deseduca a criança, pois dilapida os seus pensamentos, os seus sentimentos e a sua personalidade.
Pais que educam só através do medo, anulam a personalidade da criança, incapacitando-a de tomar qualquer decisão por ela mesma. O medo desinforma a criança sobre aquilo que se espera dela, lhe trazendo desconfiança e insegurança na família, algo que é imprescindível para o seu bom desenvolvimento."
"Educar, é amar os seus filhos, e prepará-los para pensar, de forma a enfrentar o mundo. Adestrar, é amar os seus cãezinhos, é não deixá-los pensar, para seguir apenas as suas ordens. Simples assim!"
"Educar é libertar a consciência da ignorância e conduzi-la lentamente ao território da responsabilidade."
Educar não tem prazo de validade.
Experiência não envelhece — amadurece.
Uma escola inclusiva também inclui quem educa.
Gotinhas de Amor
Marés da Adolescência
Voz, Identidade e Projeto de Vida
Porque educar não é apenas ensinar conteúdos —
é construir caminhos, dar voz e transformar vidas.
A magia está no amor e na paciência, de educar a si, em todos os aspectos da vida.
Natalirdes Botelho
Se você quer educar uma criança e tem dificuldade? Então percebe que ela gosta de sorvetes? Ensine-a com sorvete e terá sucesso !!!!
As boas maneiras são a melhor herança
(Clarice Lispector)
Educar já foi, um dia, muito mais do que ensinar fórmulas e conceitos. Era também tocar o invisível, cultivar a essência, despertar a alma. Era olhar para o ser humano e enxergar nele não apenas razão, mas dons, talentos e a centelha de sua própria grandeza.
Música, dança, artes, cultura, gestos e atitudes compunham essa sinfonia de formação. Aprendia-se a sentar-se à mesa como quem celebra, a usar os talheres como quem honra, a conversar como quem partilha, a ouvir como quem acolhe. A etiqueta não era máscara, mas poesia em movimento: expressão de respeito, equilíbrio e nobreza de caráter.
Essa educação moldava o indivíduo para todos os cenários da vida ,o lar, a sociedade, o trabalho. Ensinava que conviver é também um saber, e que o conhecimento floresce quando se entrelaça com a delicadeza do viver.
Hoje, fala-se pouco dessa educação voltada à alma e aos bons modos. Mas sua necessidade permanece, silenciosa e urgente. Descobrir talentos é vital, mas saber oferecê-los ao mundo com elegância, responsabilidade e respeito é o que os torna extraordinários.
Educar é semear saberes, despertar dons e, sobretudo, formar o ser humano para viver e conviver em harmonia.
Porque a verdadeira educação não se revela apenas no que sabemos, mas na forma como nos colocamos diante da vida e das pessoas, com dignidade, beleza e amor.
Educar não deveria significar fabricar indivíduos obedientes, mas desenvolver consciências capazes de pensar, escolher e responder pelas consequências de suas escolhas.
Educar não é preencher uma mente vazia, mas ensinar uma consciência a reconhecer o valor da verdade antes do conforto da certeza.
Educar não significa simplesmente preencher uma mente, mas ampliar sua capacidade de perceber, questionar, distinguir e julgar.
As leis são necessárias, mas educar afetivamente homens e mulheres para a convivência não violenta é a urgência da Nação. Para melhorar a convivência é preciso mudar a cultura, e isso começa pelo pensamento!
Existem coisa que escrevo que são para educar as minhas buscas que tentam fazer da minha poesia feminina uma poesia do gênero neutro, e tentam me enquadrar puramente como uma poetisa regional, eu escrevo poesia regional também.
Só que a minha poesia não é exclusivamente regional, é uma poesia popular, nacionalista romântica e latino-americana. As buscas precisam aprender e reconhecer a minha identidade como poetisa.
“Educar não é decidir o que o outro deve pensar. É desenvolver nele a capacidade de discernir o que merece autoridade sobre aquilo que pensa.”
Carlos Eduardo Balcarse
