E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta

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A voz do pobre sempre foi inaudível diante do dinheiro, pois este sempre foi programado a ouvir o tilintar das moedas.

A justiça sempre mirou no pobre com
balas de canhão, enquanto este por sua vez sempre se defendeu com estilingue.

É sempre bom pensar que os ratos por terem se alimentado do queijo sabem por necessidade como desarmar a ratoeira.

Mudei de vida, plantei novos jardins e o mais importante, que as flores jamais me esqueceram, sempre desabrocham na primavera a reluzir cada pétala com ternura.

No fim de tudo os homens de bom coração proclamarão o fim da mentira, mas sempre haverá aquele que antes do pôr do sol procurará fugir com a verdade.

Lembre-se sempre, não é possível derrubar um gigante afrontando sua força no montante, mas laçando seus pés como destreza a partir da base.

Sempre acreditei que o céu é uma grande máquina de tear a formar o agasalho da vida. O inferno é o lugar onde se guardam os mesmos agasalhos especialmente na sua antessala.

Porcos sempre deixarão vestígios: ou se sujam com lama, espalham sua lavagem ou se engasgam com farelo

Um bom inglês sempre tem em mãos um bom fraque no seu dia mais simples;
Um bom brasileiro sempre tem em mãos a bravura no seu dia mais fraco.

A nossa conduta sempre será a nossa maior guardiã, diante da caravana que vocifera impropérios e apedreja a reputação que teima em nos proteger.

Verdadeiros amigos são aqueles que estão sempre prontos para ajudar nos momentos mais difíceis!

Dizem que o outono é a estação das despedidas, mas, para mim, ele sempre será a estação em que eu mais te senti. Enquanto o mundo lá fora perdia as cores, nós criávamos o nosso próprio tom de dourado. Aquele outono não foi sobre o que acabou, mas sobre a paz que encontramos um no outro enquanto o tempo esfriava.
Eu me lembro da luz mais suave entrando pela janela, do café esquecido na mesa e da forma como as tuas mãos buscavam as minhas para fugir do primeiro vento frio. A gente não precisava do barulho do carnaval ou da euforia do sol; nos bastava o silêncio confortável de quem se reconhece na mudança das estações.
Esta é a minha declaração: Eu te amei no ritmo das folhas que caem — sem medo do chão, aceitando cada transformação. Mesmo que o tempo tenha seguido e o inverno tenha chegado para nós, eu ainda sinto o calor daquele casaco compartilhado e a sinceridade de cada palavra dita sob o céu cinzento.
Aquele outono não volta, e eu aceitei isso. Mas a beleza do que fomos ficou gravada em mim, como uma árvore que, mesmo perdendo tudo, mantém a força das raízes. Você foi a minha mudança favorita.

Nem todo mundo lembra do que você fez por eles. Mas você sempre vai lembrar do que fez por amor.

⁠A vida não tem limites, e é como o céu, sempre nos surpreendendo.

Bom dia!
Quero ter a sorte de estar sempre com você, pois se um dia eu nao mandar mais uma mensagem, eu nao lhe dar mais um bom dia pode ser que nao estou mais aqui, então nao esqueça que o hoje é importante o agora é para ser vivido... Boa segunda-feira e uma semana de bênçãos 🙌 ❤️
Ery santanna

Ela sempre foi movimento.
Casa girando em torno dela.
Mão que fazia, boca que orientava, olho que via tudo.
Era dessas mulheres que acordam antes do sol
e dormem depois da vida.
Sabia onde estava cada coisa.
Cada conta.
Cada remédio.
Cada problema.
Ela era memória viva da família.
Era calendário, era agenda, era conselho.
E agora…
O tempo resolveu brincar ao contrário.
O nome das coisas escapa.
Os rostos às vezes embaralham.
As histórias ficam pela metade.
Mas tem uma coisa que não foi embora:
a essência.
O jeito de segurar a mão.
O olhar que ainda procura cuidado.
A doçura que aparece em lampejos.
O Alzheimer não apaga quem ela foi.
Ele embaralha caminhos,
mas não destrói o que foi construído em décadas de força.
Existe uma inversão silenciosa:
quem foi porto vira mar aberto.
Quem guiava agora precisa ser guiada.
E dói.
Dói porque a gente lembra de tudo.
E ela… às vezes não.
Mas amar alguém com Alzheimer é aprender outra língua.
É repetir sem irritação.
É contar a mesma história como se fosse a primeira vez.
É segurar firme quando o mundo dela fica confuso.
Ela continua sendo a minha mãe.
Mesmo quando não sabe dizer seu nome.
E talvez agora o papel seja meu:
ser memória por duas,
ser paciência por duas,
ser colo por duas.
O corpo pode esquecer.
Mas o amor não desaprende.
E isso, ninguém tira dela. Nem de mim.

Se não dá para esconder, então por que tentar evitar? No seu dia a dia, eu sempre vou estar; na letra de uma música, no cheiro de um perfume, você vai se lembrar! E, se nada disso acontecer, alguém vai te falar de mim.

⁠⁠meio cheia
quase nova
de crescente
a minguante
lunática; sempre
me reinvento em f(R)ases

Vida, vida, vida,
desague.
Eu, que sou mar.
Sempre sem lar.
Tu, longe de ser,
tenta aprisionar-me
Não és lar.

Minha casa é longe,
foge ao tempo.
Já tu, impermanente.
Fujo de ti.
Abraçarei outra, perfeitamente.
Seu nome, naturalmente, é morte.

Ó destruidora, tu és meu lar?
Verbalizei a ti,
(abraço) morri.
Morte, morte, morte,
queime.
Eu, lenha da verdade.
Ó segredo que sangra a vaidade.

Após o pôr do sol, sempre vem o nascer dele: aprendamos a recomeçar.⁠