E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta

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A noite é quando sinto mais a sua falta, porém é quando fico mais feliz...
Talvez porque a lua me faça companhia e as estrela me lembram os seu olhos...
O perfume das flores me lembra seu cheiro e no silêncio da noite ouça tua voz dizendo: Te Amo!

naquela noite
despi-te o luar
que vestias no olhar
dei sombra ao sol
que escondias no regaço
pronto para amar

ah esta loucura
que me faz escrever-te
me faz estremecer
a caneta na palma da mão
perceber que nada é em vão

este amor
qual cavalo selvagem
galopando nos vales
que se quebram nas dunas
perto do mar

não te quero sempre..
quero que me tragas o amor
antes da hora que ameaça
a chegada do amanhã
que tudo não seja mais
que uma esperança vã..

A amor é como a astucia das tulipas, quando a noite mais fria e escura chega ela se fecha, como o amor que se apaga com a tristeza. Mas quando o dia vem, ela se abre, pura, e onipotente, sua beleza a faz rara, como o amor, raro depois de uma decepção mas puro e onipotente como uma Tulipa.

LEITO DE AMOR

Que noite!
Que momento inexplicável...
Não esperava tanto,
Fecho os olhos e revivo cada instante,
Seu cheiro, seu calor,
Seus olhos puro valor.
Seus braços a me agasalhar,
Não consigo desligar,
Tento evitar, não dar.
Toque suave das mãos,
Fazendo aumentar a respiração,
O sangue corre,
Estou metida em confusão,
Senti que algo diferente fluiu...
Finjo não ver.
Movimento as asas e começo a voar,
Permito a liberdade me abraçar,
Não quero temor.
Seu desejo de ser livre me faz regressar,
Realidade paira no ar,
Quero voltar, quero seu aconchego,
Beijos e mais beijos,
Mistérios desvendar.
Chama-me, pede para ficar,
Diga que sou sua,
Pode abarcar, mandar, dominar...
E se foi um sonho,
Por favor.
Não me abandone,
Deixe-me dormir,
É lá que vou descobrir,
O caminho de retornar.

Noite Adentro


Na solidão da noite onde as sombras dançam e sapateiam sobre a minha alma, mistérios se escondem.


No cerne da escuridão um fogo arde em segredo, e ainda que os sonhos que ouso sonhar sejam cada vez mais frequentes, a noite é um labirinto de mistérios e verdades que eu preciso desvendar


Ao som do vento que arranha a noite sem cessar


O silêncio é um véu! Que esconde a verdade que eu preciso ouvir


A veracidade das coisas eu busco sentir


Ao silêncio que ensurdece, eu dou ouvidos!


Pois por vezes as imagens que se repetem acompanhadas pela agonia me tomam por incontáveis horas, até que por um impulso do consciente eu me desperto


Pois é no silêncio que me encontro, e na realidade faço a minha verdade e o caminho para desvendar os segredos que a noite esconde.


Karina Cardoso.

Depois de uma noite chuvosa, o primeiro domingo de 2025 amanheceu lindo, com o sol brilhando entre nuvens brancas, sobrepondo o céu azul.
O relógio da matriz, através das suas badaladas, indicava que as horas estavam avançando e, aí... A manhã passou, dando lugar à tarde... E num piscar de olhos, a tarde também se foi, dando lugar à noite... E eu? Eu... Fiquei aqui só, com os meus pensamentos, dando asas à minha imaginação...⁠

Helcedir - Manhumirim - MG

Carta (não necessariamente urgente) sobre a morte e suas pirraças

Curitiba, essa noite meio sem graça de quinta,
Num tempo que não sei bem se sobra ou se falta.

Prezado amigo (ou quem ler isso, vá lá saber),

Escrevo não porque tenha urgência, que mortais não tem horário marcado, mas porque hoje me deu para pensar nessas coisas que a gente só finge que esquece. Morte, veja só. Tema que dá pano pra manga e silêncios incômodos em conversas de elevador. Mas a verdade é que às vezes não é ela que assusta — é o medo do atraso ou da antecipação.

Sim, tenho medo. Mas mais ainda de morrer na hora errada. Daquele falecimento inconveniente, tipo deixar o feijão no fogo e não voltar mais. Ou então ficar tempo demais, feito parente de festa que não entendeu que acabou. O sujeito vira ruído de fundo, se arrasta pelas tardes, ocupa espaço que já devia estar livre para outra coisa — talvez uma planta ornamental ou um cachorro esperançoso.

Quero ir quando ainda restar alguém que feche os olhos por um segundo ao lembrar de mim. Mas não tantos que respirem aliviados. Aquela linha tênue entre o “já vai tarde” e o “que falta faz” é difícil de mirar, mas tento, com a pontaria do coração — que sempre foi míope, convenhamos.

E torço pra que sobrem uns poucos desafetos. Não por maldade, veja bem. Mas porque quem nunca odiou também nunca amou com força. Os mornos não deixam rastro nem queimam as pontas dos dedos.

No fim — e essa é a esperança que abraço com certo sarcasmo — talvez restem algumas linhas. Frases ditas sem urgência, guardadas num papel, esquecidas numa nuvem digital com nome de bom tempo. Coisas minhas, soltas no mundo, sobrevivendo a mim.

Se alguém ler, que sorria. E se puder, que imagine que eu ainda estou por aí, rindo também, com aquele jeito de quem sabe que o último a rir, às vezes, nem precisa estar vivo.

Roberval Pedro Culpi

Extinção

No princípio, era só um risco dourado,
um fio de luz tecido na noite.
Celebramos com copos cheios,
como se o tempo fosse nosso.

A festa não tinha relógio nem espelho,
e aquele brilho, suave no início,
cresceu até ofuscar o sol —
mas quem notaria, entre risos e canções?

Até que a manhã veio sem aurora,
o ar pesado de silêncio e pó.
O horizonte tremeu, devagar,
e então soubemos: era o adeus.

A terra gemeu longe, muito longe,
mas o vento trouxe o fim em segredo.
E nós, criaturas de outro tempo,
ficamos só — cinza e ossos —
enquanto o mundo seguia, indiferente.

E assim, sob outros céus,
outras criaturas,
tão sábias quanto nós,
continuam a festa,
sem ver o fogo que se aproxima.

Roberval Pedro Culpi

o inevitável


Era uma noite de solidão e incertezas. Ontem, às 1h da madrugada, estava em ligação com ele. Havia algo triste em suas palavras. Ele tinha se machucado tanto fisicamente como na alma. Eu, que nunca havia me preocupado com ninguém verdadeiramente, senti um impulso inexplicável para estar ao seu lado. A decisão de ir até ele, mesmo na calada da noite, era um novo território para mim, mas a urgência em seu tom me guiou.


Quando cheguei à sua casa, a atmosfera estava carregada; a luz suave iluminava seu rosto preocupado. Assim que entrei, foi como se já fosse de casa. A confiança estava lá, palpável, e a amizade logo se transformou em algo mais profundo, sem filtros, sem mentiras. Olhos nos olhos, tudo parecia mais forte, mais íntimo.


A conversa fluiu, e a tensão no ar rapidamente se transformou em desejo. Ele se aproximou e, envolvendo-me, enquanto nossos lábios se encontravam em um beijo desesperado, trouxe à tona a sensação intensa que eu nunca havia experimentado. Era como se cada toque despertasse em mim um fogo adormecido, um desejo latente que ansiava por mais.


Suas mãos deslizavam pelo meu corpo, explorando cada curva e criando um mapa do meu ser. A cada beijo, a cada toque, eu me perdia um pouco mais. Eu queria mais — mais dele, mais de nós. A química entre nós era inegável, e a conexão que sentia me deixava doida de desejo.


Eu ainda sinto seus lábios nos meus, como se estivesse gravado na minha memória. O calor entre nós era absoluto, e eu pensei em como tudo acontecia de forma tão natural. Nosso encontro não era apenas físico; era uma tempestade de emoções que me desafiava a explorar novas profundezas.


O desejo cresceu, mostrando um lado meu que eu não sabia que existia. O medo de que fosse a última vez se dissipou, e eu queria aproveitar cada segundo. "...a sensação de querer mais", um sussurro entre os beijos, enquanto sua mão continuava a me explorar, instigando aquele desejo avassalador que parecia não ter fim.


A noite se arrastou, cada momento transformando-se em uma lembrança que eu desejo guardar para sempre. Entre sussurros e beijos, naquela cama, construímos um mundo só nosso, onde o desejo e a preocupação se entrelaçavam, criando um elo que talvez fosse mais do que apenas um momento fugaz. No calor daquela madrugada, tudo se tornou possível.


À medida que a madrugada se transformava em amanhecer, os primeiros raios de sol filtravam-se através da janela, iluminando o quarto com uma luz suave e acolhedora. A atmosfera estava carregada de intimidade, e nossas conversas começaram a fluir de maneira ainda mais profunda.


Sentados na cama, envoltos em cobertores e em cada um, uma parte do outro, as palavras se tornaram confidências. Eu queria saber tudo sobre ele — como era sua vida, seus medos, seus sonhos. O desejo ardente de conhecê-lo, de penetrar nas camadas de sua alma, tornou-se irresistível. Cada resposta que ele me dava despertava ainda mais curiosidade, e percebia que ali, naquele momento, tínhamos criado um espaço seguro para a vulnerabilidade.


Ele começou a compartilhar suas histórias, desde as mais engraçadas até as mais melancólicas, revelando um lado que eu nunca poderia imaginar. O jeito como falava sobre suas experiências me fazia rir e, ao mesmo tempo, me tocava profundamente. A fragilidade em sua voz ao relatar suas inseguranças era intrigante, como se ele estivesse se despindo de suas armaduras. Algo dentro de mim pulsava, um desejo de cuidar dele, de ser a razão do seu sorriso.


E ali nas entrelinhas, ele deixou claro que estava à vontade naquela situação, seus olhos brilhando com sinceridade. E eu soube que estava me sentindo da mesma forma. A nossa conexão se aprofundava, cada palavra e olhar construindo um vínculo que transcendia o físico. O desejo de tocar, de explorar cada nuance de sua personalidade, tornava-se mais intenso a cada instante.


À medida que o sol subia, a luz trazia consigo um novo dia e, com ele, a promessa de um futuro. Conversamos sobre tudo — desde interesses comuns até um novo futuro, passando por detalhes que o tornavam único. O jeito como ele falava sobre suas paixões me deixava fascinada e ansiosa para descobrir ainda mais.


“Eu nunca vi a minha vida assim, desta forma, nunca buscaram saber isso de mim”, ele admitiu. E, naquele instante, a barreira entre nós foi completamente obliterada. Fui tomada por um impulso irresistível de me aproximar ainda mais, tocando seu rosto suavemente. Ele sorriu, e a química entre nós se intensificou novamente, enquanto revelações e sentimentos nasciam junto com a luz do dia.


À medida que o sol se elevava, iluminando todo o quarto e trazendo consigo a energia de um novo dia, não pude deixar de pensar em como havia arriscado tudo ao decidir ir até ele às 1h da manhã. Eu, que sempre fui cautelosa, me deixei levar pela impulsividade e pelo desejo que ardia dentro de mim. A entrega que senti ao mergulhar naquele momento foi como viver o extraordinário.


O nosso encontro em meio à noite, com velhas preocupações se dissipando, se tornou um símbolo de coragem e paixão. Eu entendi que só quem se arrisca merece realmente viver intensamente, e eu estava tão pronta para abraçar essa nova fase.


À medida que nossas risadas e confidências preencheram o espaço, visualizei a letra daquela canção que sempre falou sobre seguir o coração, sobre se permitir viver o extraordinário. Aquele momento, com ele, era uma prova de que a vida verdadeira acontecia fora da zona de conforto, e eu estava mais do que disposta a explorar cada parte disso...

Sou feita do azul escuro do céu a noite (...)
Sou feita de culpa,lágrima derramadas e gritos silenciosos a penumbra da pernoite
As lágrimas são as correntezas onde só a alma nada
Mas onde a gente se pergunta por que tanta perca de esperança em viver uma vida injustiçada já acostumada?
Uma solidão onde só se resta desespero e impaciência
Onde se acha a Santa desistência (...)
Aí você se pergunta, "o que eu tô fazendo aqui?"
O mundo é o castigo, o castigo que carregamos conosco pelo simples fato de todos sermos pecadores, é o mínimo que devemos suportar.
Acontece que "Deus não dá um fardo que não possa carregar".

Desaparecer traria muita ajuda, mas você não desaparece, você continua em algum lugar por aí.
Mas se eu pudesse desaparecer faria
Poderia me jogar de uma ribanceira
Ou até tacar-me na fogueira
Poderia enfiar uma espada em mim mesma apontada ao meu coração
Sem precisar sentir uma aflição
Eu sou condenado a morte de qualquer jeito, uma hora outra vai acontecer.(...)
Porém...
Me machucar seria desistência demais, me extinguir seria fraqueza por não conseguir sobreviver
E Deus não te deu a vida pra você tirar
E o abismo não foi feito pra escolher.

Luto Súbito


Tamanho vazio me preenche
O sopro da morte se sente
Na calada da noite sombria
Onde um dia resistiu momento de alegria
Quão doloroso é saber
Que não vão mais ver você
Ou sentir seu cheiro
Vão te procurar e não achar no mundo inteiro.
Essa morte tão maldita
Que no livro da vida não estava escrita
É difícil ver essa partida precoce
Esse sentimento me contorce
Me faz não querer desse ar que respiro
Doloroso mesmo foi saber do
seu último suspiro.

KARMA


Em uma noite de insônia,
enquanto lutava contra meus demônios,
você apareceu em minha mente,
trazendo consigo lembranças.


Me arrastando de volta aos dias sombrios,
seus olhos transbordavam dor
e eu, covarde, fingia cegueira.


Sem remorso, fui embora,
deixando em tuas mãos
promessas que se desmanchavam no ar.


Logo mergulhei em outro abraço.
Esse, sim, era o meu amor.
Mas eu não era o dele,
assim como você nunca foi o meu.


Te via sendo afogado pela saudade
enquanto eu desfrutava.
Mas a vida não perdoa,
e logo me entregou
ao mesmo abismo que te dei.


Eu era você,
ele era eu,
e tudo o que vi refletido
foi a dor que te dei.


Agora, ela me devora.
Avassaladora.

"A noite é uma criança, pra quem tá na pista." - Lateinos

Você é a luz que ilumina o meu dia,
A noite que me envolve em alegria.
Sua presença me traz paz,
E por isso, nunca digo "até mais".

Na paz, busco construir laços.
Na nossa realidade, me desfaço.
A noite revela os fatos
no caminho silencioso dos abraços.

𝐍𝐨𝐢𝐭𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐞𝐥𝐚𝐝𝐚


A noite cai, serena e silenciosa,
vestida de mistério e luz distante.
As estrelas, como testemunhas do tempo,
brilham sobre sonhos que ainda respiram.


Cada ponto no céu é um verso não escrito,
um desejo guardado, uma lembrança viva.
O universo sussurra segredos antigos,
e o coração escuta, mesmo sem entender.


Na imensidão escura, encontro abrigo,
pois há paz naquilo que não se explica.
A noite estrelada não é apenas cenário
É alma, é poesia, é eternidade em silêncio.

@SinaisWinner

Se eu pudesse voltar para a noite, no dia em que te conheci.

Se eu pudesse voltar para a noite, na noite dos jogos.

Ah se eu pudesse retornar, para o que era.

Mas se retornado ao que era, não seremos diferentes que fomos.



Se eu pudesse mudar o dia em que te conheci.

Se eu pudesse mudar a noite dos nossos jogos.

Se eu pudesse alterar, o que aconteceu, talvez então, mudaria oque seriamos.

Mas não seriamos quem somos mais, talvez uma ilusão, criado de um mundo inexistente.

Seriamos e não seriamos, nós ao mesmo tempo.



No fim o passado não se altera, e o futuro inexiste.

Somos o que somos agora, no presente, e nada mais.

Somos nossos atos de agora, e nada mais.

Somos a intensidade do presente e nada mais.



E nada mais.

Mas se eu pudesse ser mais.

Se eu pudesse ter sido menos.



Talvez

Eu teria amado mais.

Eu teria negado menos.



Talvez

Teria na primeira conversa, me entregado mais.

Teria na primeira conversa, guardado sentimentos menos.



Um Talvez........

Talvez tivesse dado certo.

Talvez tivesse dado errado.

Impossível saber, pois ficou inerte, sem atos.





No Fim, A vida não é feita de Se ou de Talvezes

A vida é feita de decisões momentâneas, que regem o futuro incerto.



Talvez recomece, talvez seja realmente o fim. Cabe nossos atos decidir.

No fim, o passado foi, o presente se faz agora, e o futuro é deixado para seguir o fluxo.

Tal dádiva entregue ao homem, por Deus, feita para realizar o presente.

Nada mais é, nada mais será, se não feita por atos agora, se nada feito, o mundo se mantem inerte.

Quão chato é morrer, e perceber que o momento que deixamos escapar teria mudado tudo, e nada mais resta senão o silêncio do que poderia ter sido.⁠

Andressa, meu amor, minha doce princesa,
Teus olhos brilham como estrelas na noite,
Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
Cada instante contigo é um novo deleite.


Teus cabelos ruivos, como fogo que arde,
Em cada fio, a paixão que me envolve,
Teu jeito suave, tua força encantada,
Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve.


Nos teus braços, encontrei meu lar,
Teu riso é a música que sempre quero ouvir,
Em cada toque, um universo a explorar,
Andressa, contigo, aprendi a sorrir.


Prometo te amar, na alegria e na dor,
Ser teu abrigo, teu porto seguro,
E juntos, escreveremos nossa história de amor,
Minha ruiva, minha vida, és meu futuro.


Daniel Vinicius de Moraes

Numa noite de festa, as pessoas brilhavam como estrelas, e haviam muitas estrelas.
Mas somente uma iluminou meus olhos naquela noite, como ela se chamaria ?
Mesmo distante dela, seu sorriso iluminava meu dia.
Como ela se chamaria ?
Seu nome não sabia, mas a chamaria, de motivo de minha alegria;
E com certeza, entre milhares de constelações, essa estrela eu amaria.

seus olhos castanho-escuros
me lembram uma noite estrelada.