E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Eu queria alguém que me amasse de verdade;
alguém pudesse me entender, e que me faria feliz;
esse alguém existe é você meu eterno garoto dos olhos verdes, te amo mais que ontem e menos que amanhã. Mas infelizmente Deus me tirou você, nós como católicos acreditamos que todos entra em nossas vidas para nós ensinar alguma coisa e você me ensinou muito, sua passagem em minha vida não foi em vão.
Agir ou não: você consegue?
Às vezes pensamos ser capazes de desempenhar determinada ação, porém muitas vezes só nos resta o engano romântico daquele sonho.
Você tem uma ideia?
Os homens tendem a criticar uma ideia subjulgando seu valor já em seu nascimento, ao invés de contribuir com ela.
Felicidade!
Felicidade pode ser um estado de latente sofrimento e emoção... Uma necessidade inalcançável... A mais estranha maneira de vislumbrar aquilo que não se pode ter.
Cuidado com o que diz!
O alarde enfático na tentativa de esclarecer uma intenção ou a ausência dela, pode ser interpretado como confissão sumária.
Inspiração...
É algo particular e cada um tem seu lote com a sua proporção. Movidos pela Arte transcendemos às dimensões e trazemo-na ao nosso mundo.
É como fazer um "download” no qual só você tem a “senha”.
Quase me enganei totalmente...
No início era azul. Fiquei tão empolgado que não pude perceber a mancha cinza que havia por trás desse céu.
Quase me enganei totalmente...
Mas logo começaram a aparecer raios e trovões dando sinal de que viria uma tempestade.
Quase me enganei totalmente...
E por um lapso de sanidade pude iniciar uma observação mais profunda e imparcial desse "azul-cinzento".
Quase me enganei totalmente...
E finalmente comprovei, analisando pequenos gestos e alguns detalhes, que você, não passa de uma FARSA!
- Que você soube o quê?
- Que eu soube que tinha julgado você de maneira equivocada. Que você realmente o ama. Não estou dizendo de que modo iss acontece. De repente nem você mesma sabe. Mas qualquer pessoa que preste atenção consegue ver o quanto você gosta dele - diz ele, com delicadeza.
De todas as coisas que podemos fazer com o nosso tempo, a única que não nos é permitida é voltar atrás!
A tecnologia que nos rege, é uma tecnologia de dois gumes, uma tecnologia libertadora, que nos abre novas oportunidades, e ao mesmo tempo uma tecnologia escravista, que nos vigia e nos faz depender dela para viver.
Foi lentamente que lá cheguei. Tantas coisas desviaram minha atenção ao longo da estrada, que não percebi que escurecia mais e mais a cada passo. Notei o quanto havia me afastado apenas quando já não pude mais enxergar por andava. Olhei para trás buscando o caminho de volta, mas não o encontrei.
De repente, em meio a mais absoluta e profunda escuridão, pude perceber um vulto. A pequena figura encolhia-se num canto, acuada. Aproximei-me vagarosamente, temendo que qualquer movimento mais brusco de minha parte pudesse afugentá-la. Mas, ao notar minha presença, a menininha limitou-se tão somente a levantar o olhar, acompanhando meus lentos passos em sua direção.
Era muito magra e trajava farrapos. Estava descalça e seus cabelos despenteados eram tão negros que se confundiam com a escuridão do ambiente. As mãos pequeninas e trêmulas repousavam sobre os joelhos. Os dedos das mãos estavam muito feridos, como se ela houvesse tentado se agarrar com muita força a algo que lhe tivessem arrancado impiedosamente. Tinha o rosto sujo e olheiras profundas como se há muitos dias não se alimentasse.
Quando parei diante daquela frágil criatura, notei que havia uma corrente presa a um de seus tornozelos e que os elos estendiam-se escuridão adentro. Ajoelhei-me diante dela. Seus olhos eram enormes, marejados de lágrimas, e me fitavam com uma dor absurdamente comovente.
- Quem é você?
- Estou aqui há tanto tempo que já não me lembro quem sou.
- O que faz aqui sozinha? Não tem medo da solidão?
- É o que mais temo – respondeu-me em fraca voz. – Ajude-me, por favor!
Sua súplica era quase um sussurro, demonstrando o inegável cansaço que a acometia. Surpreendentemente, suas mãos pequeninas e feridas agarraram-se com força às minhas. Lágrimas desesperadas derramavam-se incontroláveis pela pequenina face. Em meio a soluços, levantou a cabeça procurando com seus olhos enormes o fundo dos meus.
- Ajude-me! – voltou a suplicar. – Guie-me para a luz. Não quero mais estar só.
- Ó, minha criança, perdoe-me, mas não sei como. Eu simplesmente não sei como...
Somos orientados ao longo da vida a criar escudos contra aquilo que possa nos ferir de alguma forma -
Não beba gelado, não ande descalço, saia agasalhado, alimente-se bem,
Olhe para os dois lados antes de atravessar a rua, dirija com cuidado, não fale com estranhos...
Mas há coisas que não aprendemos com nossos pais, lições que não são ensinadas nas escolas,
Não há universidades, cursos de especialização, não constam de livros.
Há ensinamentos que a raposa se esqueceu de ensinar ao Pequeno Príncipe.
Nada, nem ninguém, nos prepara para aquilo que machuca mais -
A perda de um ente querido, o fim de um relacionamento, a distância, a ausência, a saudade...
Tudo aquilo que fere tanto a nossa alma...
Ninguém nos ensina a superar, evitar, esquecer, relevar as dores que doem mais.
Os amigos nos aconselham, os familiares nos previnem, os terapeutas nos alertam,
Mas não há um guia prático de “como adormecer uma noite com o coração em prantos e acordar no dia seguinte sem qualquer rastro daquilo que nos devastou por dentro”.
Passar a vida criando escudos não nos resguarda dos maiores sofrimentos.
Pois se nem ao menos a rosa, cingida de pontiagudos espinhos, consegue evitar sua colheita,
O que há de prevenir nosso coração de SENTIR?
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